<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254</id><updated>2011-10-23T10:28:36.598-07:00</updated><category term='sentimento'/><category term='Manuel Alegre'/><category term='Lula'/><category term='Socialismo'/><category term='Imobiliario'/><category term='Ciganos'/><category term='emoções'/><category term='Xutos e Pontapes'/><category term='Espanha'/><category term='tempo'/><category term='Brasil'/><category term='Dilma'/><category term='Portugal'/><category term='Felicidade'/><category term='Socrates'/><category term='Zapatero'/><category term='Cobardes'/><category term='Lurdes Nicolau'/><category term='Esperança'/><category term='Chabotos'/><category term='Gitanos'/><category term='futuro'/><category term='Economia'/><category term='Maite Proença'/><title type='text'>Coast to Coast</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>216</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-6645760443766946391</id><published>2011-10-23T10:28:00.000-07:00</published><updated>2011-10-23T10:28:36.675-07:00</updated><title type='text'>As crianças estão precisando de tapa na bunda', diz terapeuta infantil</title><content type='html'>&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-lt64w6F6FRc/TqK5rI5463I/AAAAAAAAS_I/5iPkWxxZhmY/s1600/palmada-em-crianca.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="palmadas da bunda" border="0" id="ecxBLOGGER_PHOTO_ID_5666295431961308018" src="http://1.bp.blogspot.com/-lt64w6F6FRc/TqK5rI5463I/AAAAAAAAS_I/5iPkWxxZhmY/s400/palmada-em-crianca.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 222px; width: 291px;" /&gt;&lt;/a&gt;Como  explicar a uma criança a forma correta de agir? A dúvida, comum a  muitas mães, divide especialistas. Mas há um ponto em que todos parecem  concordar atualmente: bater para educar seria pouco eficaz e  traumatizante para a criança. Poucos seguem outra linha de raciocínio. É  o caso da terapeuta infantil Denise Dias, que lançou em outubro deste  ano o livro “Tapa na Bunda – Como impor limites e estabelecer um  relacionamento sadio com as crianças em tempos politicamente corretos”  (Editora Matrix).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Desde  1998 o conselho da União Europeia está em campanha contra as palmadas.  Ao todo, 22 países europeus, como Suécia, Áustria e Alemanha,  criminalizaram punições físicas. Publicada em abril de 2010, uma  pesquisa realizada com crianças entre três e cinco anos por cientistas  da Universidade de Tulane, nos Estados Unidos, constatou que aquelas  cujos pais costumavam disciplinar com tapas tinham 50% mais chances de  desenvolver agressividade. No Brasil, tramita no congresso desde 2002 um  projeto de lei que visa proibir as palmadas. Apoiado pelo então  presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por estrelas como Xuxa, o assunto  ganhou notoriedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com mais de dez anos atendendo crianças e  adolescentes, inclusive em instituições dos Estados Unidos, Denise, no  entanto, não vê problemas na adoção da palmadas educativas. “As crianças  estão precisando de tapa na bunda”, diz a terapeuta. Ela vê a carência  na imposição de limites às crianças como um dos principais problemas da  geração atual: “virou uma bagunça tão grande que hoje nós temos uma  geração de delinquentes adolescentes”. Confira a entrevista que ela  concedeu ao Delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;iG: Qual a ideia central do livro?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Denise  Dias: Eu vejo que as palmadas que os pais dão nos filhos, de vez em  quando, não têm mal nenhum. “Monstrualizaram” a educação doméstica. Não  se pode mais falar em tapa ou em castigo. Não se pode mais falar que os  pais mandam nos filhos. Virou uma bagunça tão grande que hoje nós temos  uma geração de delinquentes adolescentes. Podemos até falar que é uma  geração drogada e prostituída também. A quantidade de jovens usuários de  drogas só cresce ano após ano, isso não é falta de informação, é falta  de limite. O que é, muitas vezes, imposto com um tapa na bunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;iG: Qual a diferença entre palmada e agressão?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Denise  Dias: Não existe um “tapômetro” para mensurar isso quantitativamente.  No Reino Unido, quando um pai é julgado (por algum tipo de agressão ao  filho), eles observam se foi deixada alguma marca na criança. Esta seria  uma forma mais palpável de medir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;iG: Um capítulo do seu livro fala sobre “criar monstros”. Você pode explicar essa ideia?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Denise  Dias: Em uma escada de hierarquia, onde ficam os pais? No topo. Onde  ficam os filhos? Lá embaixo. Os pais possuem autoridade indiscutível  perante os filhos. Para uma criança crescer saudavelmente, ela precisa  de um adulto seguro que diga o que pode e o que não pode ser feito. Hoje  em dia, ao invés de colocar limites, eles (os pais) estão filosofando  excessivamente com as crianças. Costumo dizer que os pais ficam com  “teses de doutorado”, explicando demais para uma criança de quatro,  cinco anos de idade cujo cérebro não está formado adequadamente para  formar abstração, formar filosofia. Por isso que um pai que mora no  décimo andar não tenta explicar para a criança que ela pode cair da  varanda. O que ele faz? Coloca rede em todas as janelas. É só uma  criança, ela paga para ver.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-QQ6RBeKFy4g/TqK56XgYdwI/AAAAAAAAS_g/et3L6_FM9Vc/s1600/Denise.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="ecxBLOGGER_PHOTO_ID_5666295693578893058" src="http://2.bp.blogspot.com/-QQ6RBeKFy4g/TqK56XgYdwI/AAAAAAAAS_g/et3L6_FM9Vc/s400/Denise.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 400px; text-align: center; width: 300px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Denise: as crianças de hoje estão pedindo limites&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;iG: Você acha que a palmada é a melhor forma de exercer autoridade?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Denise  Dias: Não. Acho que é uma das alternativas e, muitas vezes, é o que  resolve. Tem crianças que nunca precisam levar uma palmada, a mãe olha e  ela já obedece. Tem criança, no entanto, que faz alguma coisa errada e,  por mais que a mãe coloque-a de castigo e tire privilégios, continua  mexendo onde não deve mexer. O que adianta? O que ela está pedindo? Tapa  na bunda. As crianças estão precisando de tapa na bunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;iG: Não existem outras formas de exercer a autoridade, como saber dizer “não”?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Denise  Dias: Com certeza. Isso eu abordo com clareza no meu livro. O tapa na  bunda é um último recurso, mas muitas vezes ele é necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;iG: Como saber quando ele é necessário?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Denise  Dias: Quando você já chamou a atenção da criança, já tentou fazê-la  parar de fazer o que não deveria estar fazendo, já tentou colocar de  castigo e mesmo assim ela continua. O que essa criança está pedindo?  Limites. Tem criança para as quais basta dizer algo como “vai ficar sem o  cinema hoje”, que ela aprende. Ela não gosta daquilo, então se  comportará, em uma próxima vez, para que não aconteça de novo. Mas  existem crianças que testam incansavelmente os pais. São esses  adolescentes que crescem e queimam um índio, atropelam skatistas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;iG: Bater nas crianças não pode ser considerado um pouco primitivo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Denise  Dias: De forma alguma. Uma coisa é a palmada, depois que já tiveram  vários outros tipos de punições que não deram certo. Outra coisa é um  pai que chega estressado do trabalho, a criança faz algo como derrubar  suco na mesa, por exemplo, e o pai, na sua ignorância, lasca um tabefe  na criança. São situações muito diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-BiJjbzd6tbs/TqK56OyhMRI/AAAAAAAAS_U/56VjVTUoSFg/s1600/Livro-Tapa-na-Bunda.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Livro Tapa na bunda" border="0" id="ecxBLOGGER_PHOTO_ID_5666295691239043346" src="http://2.bp.blogspot.com/-BiJjbzd6tbs/TqK56OyhMRI/AAAAAAAAS_U/56VjVTUoSFg/s400/Livro-Tapa-na-Bunda.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 400px; text-align: center; width: 301px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Capa do livro de Denise, "Tapa na Bunda", da Editora Matrix&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;iG: Qual a sua opinião sobre o projeto de lei que visa proibir a palmada?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Denise  Dias: Eu sou contra. Ele não é necessário. O Estatuto da Criança e do  Adolescente já protege contra a violência. Vamos definir “violência”. A  criança brasileira está prostituída na rua, está na cracolândia... A  criança brasileira está chegando ao quinto ano do ensino público sem  saber fazer uma conta de subtração. Isso é violência. Agora o congresso  quer criminalizar uma palmada que um filho que olha para o pai e fala  “cala a boca, seu idiota” toma? O pai que não coloca limites no filho  está criando um monstro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;iG: O que  levou você a escrever este livro agora, na contramão de diversos  estudos e correntes pedagógicas que pregam justamente o fim das  palmadas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Denise Dias: Para dizer a verdade, no meu convívio  profissional o que eu mais conheço, graças a Deus, são profissionais a  favor de umas palminhas para educar. Eu vinha escrevendo o livro desde  2009. Quando deu o boom sobre o assunto, por conta do projeto de lei,  comecei a correr para terminar o livro.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Com ig&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-6645760443766946391?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/6645760443766946391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=6645760443766946391' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6645760443766946391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6645760443766946391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/10/as-criancas-estao-precisando-de-tapa-na.html' title='As crianças estão precisando de tapa na bunda&apos;, diz terapeuta infantil'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-lt64w6F6FRc/TqK5rI5463I/AAAAAAAAS_I/5iPkWxxZhmY/s72-c/palmada-em-crianca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-6716397096398007744</id><published>2011-10-19T12:33:00.000-07:00</published><updated>2011-10-19T12:33:13.275-07:00</updated><title type='text'>Como ficará Portugal em 2012? como está agora a Grécia‏</title><content type='html'>&lt;div class="ecxpost-content" style="max-width: 560px;"&gt;                                    &lt;div style="color: #444444; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 1.4em; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://aventar.eu/2011/10/18/como-ficara-portugal-em-2012-como-esta-agora-a-grecia/fotomontagem-grecia/" rel="attachment wp-att-1124518" style="color: #0088cc; color: #2585b2; text-decoration: none; text-decoration: underline;" target="_blank"&gt;&lt;img alt="" border="0" class="ecx ecxsize-full ecxwp-image-1124518" src="http://aventadores.files.wordpress.com/2011/10/fotomontagem-grecia.jpg?w=640&amp;amp;h=404" style="background-color: white; border: 1px solid #ccc; clear: both; float: right; height: auto; margin-left: 1em; max-width: 100%; padding: 4px;" title="fotomontagem-grecia" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: blue; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Helvetica,Arial,sans-serif; line-height: 1.4em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A  mesma política em países com problemas semelhantes (a Grécia talvez  tivesse mais corrupção, mas duvido), vai desmentir o que diz o &lt;em&gt;neocon&lt;/em&gt;  das finanças que deve ter estudado História Económica por  correspondência (e não só, também conhece Portugal de binóculos:  acreditar num aumento da cobrança do IVA em Portugal numa situação  recessiva, só mesmo com um polícia em cada loja). Cada país é um caso,  mas a mesma política em casos muito semelhantes dará resultados muito  parecidos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: blue; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Helvetica,Arial,sans-serif; line-height: 1.4em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Da  propaganda da mentira sempre fez parte diabolizar a Grécia (quantos não  se indignaram a seu tempo porque íamos "ajudar" esses malandros). Este é  o&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.presseurop.eu/pt/content/article/978511-um-verdadeiro-genocidio-financeiro" style="text-decoration: underline;" target="_blank"&gt;depoimento&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de "um jurista de Viena, que tem um apartamento em Atenas". Sublinhados e comentário entre [] meus:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: blue; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Helvetica,Arial,sans-serif; line-height: 1.4em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Há 16 meses que tenho casa em Atenas e vivi&lt;em&gt; in loco&lt;/em&gt;  esta situação dramática. Ouvem-se queixas de que os planos económicos  não vão funcionar porque as receitas fiscais caíram. Põe-se em causa a  vontade dos gregos economizarem. Que surpresa! Vejamos alguns factos:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: blue; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Helvetica,Arial,sans-serif; line-height: 1.4em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;- &lt;strong&gt;Redução de salários e de pensões&lt;/strong&gt; até 30%.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: blue; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Helvetica,Arial,sans-serif; line-height: 1.4em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;- Redução do salário mínimo para 600 euros. &lt;em&gt;[algo de que estamos safos, &amp;nbsp;deve descer só uns 10%]&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: blue; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Helvetica,Arial,sans-serif; line-height: 1.4em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;- &lt;strong&gt;Dramática subida de preços&lt;/strong&gt;  (combustível doméstico + 100; gasolina + 100%,&amp;nbsp;electricidade,  aquecimento, gás, transportes públicos + 50%) ao longo dos últimos 15  meses.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;Resgate da UE de 97% volta para a UE &lt;a class="ecxmore-link" href="http://aventar.eu/2011/10/18/como-ficara-portugal-em-2012-como-esta-agora-a-grecia/#more-1124386" style="color: #0088cc; color: #2585b2; text-decoration: none; text-decoration: underline;" target="_blank"&gt;Ler mais deste post&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-6716397096398007744?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/6716397096398007744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=6716397096398007744' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6716397096398007744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6716397096398007744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/10/como-ficara-portugal-em-2012-como-esta.html' title='Como ficará Portugal em 2012? como está agora a Grécia‏'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-8238459284820113378</id><published>2011-10-10T04:59:00.001-07:00</published><updated>2011-10-10T04:59:59.031-07:00</updated><title type='text'>Pago mas que fique claro que ninguém me perguntou nada e já agora aqui ninguém é estúpido</title><content type='html'>&lt;div style="color: blue; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Helvetica,Arial,sans-serif; line-height: 1.4em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Tenho  19 anos, nasci em 1992, e pretendo pagar, porque aparentemente&amp;nbsp;vivi  acima das minhas possibilidades, não sei se quando pedi bonecos &amp;nbsp;para  brincar, ou ovos de chocolate, se quando era Verão e fui&amp;nbsp;demasiadas  vezes à praia ou se mais tarde quando cometi o terrível&amp;nbsp;erro (erro pois  ao contrário de ser coisa normal ler livros é coisa&amp;nbsp;estranha para  "crianças" do ensino básico e secundário") de começar a&amp;nbsp;pedir livros,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Helvetica,Arial,sans-serif; line-height: 1.4em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;talvez  agora as crianças/adolescentes que os peçam já&amp;nbsp;não os possam ter e vai  daí se calhar nem é mau é da maneira que&amp;nbsp;crescem sem se importarem com o  futuro, com o que se está a passar com&amp;nbsp;o país deles e ao fazerem os 18  anos de idade, optarem por não votarem&amp;nbsp;e por não se importarem,  sinceramente, não sei em qual das minhas&amp;nbsp;brincadeiras de criança estava a  viver acima das minhas possibilidades&amp;nbsp;mas agora já tenho 19 anos e  pedem-me sacrifícios, e pedem-me para&amp;nbsp;pagar as contas feitas no passado e  eu não me importo, mas acho triste&amp;nbsp;esta mudança de slogans dantes era o  "As crianças são o Futuro!!!",&amp;nbsp;agora é "As crianças que paguem no  futuro, os erros de agora!!!", mas&amp;nbsp;é engraçado ver como a transição  entre os programas desde os desenhos&amp;nbsp;animados vistos ainda em criança  aos programas de humor mais tarde e&amp;nbsp;depois ir crescendo e ver "Olha, ha ha ,  isto continua a ser realmente&amp;nbsp;muito ridículo e engraçado!!!" com caso  atrás de caso alguns tão&amp;nbsp;ridículos que deviam chocar e indignar as  pessoas e que apenas as&amp;nbsp;fazem levantar os olhos, ver, dizer e pensar" É o  costume "e voltarem a&amp;nbsp;baixar os olhos, foram vencidos por cansaço já  não se importam, só&amp;nbsp;querem chegar ao fim do mês e ter dinheiro para  pagar as contas ou ao&amp;nbsp;menos dinheiro para poderem ir trabalhar no dia a  seguir (pois porque&amp;nbsp;ir trabalhar também já custa muito, numa altura em  que falam que é&amp;nbsp;preciso baixar o preço do trabalho, mas aumentam o preço  para ir para&amp;nbsp;o trabalho). Pois eu pago as contas que fizeram em meu  nome, mas que&amp;nbsp;não me venham dizer que fui culpado, ou que vivi acima das  minhas&amp;nbsp;possibilidades, e já agora aqui ninguém é estúpido, não venham  falar para a TV em recapitalização da banca ou redução disto e daquilo  como se fosse um assunto puramente técnico e que até não vai afectar ninguém, eu pago a conta mas sei que  foi por irresponsabilidade&amp;nbsp;de quem as fez e de quem pretende fazê-las  ainda maiores para mais tarde os meus descendestes as pagarem também,  sem ninguém lhes ter perguntado nada.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #444444; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 1.4em; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #444444; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 1.4em;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Alexandre Teles&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-8238459284820113378?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/8238459284820113378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=8238459284820113378' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/8238459284820113378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/8238459284820113378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/10/pago-mas-que-fique-claro-que-ninguem-me.html' title='Pago mas que fique claro que ninguém me perguntou nada e já agora aqui ninguém é estúpido'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-2121254688467159168</id><published>2011-10-09T07:30:00.001-07:00</published><updated>2011-10-09T07:30:52.643-07:00</updated><title type='text'>Mas que "merda" de acordo...</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #1f497d; font-family: Tahoma; font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: #1f497d; font-family: Tahoma; font-size: 18.0pt; font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Quando eu escrevo a palavra acção, por magia ou pirraça, o computador retira automaticamente o C na pretensão de me ensinar a nova grafia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forma que, aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio vou tirando as consoantes que, ao que parece, estavam a mais na língua portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custa-me despedir-me daquelas letras que tanto fizeram por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São muitos anos de convívio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes CCC's e PPP's me acompanharam em tantos textos e livros desde a infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primária, por vezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da professora:&amp;nbsp; - não te esqueças de mim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem diz, sei que não falas, mas ainda bem que estás aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora as palavras já nem parecem as mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é ser proativo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custa-me admitir que, de um dia para o outro, passei a trabalhar numa redação, que há espetadores nos espetáculos e alguns também nos frangos, que os atores atuam e que, ao segundo ato, eu ato os meus sapatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois há os intrusos, sobretudo o R, que tornou algumas palavras arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caíram hifenes e entraram RRR's que andavam errantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma união de facto, e &amp;nbsp;para não errar tenho a obrigação de os acolher como se fossem família. Em 'há de' há um divórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não se entendem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os EEE's passaram a ser gémeos, nenhum usa ( ^^^) chapéu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os meses perderam importância e dignidade; não havia motivo para terem privilégios. Assim, temos &amp;nbsp;janeiro, fevereiro, março, são tão importantes como peixe, flor, avião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se estou a ser suscetível, mas sem P, algumas palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que já não tenham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As palavras transformam-nos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um menino que muda de escola, sei que vou ter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do C não me faça perder a direção, nem me fracione, e&amp;nbsp;nem quero tropeçar em algum objeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem atuante com um C a atrapalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só não percebo porque é que temos que ser NÓS a alterar a escrita, se a LÍNGUA É NOSSA ...? ! ? ! ?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-2121254688467159168?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/2121254688467159168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=2121254688467159168' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/2121254688467159168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/2121254688467159168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/10/mas-que-merda-de-acordo.html' title='Mas que &quot;merda&quot; de acordo...'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-1331524980285559985</id><published>2011-10-07T06:08:00.001-07:00</published><updated>2011-10-07T06:08:47.612-07:00</updated><title type='text'>Acordo Ortográfico‏</title><content type='html'>&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="ecxapple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.5pt;"&gt;Já tinha reparado e pensado nisto, e, concordo em absoluto!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="color: #990000;"&gt;  &lt;/b&gt;        &lt;div style="color: #990000;"&gt;  &lt;div class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="color: #990000;"&gt;  &lt;/b&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: #990000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="color: #990000;"&gt;  &lt;/b&gt;                                        &lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;Nos nossos sete, oito e nove anos tínhamos que fazer aqueles malditos ditados que as professoras se orgulhavam de leccionar. A partir do terceiro erro de cada texto, tínhamos que aquecer as mãos para as dar à palmatória. E levávamos reguadas com erros destes: "ação", "ator", "fato" ("facto"), "tato" ("tacto"), "fatura", " reação", etc, etc... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="color: #990000;"&gt;  &lt;/b&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: #990000; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;Com o novo acordo ortográfico, voltam a vencer-nos, pois nós é que temos que nos adaptar a eles e não ao contrário. Ridículo... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="color: #990000;"&gt;  &lt;/b&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: #990000; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;Mas, afinal de onde vem a origem das palavras da nossa Língua? Do Latim!! E desta, derivam muitas outras línguas da Europa. Até no Inglês, a maior parte das palavras derivam do latim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="color: #990000;"&gt;  &lt;/b&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: #990000; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;Então, vejam alguns exemplos:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="color: #990000;"&gt;  &lt;/b&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" class="ecxMsoNormalTable" style="border-collapse: collapse; color: #990000; width: 574px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="border: solid black 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 61.5pt;" valign="top" width="82"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em   Latim&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-left: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em   Francês&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-left: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.6pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em   Espanhol&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-left: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em   Inglês&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-left: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Até   em Alemão, reparem:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-left: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 73.05pt;" valign="top" width="97"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Velho   Português (o que desleixámos)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-left: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 70.15pt;" valign="top" width="94"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O   novo Português (o importado do Brasil)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 61.5pt;" valign="top" width="82"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;teur&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.6pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="DE" style="font-size: 10pt;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="DE" style="font-size: 10pt;"&gt;k&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="DE" style="font-size: 10pt;"&gt;teur&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 73.05pt;" valign="top" width="97"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 70.15pt;" valign="top" width="94"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Ator&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 61.5pt;" valign="top" width="82"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Fa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Fa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;teur&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.6pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Fa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Fa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Fa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;k&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 73.05pt;" valign="top" width="97"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Fa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 70.15pt;" valign="top" width="94"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Fator&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 61.5pt;" valign="top" width="82"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Ta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;t&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.6pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Ta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;to&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Ta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;t&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="DE" style="font-size: 10pt;"&gt;Ta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="DE" style="font-size: 10pt;"&gt;k&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="DE" style="font-size: 10pt;"&gt;t&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 73.05pt;" valign="top" width="97"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Ta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;to&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 70.15pt;" valign="top" width="94"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Tato&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 61.5pt;" valign="top" width="82"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Rea&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;Réa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;teur&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.6pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Rea&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Rea&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="DE" style="font-size: 10pt;"&gt;Rea&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="DE" style="font-size: 10pt;"&gt;k&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="DE" style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 73.05pt;" valign="top" width="97"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Rea&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 70.15pt;" valign="top" width="94"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Reator&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 61.5pt;" valign="top" width="82"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Se&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;Se&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;teur&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.6pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Se&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Se&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Se&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;k&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 73.05pt;" valign="top" width="97"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Se&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 70.15pt;" valign="top" width="94"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Setor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 61.5pt;" valign="top" width="82"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Prote&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;Prote&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;teur&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.6pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Prote&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Prote&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Prote&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;k&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 73.05pt;" valign="top" width="97"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Prote&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 70.15pt;" valign="top" width="94"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Protetor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 61.5pt;" valign="top" width="82"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Sele&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tion&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Selé&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tion&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.6pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Sele&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;cion&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Sele&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tion&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 73.05pt;" valign="top" width="97"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Sele&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;ção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 70.15pt;" valign="top" width="94"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Seleção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 61.5pt;" valign="top" width="82"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;Exa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;te&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.6pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Exa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;ta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Exa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;t&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 73.05pt;" valign="top" width="97"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Exa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;to&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 70.15pt;" valign="top" width="94"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Exato&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 61.5pt;" valign="top" width="82"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Exce&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;té&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.6pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Exce&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;to &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Exce&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;t&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 73.05pt;" valign="top" width="97"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Exce&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;to&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 70.15pt;" valign="top" width="94"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Exceto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 61.5pt;" valign="top" width="82"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="LA" style="font-size: 10pt;"&gt;Ba&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="LA" style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="LA" style="font-size: 10pt;"&gt;tismus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;Ba&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;tême&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.6pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Ba&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tism&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 73.05pt;" valign="top" width="97"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Ba&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;tismo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 70.15pt;" valign="top" width="94"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Batismo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 61.5pt;" valign="top" width="82"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;Exce&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;tion&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.6pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Exce&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;ción&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;Exce&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;tion&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 73.05pt;" valign="top" width="97"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Exce&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;ção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 70.15pt;" valign="top" width="94"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Exceção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="border-color: currentColor; border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 61.5pt;" valign="top" width="82"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;timus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;timum &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.6pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-size: 10pt;"&gt;timum&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 56.4pt;" valign="top" width="75"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 73.05pt;" valign="top" width="97"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Ó&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;timo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-color: currentColor; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 70.15pt;" valign="top" width="94"&gt;   &lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Ótimo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b style="color: #990000;"&gt;  &lt;/b&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: #990000; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;Conclusão: na maior parte dos casos, as consoantes mudas das palavras destas línguas europeias mantiveram-se tal como se escrevia originalmente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="color: #990000;"&gt;  &lt;/b&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: #990000; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;Se a origem está na Velha Europa, porque é temos que imitar os do outro lado do Atlântico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="color: #990000;"&gt;  &lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;Mais um crime na Cultura Portuguesa e, desta vez, provocada pelos nossos intelectuais da Língua de Camões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-1331524980285559985?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/1331524980285559985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=1331524980285559985' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/1331524980285559985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/1331524980285559985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/10/acordo-ortografico.html' title='Acordo Ortográfico‏'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-6818973956918956215</id><published>2011-10-04T10:04:00.001-07:00</published><updated>2011-10-04T10:04:17.385-07:00</updated><title type='text'>DESABAFO</title><content type='html'>&lt;div&gt;       &lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #632423; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #632423; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;Na fila do supermercado, o caixa diz       uma senhora idosa:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;- A senhora&amp;nbsp;deveria trazer suas próprias       sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não&amp;nbsp;são       amigáveis com o ambiente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;A senhora pediu desculpas e disse: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;- Não havia essa onda verde no meu tempo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;O empregado respondeu: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha       senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;- Você está certo - responde a velha senhora -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: green; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: green; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;nossa geração não se preocupou adequadamente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt; com o ambiente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #632423; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #632423; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;Naquela época, as garrafas de leite,       garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e       esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas,       usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: green; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: green; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;Realmente não nos preocupamos com o ambiente no       nosso tempo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #632423; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #632423; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;Subíamos as escadas, porque não havia       escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o       comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a       cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;Mas você está certo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: green; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: green; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;Nós não nos preocupávamos com o ambiente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #632423; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #632423; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;Até então, as fraldas de bebês eram lavadas,       porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita       por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia       solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos       usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas       sempre novas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;Mas é verdade: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: green; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: green; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio       em casa, e não uma TV em cada quarto. &lt;span style="background: white;"&gt;E&lt;/span&gt;&lt;span style="background: white;"&gt; a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não       um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos       porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando       embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado       para protegê-lo, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #632423; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #632423; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco       séculos para começar a degradar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt; Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas       para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia       músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma       academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;Mas você tem razão: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: green; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: green; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;não havia naquela época preocupação com o ambiente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos       com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam       os oceanos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #632423; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #632423; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao       invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar       fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina       ficou sem corte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde       ou&amp;nbsp;ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola,       ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos       só&amp;nbsp; uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada       parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de       um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço,       só para encontrar a pizzaria mais próxima. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 13.5pt;"&gt;Então, não é risível que a atual geração fale tanto       em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa       em viver um pouco como na minha época?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-6818973956918956215?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/6818973956918956215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=6818973956918956215' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6818973956918956215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6818973956918956215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/10/desabafo.html' title='DESABAFO'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-6744201546799335704</id><published>2011-09-21T06:55:00.001-07:00</published><updated>2011-09-21T06:55:27.417-07:00</updated><title type='text'>Operação STOP...‏</title><content type='html'>&lt;span style="color: #804040; font-size: 14pt;"&gt;Ontem à noite, depois de sair com um grupo de amigos, fomos mandados parar por uma brigada de trânsito da BT.&lt;br /&gt;Até certo ponto, achamos normal por se tratar de um fim-de-semana e ser costume haver a caça ao condutor com álcool.&lt;br /&gt;Depois de o condutor soprar no balão, qual o nosso espanto quando o polícia pergunta se temos leitor de CD no carro.&lt;br /&gt;Tínhamos leitor de CD e logo a seguir pediu-nos para ver os CD's que  tínhamos no carro, para ver se eram cópias ! !!! Sobre isto, já eu tinha  ouvido falar num mail que recebi recentemente (ver mais abaixo).&lt;br /&gt;O que é incrível é que, depois dos CD's, o polícia manda-nos sair do carro e começa a olhar para a nossa roupa ! Verídico !!!&lt;br /&gt;Nisto, chama uma mulher-polícia para junto das minhas colegas e um outro  polícia para junto de nós e... PEDEM-NOS PARA VER A ETIQUETA DAS NOSSAS  ROUPAS!&lt;br /&gt;Recusámo-nos imediatamente e eles informaram-nos que, naquela operação Stop, estava incluída uma busca por contrafacção !!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos meus colegas tinha um casaco Paul &amp;amp; Shark, comprado na  feira de Espinho, e as Autoridades identificaram-no e vai ser punido!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #804040; font-size: 14pt;"&gt;O  meu colega e todos outros como não conhecem a lei já contactou o  advogado e este informou-o de que o que os policias fizeram está dentro  da lei!&lt;br /&gt;Pelos vistos, quando compramos roupa na feira, sabemos que estamos a comprar material ilegal e isso é crime!&lt;br /&gt;Estamos a pactuar com uma actuação fora da lei e por isso sujeitos a coimas por conivência de forma de delito.&lt;br /&gt;Pelo que percebemos, só algumas marcas é que estão sujeitas a  fiscalização, tipo, bolsas Gucci, óculos Channel, roupas&amp;nbsp; Nike, Gant,  Louis Vuitton, etc etc.&lt;br /&gt;Façam chegar este mail a toda a gente para que todos saibam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A GNR-BT, nos auto-stops, começou a fiscalizar os CD's piratas que  temos no carro. Se os CDs não forem originais ou então se não possuímos o  original que deu origem à cópia, (é permitido por lei efectuar UMA  cópia de segurança), a viatura pode ser apreendida e sujeitamo-nos às  respectivas sanções.&lt;br /&gt;Retirem urgentemente os CD's piratas do carro, não vá o diabo tece-las.&lt;br /&gt;Este  controlo foi efectuado no fim de semana, na A1 no Norte de Portugal mas  segundo as autoridades vai estender-se por todo Pais........e esta  hennnnnnnnnnnnn&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #483702; font-size: 14pt;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-6744201546799335704?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/6744201546799335704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=6744201546799335704' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6744201546799335704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6744201546799335704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/09/operacao-stop.html' title='Operação STOP...‏'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-4993284429974335939</id><published>2011-09-11T09:58:00.001-07:00</published><updated>2011-09-11T09:58:38.488-07:00</updated><title type='text'>ACONTECEU NO BARREIRO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://barreiroweb.com/bweb/wp-content/uploads/2011/09/animaveraovederena.jpg" rel="lightbox[3443]"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-medium wp-image-3444" height="224" src="http://barreiroweb.com/bweb/wp-content/uploads/2011/09/animaveraovederena-300x224.jpg" title="animaveraovederena" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Ao  invés das “partituras” de música ao vivo que nos é dada diariamente  pelos “artistas” bem remunerados (digo alguns comentadores) através da  “caixinha mágica” e integradas no espetáculo da governação, devidamente  orientada por “treinadores” importados e bem pagos que, ainda por cima, é  provável que tenham algum patrocínio de umas agências que controlam à  distância a actividade “artística” dos ditos e assumem a “honra” de  classificar o grande palco nacional de lixo. Pois é, o chefe bem  prometeu que se fosse eleito, seria o único, o exclusivo, o predestinado  a promover o palco nacional , a acreditação positiva nos “mercados” da  especulação financeira, mas não, saiu tudo ao contrário, como, aliás,  estava&amp;nbsp; previsto.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Mas vamos à boa e sã música. Ontem nove  de Setembro, as notas, não as que enchem os bolsos, mas as musicais  portadoras &amp;nbsp;de alegria, da sonoridade da música POP, ROCK e FOLK,  aconteceram na FREGUESIA DA VERDERENA, cidade do BARREIRO. O palco  pequeno mas&amp;nbsp; limpo e organizado, no espaço do evento não havia lugar  para comparações com o grande palco. Foi um espetáculo acessível a todas  as bolsas (sem especulações nem explorações) em que a participação do  público, em bom número, se geminou com os artistas numa aura solidária,  alegre e fraterna.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A arte e mestria do violinista CARLOS  SANTA CLARA&amp;nbsp; combinou na perfeição com a voz e o som da guitarra rítmica  do irlandês PETE CARROL deliciaram a plateia e, naquele breve momento  de duas horas, ninguém se lembrou de crises-&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;AH !!! NÃO SE ESQUEÇAM DO DIA 1 DE OUTUBRO !!!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-4993284429974335939?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/4993284429974335939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=4993284429974335939' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/4993284429974335939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/4993284429974335939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/09/aconteceu-no-barreiro.html' title='ACONTECEU NO BARREIRO'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-5185705681549399758</id><published>2011-09-09T06:37:00.000-07:00</published><updated>2011-09-09T06:37:39.453-07:00</updated><title type='text'>Fortuna de Kadafi chega a US$ 70 bi</title><content type='html'>&lt;div style="color: blue; margin-bottom: 12pt;"&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; line-height: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Filho  de um pastor beduíno, Muamar Kadafi usou o petróleo, corrupção e  opressão para construir um fundo de investimentos de US$ 70 bilhões, que  hoje tem seus tentáculos em todos os sectores e regiões do mundo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; margin-bottom: 12pt;"&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; line-height: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Ainda  que o dinheiro venha do petróleo do país, o sector financeiro  internacional considera a Autoridade de Investimentos da Líbia como uma  empresa da família Kadafi. A eventual queda do ditador, portanto,  poderia ter repercussões para dezenas de empresas pelo mundo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; margin-bottom: 12pt;"&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; line-height: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Sem  distribuir os recursos à população, a família Kadafi rapidamente  acumulou uma fortuna e diversificou seus negócios. Seu fundo acumulou  ainda lucros de US$ 2,5 bilhões em apenas quatro anos. Em 2010, comprou  por quase US$ 400 milhões 3% das ações da Pearson, empresa que está por  trás do Financial Times.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; margin-bottom: 12pt;"&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; line-height: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Na  Grã-Bretanha, que hoje patrocina uma resolução na ONU contra Kadafi, o  líbio ainda comprou uma série de propriedades. Na Rua Oxford, o ditador  pagou mais de US$ 200 milhões pelo famoso edifício conhecido como  Portman House.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; margin-bottom: 12pt;"&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; line-height: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Nos  EUA, o Grupo Carlyle é parte dos parceiros do fundo de Kadafi, que  também investe no sector têxtil da África. Em ações pelo mundo, o fundo  ainda investiu US$ 1,5 bilhão. Na Áustria, a empresa de Kadafi comprou  10% da maior fabricante de tijolos do mundo, a Wienerberger.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; margin-bottom: 12pt;"&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; line-height: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Na  Itália, a presença de Kadafi é ainda mais impressionante. Não por  acaso, a bolsa de Milão é a que mais sofre com a crise em Trípoli. De  ex-colônia italiana, a Líbia passou a ajudar empresas de Roma e Turim.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; margin-bottom: 12pt;"&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; line-height: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Em  pelo menos três ocasiões, salvou a Fiat de graves problemas  financeiros. A última vez foi em 2002, quando Kadafi comprou 2% da  empresa. Os líbios detêm 7,5% do UniCredit, um dos maiores bancos da  Itália, além de 2% no principal grupo industrial de armamento,  Finmeccanica.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; margin-bottom: 12pt;"&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; line-height: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;O  líbio tem 7,5% das ações da Juventus, o time com maior número de  títulos do futebol italiano. Isso, claro, para que seu filho fosse  escalado para algumas partidas como jogador.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; margin-bottom: 12pt;"&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; line-height: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Na  África, os investimentos em telecomunicações começaram em 2007, como em  Uganda e outros sete países. Ainda comprou 24% da empresa Circle Oil,  responsável pela exploração de gás no Egito, Marrocos, Namíbia, Omã e  Tunísia.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="margin-bottom: 12pt;"&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div style="background: white; line-height: 12pt;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;No  Brasil, os responsáveis pelo fundo buscam terras e afirmam que teriam  US$ 500 milhões para gastar, segundo fontes da Câmara Brasil-Países  Árabes.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 12pt;"&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div style="background: white; line-height: 12pt;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-size: 10pt;"&gt;&lt;img alt="http://www.estadao.com.br/fotos/fortuna_kadafi.gif" height="976" src="http://157.55.43.18/att/GetInline.aspx?messageid=164b4ce9-d996-11e0-af46-00215ad6a9f4&amp;amp;attindex=0&amp;amp;cp=-1&amp;amp;attdepth=0&amp;amp;imgsrc=cid%3aimage001.gif%4001CC6D47.9027BA10&amp;amp;shared=1&amp;amp;hm__login=j-m62&amp;amp;hm__domain=hotmail.com&amp;amp;ip=10.211.32.8&amp;amp;d=d4377&amp;amp;mf=0&amp;amp;hm__ts=Fri%2c%2009%20Sep%202011%2013%3a27%3a11%20GMT&amp;amp;st=j-m62&amp;amp;hm__ha=01_3d156a651666fce36af9585cf9b0f53f1a2443b4017bd0a0b9a7030de3033796&amp;amp;oneredir=1" width="620" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #1f497d; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-5185705681549399758?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/5185705681549399758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=5185705681549399758' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/5185705681549399758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/5185705681549399758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/09/fortuna-de-kadafi-chega-us-70-bi.html' title='Fortuna de Kadafi chega a US$ 70 bi'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-7521564120049908353</id><published>2011-08-15T06:37:00.000-07:00</published><updated>2011-08-15T06:37:34.150-07:00</updated><title type='text'>Paradigma da expansão cósmica</title><content type='html'> 	&lt;div id="content"&gt; 			 	 &lt;div class="post" id="body"&gt; 		&lt;div class="more" style="width: 200px;"&gt; 		&lt;img src="http://www.agencia.fapesp.br/fotos/2011/33/foto_dentro14330_1.jpg" /&gt;&lt;div class="legend" style="color: #cc0000;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Estudo  feito no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da  USP indica que a velocidade de expansão do Universo pode estar  diminuindo (Nasa)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="network"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;O Universo está se expandindo, mas não  necessariamente de forma acelerada como aponta o modelo cosmológico mais  aceito pelos especialistas, o Lambda-CDM (&lt;i&gt;Cold Dark Matter&lt;/i&gt;). É o  que propõe uma pesquisa realizada no Instituto de Astronomia, Geofísica  e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Segundo Antônio Cândido de Camargo Guimarães, autor do estudo publicado no periódico &lt;i&gt;Classical and Quantum Gravity&lt;/i&gt;,  houve uma fase de expansão acelerada, que seria recente. “Mas hoje esse  estado não é tão certo. É possível que a aceleração já esteja  diminuindo”, disse à &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Agência FAPESP.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A pesquisa, parte do projeto &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.bv.fapesp.br/pt/bolsas/49184/investigacao-distribuicao-materia-escura-atraves" target="_blank"&gt;"Investigação da distribuição de matéria escura através de seus efeitos como lentes gravitacionais"&lt;/a&gt;,  supervisionada por José Ademir Sales de Lima, professor do IAG, contou  com apoio da FAPESP na modalidade Bolsa de Pós-Doutorado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Guimarães conta que há cerca de dez anos a expansão acelerada do  Universo se tornou consenso na comunidade científica a partir de  observações de explosões de supernovas 1a, cujo brilho era menor do que  se esperava. Para descrever essa rápida expansão, os cientistas adotaram  o Lambda-CDM. Esse modelo cosmológico se baseia na existência de uma  “energia escura”, que corresponderia a 70% da composição do Universo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“A energia escura é um ente físico muito especulativo. Há algumas  hipóteses e ideias, mas não se sabe qual a natureza dela”, destacou o  astrônomo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Em sua pesquisa, Guimarães diz que a ideia foi descrever a expansão  de forma independente de modelos de energia escura. Para isso, usou a  chamada abordagem cosmográfica. Esse método se baseia na descrição da  expansão cósmica como uma somatória de termos em função do &lt;i&gt;redshift&lt;/i&gt; (medida da velocidade de afastamento) das supernovas, que é usado para traçar o brilho estelar (indicando a distância).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;As supernovas foram divididas em três grupos: antigas, recentes e  muito recentes. Por meio das análises cosmográficas, o pesquisador  observou que, quanto mais recente os eventos das supernovas, maior era a  probabilidade da atual desaceleração do Universo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“O modelo Lambda-CDM diz que a aceleração tende sempre a aumentar. É  interessante, pois nosso trabalho questiona esse paradigma, que usa uma  forma particular para a energia escura para descrever a expansão  cósmica”, disse Guimarães.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;O artigo &lt;i&gt;Could the cosmic acceleration be transient? A cosmographic evaluation&lt;/i&gt; (doi:10.1088/0264-9381/28/12/125026), de Antônio Cândido de Camargo Guimarães e José Ademir Sales de Lima, pode ser lido na &lt;i&gt;Classical and Quantum Gravity&lt;/i&gt; em:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://iopscience.iop.org/0264-9381/28/12/125026/" target="_blank"&gt;iopscience.iop.org/0264-9381/28/12/125026&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-7521564120049908353?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/7521564120049908353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=7521564120049908353' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/7521564120049908353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/7521564120049908353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/08/paradigma-da-expansao-cosmica.html' title='Paradigma da expansão cósmica'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-6205585195368431143</id><published>2011-08-11T07:14:00.000-07:00</published><updated>2011-08-11T07:14:04.153-07:00</updated><title type='text'>O racismo</title><content type='html'>&lt;div style="color: black; font-family: Georgia,Helvetica,Arial,Sans-Serif; font-size: 13px; line-height: 140%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;Não  acredito no senso comum das pessoas quando afirmam que existem povos  racistas. Não existem povos racistas. Dentro de cada da comunidade  existem sim pessoas racistas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;O povo  Britânico, analisado como um todo pela minha perspectiva, não pode ser  considerado um povo racista. Não o é, assim como não são os Belgas, os  Suiços, os Portugueses, os Espanhóis, os Russos ou os Turcos. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;A  vivência com povos de outras nacionalidades e de outras raças, assume  desde logo a possibilidade de redundar em dois pólos comportamentais  totalmente antagónicos: o comportamento racista provocado pelo  comportamento negativo de um cidadão nacional que olha com estranheza,  afronta ou inimizade a personalidade, os valores, as tradições e a  cultura do cidadão de outra nacionalidade que chega ao seu meio social e  o comportamento positivo por parte do cidadão que se mostra interessado  em interagir com cidadãos de outras nacionalidades como forma de  hospitalidade, partilha de ideias, partilha de conhecimentos e de certa  forma, na promoção da integração do cidadão estrangeiro no meio social  ao qual o mesmo acaba de chegar. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;São os  valores do indíviduo e a sua própria situação pessoal e a prática  executada pelas instituições, os critérios fundamentais que irão guiar a  sua interacção comportamental com estrangeiros.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;Se o  cidadão nacional não tem emprego e procura-o com intensidade, verá com  maus olhos a escolha de um estrangeiro para o seu lugar. Se ao cidadão  nacional são cortados benefícios sociais, é normal que este se venha a  sentir revoltado com o facto de existirem estrangeiros com tais  benefícios garantidos pelo Estado do qual é cidadão. Se existe muita  criminalidade no país, o cidadão nacional há de sempre atirar as culpas  para o cidadão estrangeiro. A culpa do crime, da mendicidade, da  degradação dos valores comungados por toda uma comunidade em prol da  entrada de novos valores trazidos por emigrantes serão sempre uma arma  de arremesso para o cidadão nacional preservar a identidade do seu país e  arranjar um bode expiatório para algo que esteja a correr mal no seu  meio social. Tal ideia não poderia estar errada, tais comportamentos não  podem estar mais errados. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;O  comportamento integracionista é e sempre será a melhor forma de  preservar uma determinada sociedade perante a entrada de uma grande  quantidade de cidadãos estrangeiros no seu território. Quando digo que é  a melhor forma, digo-o com o claro sentido que é mais importante que a  própria imposição de leis. Leis que como se sabe, acabam ser criadas  através do consenso de valores comungados socialmente por todos os  cidadãos nacionais. Um cidadão estrangeiro totalmente integrado numa  sociedade que não é a sua tenderá a não só evoluir como pessoa como a  escapar a práticas de vida marginais e como tal à própria exclusão  social. Os cidadãos nacionais e o próprio país terão a ganhar com o  comportamento integracionista. Cada cidadão estrangeiro devidamente  integrado, será uma nova fonte de descobertas sobre outras culturas,  tradições, línguas e conhecimento assim como será mais uma pessoa com  interesse em evoluir numa determinada profissão de modo a melhorar a sua  situação de vida, criar riqueza para o país de acolhimento.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;Se o  cidadão nacional tomar consciência do facto deste planeta pertencer a  todos os homens e como tal ser perfeitamente legítimo que cidadãos de  outros países tentem melhorar as suas condições de vida fora da sua  prática, teremos o comportamento integracionista. Se não tiver em conta  esse facto, teremos um comportamento racistas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;Por  outro lado, o papel das instituições criadas em determinada sociedade  serão também elas determinantes. Começando pela educação, acabando nas  instituições e fundações que regem o trabalho, a segurança social e a  habitação. É nesse nicho onde se consegue perceber que são as  instituições que estão a falhar por completo: nas escolas, a política de  ensino da tolerância e da hospitalidade aos que não são cidadãos do  nosso país como forma de preservar a paz e coesão social não está a  surtir efeitos; a sociedade através das suas instituições continua a&amp;nbsp;  encaminhar os emigrantes para uma vida de marginalidade descrminando-o  (de forma negativa) no livre acesso ao trabalho, na remuneração  (pagando-lhes menos do que o cidadão nacional que executa as mesmas  tarefas) e obviamente na colocação de cidadãos da mesma raça ou da mesma  nacionalidade em bairros degradados, promovendo portanto a exclusão  social e como tal, a fome, o crime, a pobreza e a violência. A fome gera  violência, as necessidades criadas entre as pessoas pelos hábitos  consumistas levam a que estas desesperem quando não as conseguem  satisfazer e tais necessidades (não realizadas) geram mais violência. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;Em  alguns países da europa, a colocação de cidadãos de países rivais dentro  do mesmo bairro é outra das formas de criação de violência e  instabilidade social. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;É  basicamente o que se passa no Reino Unido. Uma experiência multicultural  (já assumida pelo governo) completamente falhada. Desde a educação à  política de habitação e gestão de conflitos dentro de portas. Fala-se em  segregação racial. Não creio que se trate propriamente de segregação  racial pura e dura como aquela que aconteceu nos países africanos após a  descolonização. Prefiro apelidar o comportamento britânico como  tentativa de superioridade moral dos seus cidadãos em relação aos  cidadãos estrangeiros que vivem e trabalham no seu território.E essa  tentativa também provoca exclusão social e marginalidade. Principalmente  quando a austeridade aperta e as medidas de protecção social diminuem, o  que é o caso Britânico.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 style="padding-bottom: 6px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-6205585195368431143?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/6205585195368431143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=6205585195368431143' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6205585195368431143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6205585195368431143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/08/o-racismo.html' title='O racismo'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-535786819250704916</id><published>2011-08-05T14:02:00.000-07:00</published><updated>2011-08-05T14:02:23.813-07:00</updated><title type='text'>CARTA ABERTA AO DR. PEDRO PASSOS COELHO</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Caro Dr. Pedro Passos Coelho&lt;br /&gt;Presidente do PSD e Primeiro-Ministro de Portugal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É chocante o &lt;/b&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=25281"&gt;convite a Mário Soares para ser um dos oradores na Universidade de Verão da JSD&lt;/a&gt;, que decorrerá &lt;a href="http://www.jsd.pt/noticias.php?id=254"&gt;de 29 de Agosto a 4 de Setembro de 2011, em Castelo de Vide&lt;/a&gt;   (e que tem ainda o Eng.º Ângelo Correia como conferencista, em   31-8-2011). O convite é chocante por causa do País e por causa do PSD. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa do País. Mário Soares é: o responsável-mor pela tragédia de   guerras civis e fuga apressada da «descolonização exemplar» - da Guiné a   Timor - e provocador do mau relacionamento com os novos países   africanos independentes; o causador da instabilidade governativa   permanente; o instituidor do &lt;/b&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;sistema&lt;/em&gt;  promíscuo - entre poder  político, poder financeiro, poder judicial e  poder mediático - que  transformou o País num pântano insalubre; o chefe  máximo do &lt;em&gt;meta-sistema&lt;/em&gt; que nos oprime; o controlador de &lt;em&gt;media&lt;/em&gt;   e perseguidor de jornalistas (lembre-se, por exemplo, o caso de  Joaquim  Vieira); o pseudo-monarca que tentou impor a sua dinastia  política à  democracia portuguesa; e o percursor do Estado socialista,  que levou  Portugal à beira da ruína.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa do PSD. Mário Soares é: o arqui-adversário do partido, desde   1974; o homem que vilipendiou soezmente Francisco Sá-Carneiro e Snu   Abecassis; o insidioso apoiante da divisão do Partido, através da ASDI; a   principal &lt;/b&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;força de bloqueio&lt;/em&gt;,  enquanto enviesado Presidente da  República, ao desenvolvimento do País  liderado por Aníbal Cavaco Silva; o  patrono da ascensão de José  Sócrates ao poder, aproveitando - sem pudor  - o impacto político dos  crimes horrendos de abuso sexual de crianças  da Casa Pia; o defensor de  Sócrates &lt;em&gt;à outrance&lt;/em&gt;, até ao fim e  depois do fim; o apoiante  da ensaiada candidatura presidencial de  Sócrates em 2011 (manobra  prevista neste blogue &lt;a href="http://doportugalprofundo.blogspot.com/"&gt;Do Portugal Profundo&lt;/a&gt;,   em 22-10-2009, e que Soares confirma na entrevista ao Expresso, de   30-7-2011), uma candidatura que agora pretende pré-lançar para 2016; e o   reorganizador da tutela socialista sobre o Estado de direito e o  regime  democrático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soares não pode ser legitimado pelo PSD, nesta ocasião e noutras, como   pai do regime político português, numa posição de tutela sobre o próprio   PSD e o Estado, acima do Presidente da República Cavaco Silva, uma   espécie de padrinho de uma coligação oculta com o Partido Socialista, e   sob o seu comando, que só permitiria ao PSD governar sujeito ao  aparelho  que o socratismo deixou a minar o Estado. É precisamente Mário  Soares o  adversário maior deste Governo PSD-CDS.&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é tolerável a sugestão doce de compromisso com os socialistas sobre a   porcaria: é urgente a limpeza do Estado. Não consta que, para lá da   reserva ao apuramento do défice e dívida reais de Portugal nesta época   de turbulência dos mercados financeiros, a União Europeia e o FMI se   oponham à responsabilização judicial dos prevaricadores na corrupção dos   negócios de Estado - não se trata sequer do &lt;/b&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.ft.com/intl/cms/s/0/72d9420e-bd1e-11e0-9d5d-00144feabdc0.html?ftcamp=rss#axzz1U3Snidgs"&gt;processo à húngara&lt;/a&gt;   pela negligência na condução das finanças do País, nomeadamente a   infracção sucessiva da lei orçamental. O povo deseja a responsabilização   dos envolvidos na corrupção de Estado, verificada através de auditoria  e  remetida, depois, ao Ministério Público para investigação, porque a   corrupção é a causa principal da ruína do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Soares não devia ter sido convidado para a Universidade de Verão   da JSD, mas já que foi, sugiro que para cotejo da oração cor-de-rosa que   proferirá, seja distribuído aos jovens, e adultos, participantes, a   história negra do livro «Contos Proibidos - Memórias de um PS   desconhecido», de Rui Mateus (o livro está esgotado, mas o &lt;/b&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;a href="https://rs14l34.rapidshare.com/#%21download%7C14tl3%7C23967307%7CLivro_Contos_Proibidos.pdf%7C49334%7CR%7EC09F932B58A807A816509C9268C69FD9"&gt;&lt;em&gt;download&lt;/em&gt; pode ser feito aqui&lt;/a&gt;), de 1996, e do meu livro «&lt;a href="http://www.lulu.com/content/7672029"&gt;O Dossiê Sócrates&lt;/a&gt;», de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Pedro Passos Coelho: várias pessoas me deram boas referências suas,   que não se&amp;nbsp;sujam no pó&amp;nbsp;de imputações conhecidas. É hora - porque não há   outra -, de pôr em acção o carácter e demonstrar vigor na condução do   Estado.&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PSD não pode renegar, nem sublimar, a história do País e do Partido.   Tem de livrar o Estado do monstro da corrupção, enfrentar com coragem o   desafio da limpeza da administração pública e da recuperação da   soberania e demonstrar firmeza contra qualquer aliciamento de   compromisso &lt;/b&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;sistémico&lt;/em&gt;.  A esperança de quem sofreu e venceu o  socratismo não pode deixar de  ser patrioticamente cumprida. A força está  na autonomia face ao &lt;em&gt;sistema&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, e só se,&amp;nbsp;o Dr. Passos Coelho romper a teia de interesses financeiros   e políticos, com que o pretendem cercar, e furar a membrana do medo,   que os tíbios lhe recomendam preservar, terá o apoio decisivo dos   combatentes de seis anos de socratismo para a salvação de Portugal.&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os melhores cumprimentos patrióticos,&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;António Balbino Caldeira&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-535786819250704916?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/535786819250704916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=535786819250704916' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/535786819250704916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/535786819250704916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/08/carta-aberta-ao-dr-pedro-passos-coelho.html' title='CARTA ABERTA AO DR. PEDRO PASSOS COELHO'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-6291964116540611779</id><published>2011-08-02T12:32:00.000-07:00</published><updated>2011-08-02T12:32:52.520-07:00</updated><title type='text'>Moléculas de oxigênio são detectadas no espaço</title><content type='html'>&lt;div class="more" style="width: 200px;"&gt;   &lt;img src="http://www.agencia.fapesp.br/fotos/2011/31/foto_dentro14267_1.jpg" /&gt;&lt;div class="legend" style="color: #cc0000;"&gt;&lt;b&gt;Com  ajuda do Observatório Espacial Herschel, cientistas identificam pela  primeira vez a presença de oxigênio molecular fora da Terra (&lt;i&gt;Nasa&lt;/i&gt;)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="network"&gt;    &lt;div class="addthis_toolbox addthis_default_style"&gt;      &lt;a class="addthis_button_printfriendly at300b" href="http://www.addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;amp;winname=addthis&amp;amp;pub=unknown&amp;amp;source=tbx-250&amp;amp;lng=pt-BR&amp;amp;s=printfriendly&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fagencia.fapesp.br%2F14267&amp;amp;title=Mol%C3%A9culas%20de%20oxig%C3%AAnio%20s%C3%A3o%20detectadas%20no%20espa%C3%A7o%20%7C%20Ag%C3%AAncia%20FAPESP%20%3A%3A%20Not%C3%ADcias&amp;amp;ate=AT-unknown/-/-/4e380cdfe29f3f2c/1&amp;amp;frommenu=1&amp;amp;uid=4e380cdf465e06d1&amp;amp;ct=1&amp;amp;pre=http%3A%2F%2Fdu108w.dub108.mail.live.com%2Fmail%2FInboxLight.aspx%3Fn%3D2027884516&amp;amp;tt=0" target="_blank" title="Send to Printfriendly"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_printfriendly"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Cientistas usando o Observatório Espacial  Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA), confirmaram a descoberta  de moléculas de oxigênio no espaço. As moléculas foram identificadas no  complexo formador de estrelas da constelação de Órion. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Átomos individuais de oxigênio no espaço são comuns, especialmente em  torno de estrelas de grande massa. Mas moléculas de oxigênio, que  compõem cerca de 20% do ar que é respirado na Terra, até agora não  haviam sido descobertas fora do planeta.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“O gás oxigênio foi descoberto nos anos 1770, mas foram precisos mais  de 230 anos para que finalmente pudéssemos dizer que essa molécula tão  simples existe no espaço”, disse Paul Goldsmith, chefe da colaboração  norte-americana à missão no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Os cientistas estimam que o oxigênio esteja preso em gelo que cobre  minúsculos grãos de poeira. O oxigênio teria sido formado depois que a  luz da uma estrela aqueceu os grãos gelados, liberando água e,  consequentemente, as moléculas de oxigênio.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A análise espectral feita pelo grupo não identificou grandes  quantidades de oxigênio, mas os pesquisadores estimam que a forma  molecular deva ser abundante no espaço – ainda que escondida em grãos de  poeira gelados, como os que foram avaliados no estudo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; Mais informações&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;: &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.esa.int/SPECIALS/Herschel/index.html" target="_blank"&gt;www.esa.int/SPECIALS/Herschel/index.html&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-6291964116540611779?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/6291964116540611779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=6291964116540611779' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6291964116540611779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6291964116540611779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/08/moleculas-de-oxigenio-sao-detectadas-no.html' title='Moléculas de oxigênio são detectadas no espaço'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-2298415501129102193</id><published>2011-08-02T11:33:00.001-07:00</published><updated>2011-08-02T11:33:34.994-07:00</updated><title type='text'>IMTT: Condutores alertados para renovar carta de condução... mas pouco</title><content type='html'>&lt;strong&gt; &lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT)  não terá alertado todos os condutores para a obrigatoriedade de  revalidarem as cartas de condução. No entanto, o IMTT tem, no seu site  oficial, informação que permite esclarecer quaisquer dúvidas. A  alteração legislativa, que vigora desde 2008, suscitou um problema que  envolve até a provedoria de Justiça. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Segundo o provedor  de Justiça, há muitos condutores que “nunca terão sido contatados”,  revela o Público, que teve acesso a uma missiva enviada por Alfredo José  de Sousa, provedor de Justiça, à entidade que emite e revalida as  cartas de condução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A provedoria quis saber junto do IMTT se  todos os condutores foram contactados para as alterações legislativas,  já que a carta de condução tem uma data de renovação que pode ser  diferente daquela que a nova lei impõe. Mas ainda não obteve reação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  missiva revelada agora pelo jornal Público surge após uma queixa de 40  condutores. Alfredo José de Sousa lamenta que “nem todos os condutores”  tenham sido alertados para a necessidade de renovarem o título antes do  prazo que está inscrito na sua própria carta de condução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No  entanto, ainda segundo a carta que o Público teve acesso, IMTT tem  publicado, no seu site oficial, informação necessária sobre o novo  quadro legislativo e que torna possível esclarecer quaisquer dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns  condutores desconheciam uma alteração legislativa que alterava o prazo  de renovação, associando-o à data de nascimento. Milhares de cidadãos  cometeram uma infração sem o saberem.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Miguel Moureira &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-2298415501129102193?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/2298415501129102193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=2298415501129102193' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/2298415501129102193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/2298415501129102193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/08/imtt-condutores-alertados-para-renovar.html' title='IMTT: Condutores alertados para renovar carta de condução... mas pouco'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-6522758002622355757</id><published>2011-08-01T06:27:00.000-07:00</published><updated>2011-08-01T06:27:15.970-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Socialismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imobiliario'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Socrates'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Portugal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Zapatero'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Espanha'/><title type='text'>O Sócrates Espanhol: Zapatero a destruir a Economia Espanhola</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Espanha, terra da bolha do imobiliário, gerida por mais um Socialista “promissor”.&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Vejamos o que correu mal:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" class="ecxalignnone" height="238" src="http://oinsurgente.files.wordpress.com/2011/07/curvasdepossibiidad.jpg?w=400&amp;amp;h=238" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Numa economia pode-se usar os Recursos para Investir ou Consumir. O  conjunto das possibilidades desta combinação, à medida que aumentamos  uma e diminuímos outra, pode ser representada pela linha azul acima: a  curva de possibilidades de produção.&lt;br /&gt;Segundo Keynes, se baixarmos muito a taxa de juro e portanto aumentarmos  o crédito, podemos fugir desta prisão e produzir mais e consumir mais  ainda (ponto R).&lt;br /&gt;Segundo Mises, ao baixarmos artificialmente a taxa de juro e aumentarmos  o crédito, consumimos a quantidade de recursos disponível até um ponto  em que teremos de cortar no consumo e no investimento, passando um tempo  no interior da curva para repôr esses recursos (ponto Q).&lt;br /&gt;Segundo Hayek, os sectores em que isto se vai notar mais são os de bens  duráveis, mais utilizadores de crédito (como o habitacional, de que  Espanha é um caso paradigmático).&lt;br /&gt;Ou seja, Espanha aproveitou juros baixos e construiu demais. Agora, vai  ter de consumir menos e produzir mais (de bens que tenham procura  efectiva) para recuperar.&lt;br /&gt;Na questão do desemprego:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" class="ecxalignnone" height="380" src="http://krypton.mnsu.edu/%7Erenner/graph6.JPG" width="413" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;(S = Supply, D=Demand – ou seja, são normalíssimas rectas de Oferta e Procura)&lt;br /&gt;Espanha há muito que tem um salário mínimo muito elevado. Em muitas  funções, o salário mínimo é superior ao que geralmente vigoraria no  mercado. Se o Salário de acordo com a produtividade fosse A e o salário  mínimo é B, naturalmente há menos contratados e daqui resulta  necessariamente desemprego. Logo, salários mínimos à Espanhola causam  desemprego (&lt;a href="http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1453840" target="_blank" title="lol"&gt;e os sindicatos em 2010 ainda o queriam aumentar 8%!&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;Naturalmente, causam ainda mais quando eliminam profissões que, por 630  Euros, mais vale não ter. Falo de enchedores de sacos nos supermercados,  de atestadores de depósitos nas bombas de gasolina, dos que indicavam  os lugares nos cinemas, dos ascensoristas, de policias sinaleiros e de  muitas outras profissões hoje desaparecidas de Espanha e de grande parte  da Europa (no Brasil eu vi dezenas de profissões que não existem na  Europa!).&lt;br /&gt;Resultado: os que trabalham pagam a essas pessoas na mesma: mas pagam  mais e não têm nenhum serviço em retorno. E para os que pensam que ao  menos os que recebem o subsídio de desemprego estão melhor: a estes  foram roubadas profissões de entrada que lhes permitiriam ganhar  conhecimentos e hábitos que os colocariam em trajectórias de carreira  que lhes permitiriam construir uma vida plena, com amor próprio,  respeitabilidade e um salário bem superior. Assim, são ociosos,  inseguros de si, e causadores de fricções sociais. Sem o primeiro  degrau, é mais difícil subir a escada social!&lt;br /&gt;Espanha viveu anos com um desemprego de 10%. À luz dos salários e  produtividades espanholas, este valor tem de ser visto como muito baixo e  só possível numa economia sobreaquecida pelo crédito fácil. Quando  aquele passou, o desemprego voltou aos valores normais, pouco abaixo do  20%. Está agora a passar os 20 porque… quem esteve no ponto R, tem de  passar uma temporada no Q. É a vida.&lt;br /&gt;Deixo-vos com uma citação de Mises para pensarem: “There is no means of  avoiding the final collapse of a boom brought about by credit expansion.  The alternative is only whether the crisis should come sooner as the  result of a voluntary abandonment of further credit expansion, or later  as a final and total catastrophe of the currency system involved.”&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In: O Insurgente&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-6522758002622355757?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/6522758002622355757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=6522758002622355757' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6522758002622355757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6522758002622355757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/08/o-socrates-espanhol-zapatero-destruir.html' title='O Sócrates Espanhol: Zapatero a destruir a Economia Espanhola'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-8640519865097767068</id><published>2011-07-26T13:21:00.001-07:00</published><updated>2011-07-26T13:21:23.497-07:00</updated><title type='text'>"Técnicas judaicas de "Como atrair e ganhar dinheiro"</title><content type='html'>&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Segundo  as tradições judaicas, estas são algumas dicas que, por alguma razão,  fazem com que eles manipulem tanto, mas tanto dinheiro em todo o mundo. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Estes antigos costumes e superstições, &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;extraídos das crenças cabalísticas hebraicas&lt;/span&gt;,  foram adotados no mundo ocidental, especialmente na América Latina,  como parte da carga ancestral e genética que deriva da "cultura  sefardita" que praticavam os judeus espanhóis estabelecidos na Península  Ibérica desde 1492. Foram os judeus que inventaram o sistema económico  capitalista e por isso sabem como conservar o dinheiro.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;COMO RECEBER DINHEIRO: Para que a sua casa se habitue ao dinheiro e nunca falte, siga estes conselhos:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;-  No dia em que receber o salário não deve gastar nem um centavo e toda a  quantia deve passar uma noite na sua casa ou na sua conta bancária. Os  antigos sábios aconselham que se conserve uma nota durante todo o ano.  Ficando esta nota carregada de energia positiva começará a atrair mas  dinheiro para ti.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;-  Não assobies em casa, na cama, ou não receberás dinheiro extra, nem  sequer apanhes as migalhas da mesa com a mão que parece miserável e  assim continuarás.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;- Se ofereceres alguma coisa, que seja de qualidade, nunca restos ou coisas destruídas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;- Para que haja sempre dinheiro em casa tens de pôr a vassoura com o cabo para baixo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;- É  preferível não pedir aumento mas apresentar méritos. Caso peças pede ao  meio-dia porque é quando o sol irradia a sua máxima energia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;- Não emprestes dinheiro às segundas, não peças emprestado às terças, nem devolvas o que te emprestaram às sextas-feiras&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;- Pede e empresta de manhã porque qualquer maneio de dinheiro à noite significa bancarrota&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;-  No geral, é melhor emprestar do que pedir emprestado. Quem empresta é  porque tem e assim o dinheiro fica programado para ser devolvido&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;-  Guarda sempre 10% do que ganhares, sem falha, e coloca-o no banco. Usa-o  apenas para gerar mais dinheiro. Se com os restantes 90% não consegues  viver, ganha mais dinheiro&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;- Anda sempre com uma nota ou uma moeda no bolso. O dinheiro não gosta de "bolsos rotos"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;- A tua carteira nunca deve estar vazia, tens de ter sempre pelo menos uma moeda&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;- Todas as notas têm de ficar com a cara para fora, para onde está o seu dono&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;- No compartimento mais pequeno da carteira guarda uma nota de 1 dólar (ou equivalente) dobrada em triângulo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;-  No porta-moedas ou carteira, guarda uma "moeda feliz" do teu primeiro  salário, de uma pessoa boa ou de um negócio bem sucedido. Nunca a deves  gastar já que é um talismã senão o dinheiro vai sentir-se desprezado e  não regressará&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;- O  dinheiro ganho em jogos, apostas ou de maneira injusta, encontrado ou  oferecido, não trás felicidade e, por isso, não o deves conservar por  muito tempo. Gasta-o depressa ou dá para caridade&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Depois de leres isto já te apercebeste que o dinheiro é ganho, gasto e perdido. Só tens realmente aquele que poupaste.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Para  não perderes o teu dinheiro faz o seguinte: atrai o dinheiro enviando  este texto aos teus amigos e conhecidos. O dinheiro começa a aparecer  porque demonstras que o respeitas e que o estimas. Se apagares, depois  de lido, vão aparecer dificuldades económicas até ao fim do ano. Se o  enviares a, pelo menos, dois amigos terás três anos de sucesso e  muuuuito dinheiro! &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Usa o poder da imaginação para visualizar o dinheiro que vais receber&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: none repeat scroll 0% 0% white; color: #20124d;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;OS AMIGOS SÃO PONTES QUE A VIDA NOS DÁ. CUIDA DELES PORQUE IRÃO FAZER-TE FALTA QUANDO TIVERES DE ATRAVESSAR O RIO DA SOLIDÃO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-8640519865097767068?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/8640519865097767068/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=8640519865097767068' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/8640519865097767068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/8640519865097767068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/07/tecnicas-judaicas-de-como-atrair-e.html' title='&quot;Técnicas judaicas de &quot;Como atrair e ganhar dinheiro&quot;'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-958977787472669350</id><published>2011-07-25T06:04:00.000-07:00</published><updated>2011-07-25T06:04:11.330-07:00</updated><title type='text'>Nova lua para Plutão</title><content type='html'>&lt;div id="content"&gt;       &lt;div class="post" id="body"&gt;   &lt;div class="more" style="width: 220px;"&gt;   &lt;img src="http://www.agencia.fapesp.br/fotos/2011/30/foto_dentro14224_2.jpg" /&gt;&lt;div class="legend" style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Telescópio espacial Hubble descobre quarta lua de Plutão – a menor de todas, com diâmetro estimado entre 13 e 34 quilômetros (&lt;/i&gt;&lt;i&gt;Foto: Nasa)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="network"&gt;    &lt;div class="addthis_toolbox addthis_default_style"&gt;      &lt;a class="addthis_button_printfriendly at300b" href="http://www.addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;amp;winname=addthis&amp;amp;pub=unknown&amp;amp;source=tbx-250&amp;amp;lng=pt-BR&amp;amp;s=printfriendly&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fagencia.fapesp.br%2F14224&amp;amp;title=Nova%20lua%20para%20Plut%C3%A3o%20%7C%20Ag%C3%AAncia%20FAPESP%20%3A%3A%20Not%C3%ADcias&amp;amp;ate=AT-unknown/-/-/4e2d539aa274b2eb/1&amp;amp;frommenu=1&amp;amp;uid=4e2d539ab07d3fd5&amp;amp;pre=http%3A%2F%2Fdu108w.dub108.mail.live.com%2Fmail%2FInboxLight.aspx%3Fn%3D1101108419&amp;amp;tt=0" target="_blank" title="Send to Printfriendly"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_printfriendly"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Utilizando o telescópio espacial Hubble, da  Nasa, a agência espacial norte-americana, um grupo de astrônomos  descobriu uma quarta lua na órbita de Plutão. O pequeno satélite,  provisoriamente denominado P4, foi observado em uma inspeção do Hubble  em busca de anéis em torno do planeta anão.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A nova lua é a menor já descoberta na órbita de Plutão. Estima-se que  seu diâmetro tenha entre 13 e 34 quilômetros. A maior lua de Plutão,  Charon, tem pouco mais de mil quilômetros de diâmetro. As outras luas,  Nix e Hydra, têm diâmetros que vão de 32 a 113 quilômetros.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“É notável q ue as câmeras do Hubble nos tenham permitido observar um  objeto tão pequeno, tão claramente, a uma distância de mais de cinco  bilhões de quilômetros”, disse o líder deste programa de observações do  Hubble, Mark Showalter, do Instituto SETI, sediado em Mountain View, na  Califórnia (Estados Unidos).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A descoberta é resultado de um trabalho de apoio à missão Novos  Horizontes, da Nasa, que tem um voo através do sistema de Plutão  programado para 2015. A missão foi projetada para fornecer novas  informações sobre mundos no limite do Sistema Solar.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;De acordo com a Nasa, o mapeamento da superfície de Plutão e a  descoberta de seus satélites pelo Hubble têm sido de um valor  inestimável para o planejamento da missão Novos Horizontes.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“Essa é uma descoberta fantástica”, disse o pesquisador principal da  Novos Horizontes, Alan Stern, do Instituto de Pesquisa Southwest, em  Boulder, no Colorado (Estados Unidos). "Agora que há outra lua no  sistema de Plutão, podemos planejar observações de curta distância  durante nossa missão”, afirmou.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A nova lua está localizada entre as órbitas de Nix e de Hydra, que  foi descoberta pelo Hubble em 2005. Charon foi descoberta em 1978 pelo  Observatório Naval, nos Estados Unidos e confirmada pela primeira vez  como um corpo separado de Plutão em 1990, pelo Hubble.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Acredita-se que todo o sistema de luas de Plutão tenha se formado,  durante a história do Sistema Solar, a partir de uma colisão entre o  planeta-anão e outro corpo das dimensões de um planeta. O material  expelido pela colisão teria formado, por coalescência, a família de  satélites observada atualmente em torno de Plutão.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Rochas lunares trazidas para a Terra nas missões Apolo levaram à  teoria de que a Lua foi produto de uma colisão semelhante entre a Terra e  um corpo de dimensões semelhantes à de Marte, há cerca de 4,4 bilhões  de anos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Os cientistas acreditam que materiais expelidos das luas de Plutão  por impactos de micrometeoritos podem ter formado anéis em torno do  planeta-anão, mas as fotos do Hubble não foram capazes de detectá-los  até agora.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“Essa observação surpreendente nos dá uma poderosa amostra da  capacidade do Hubble, como um observatório astronômico de objetivos  gerais, para fazer descobertas tão surpreendentes como inesperadas”,  disse Jon Morse, diretor da Divisão de Astrofísica da sede da Nasa em  Washington.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Mais informações e inscrições:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.nasa.gov/mission_pages/hubble/science/pluto-moon.html" target="_blank"&gt;www.nasa.gov/hubble &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-958977787472669350?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/958977787472669350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=958977787472669350' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/958977787472669350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/958977787472669350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/07/nova-lua-para-plutao.html' title='Nova lua para Plutão'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-6311110052638826535</id><published>2011-07-24T12:01:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T12:01:41.100-07:00</updated><title type='text'>Cientistas encontram maior quantidade de água do Universo</title><content type='html'>&lt;h2 class="date-header"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="post-body entry-content"&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.paraiba.com.br/static/images/noticias/normal/1311421384180-agua.jpg" src="http://www.paraiba.com.br/static/images/noticias/normal/1311421384180-agua.jpg" style="height: 354px; width: 472px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Astrônomos  descobriram a maior quantidade de água já registrada no Universo a uma  distância de mais de 12 bilhões de anos-luz da Terra. A quantidade de  água equivale a 140 trilhões de vezes todo o volume de água nos oceanos  de nosso planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande quantidade de água se encontra na  forma de vapor, em volta de um quasar chamado APM 08279+5255. Um quasar é  o núcleo de uma galáxia, confinado num espaço pequeno, em relação à sua  massa, que abriga um buraco negro. Nesse quasar específico, há um  buraco negro com 20 bilhões de vezes a massa do Sol, que produz uma  quantidade de energia equivalente a um quadrilhão de vezes à da nossa  estrela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;água está em forma de vapor e ajuda a compreender a  natureza do quasar. A medição desse vapor e de moléculas de outros  tipos, tais como monóxido de carbono, sugerem que há gás suficiente para  alimentar o buraco negro até que ele atinja seis vezes seu tamanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  gás liberado por esse buraco negro está numa temperatura de 53º C  negativos, o que é cinco vezes mais quente que os gases soltos na Via  Láctea. O vapor d’água da Via Láctea fica congelado, e também por isso a  quantidade de água em nossa galáxia é 4 mil vezes menor que no quasar.&lt;br /&gt;“O  ambiente em volta desse quasar é muito peculiar e por isso produz essa  grande massa de água”, disse Matt Bradford, pesquisador da Nasa. “É mais  uma demonstração de que a água é dominante por todo o Universo, mesmo  nos tempos mais primórdios”, completou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa foi  desenvolvida por dois grupos de astrônomos, formados por cientistas  ligados a diversos institutos. A descoberta foi publicada pela revista  “Astrophysical Journal Letters”.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;G1&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-6311110052638826535?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/6311110052638826535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=6311110052638826535' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6311110052638826535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6311110052638826535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/07/cientistas-encontram-maior-quantidade.html' title='Cientistas encontram maior quantidade de água do Universo'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-8243763460395644236</id><published>2011-07-22T02:01:00.000-07:00</published><updated>2011-07-22T02:01:04.065-07:00</updated><title type='text'>Bem Vindos ao Cairo</title><content type='html'>&lt;span class="author vcard"&gt;&lt;a class="url fn n" href="http://aventar.eu/author/dariosilva/" title="Ver todas as entradas de dariosilva"&gt;a&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;            &lt;br /&gt;&lt;div class="entry-content"&gt;       &lt;div class="pd-rating" id="pd_rating_holder_4050572_post_1117573" style="display: inline-block;"&gt;&lt;div id="pd_rate_4050572_post_1117573" style="float: left;"&gt;&lt;div id="PDRTJS_4050572_post_1117573_msg_1" style="color: black; float: left; font: normal normal /16px; padding: 0px 4px; text-align: center;"&gt;0&lt;/div&gt;&lt;div id="PDRTJS_4050572_post_1117573_msg_2" style="color: black; float: left; font: normal normal /16px; padding: 0px 4px; text-align: center;"&gt;0&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="float: left;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://aventar.eu/2011/07/21/bem-vindos-ao-cairo-002/cairo2/" rel="attachment wp-att-1117574"&gt;&lt;img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-1117574" height="669" src="http://aventadores.files.wordpress.com/2011/07/cairo2.jpg?w=640&amp;amp;h=669" title="cairo2" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://aventar.eu/2011/06/07/bem-vindos-ao-cairo-001/" target="_blank"&gt;Nesta cidade os Nãos são muitos&lt;/a&gt;.&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A primeira visita é sempre cheia de recomendações para quem não conhece o país, as gentes, a cultura.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Começa logo com os nãos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Algumas, são apenas observações minhas, de entre o que vou vivendo e o que me vão explicando.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Estou aqui há um mês.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Não se pode beber água da torneira.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Não é permitido vender bebidas alcoolicas nos supermercados.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Não há bebidas alcoolicas nos menus dos restaurantes e embora alguns as sirvam,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;é preciso saber que locais as têm.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Não há regras de trânsito, literalmente.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;tem prioridade quem passa primeiro e quem buzina mais. ´&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Caótico!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Até hoje, ainda só vi 3 sinais de trânsito:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“proibido falar ao telemóvel”&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“proibido buzinar” e&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“sentido proibido”&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Ainda assim, é de longe o melhor caos organizado que conheço.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Não há muita liberdade para se vestir o que se quer, pelo menos da parte das mulheres.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Eles dizem-se modernos e a caminhar para a aproximação ao mundo ocidental,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;mas ombros e joelhos à mostra, ainda são mal vistos pela maioria da população.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Há quem não faça caso disso, mas os nomes atribuidos a essas mulheres daquela forma sorrateira, não são os mais bonitos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Eu sou, claramente, uma dessas mulheres.&amp;nbsp;&lt;span id="more-1117573"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Mas ainda não me atrevi a vestir um dos meus lindos e frescos vestidos. Pelo sim, pelo não, deixem-me ganhar a confiança deles.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Não se deve ter medo de atravessar a estrada ou rua.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A estrada é de todos, dos carros e dos peões.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Os passeios existem para albergar entulho e detritos e coisas que tal.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Não se deve ter medo da aventura que é atravessar uma rua.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A lógica é mandarmo-nos em frente, e ir passando por entre os carros e as buzinadelas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;E neste caso, as buzinadelas servem de aviso para ter cuidado, para nós sabermos a proximidade do carro a nós.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;E não por zanga.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Não se deve parecer muito turista, ou muito europeu ou Americano.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A probabilidade de termos taxis e miúdos atrás de nós como se estivéssemos cobertos de ouro é gigantesca.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Não se deve ceder.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Não se deve abrir a carteira cheia de notas nestas situações.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Não pelo medo do roubo, que aqui ninguém rouba nada a ninguém.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Mas por respeito pelos que vivem abaixo do limiar da pobreza.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Porque depois pedem-nos o mundo e arredores com toda a lata.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Dizem eles que somos ricos e 15 Libras Egípcias não nos fazem falta nenhuma.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;E têm razão, 15 Libras egipcias são quase dois euros e dá para 15 refeições de Kushari.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Acima de tudo, não se deve desdenhar esta cultura.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Eles são o que são, e nós é que temos de nos adaptar.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;levam a vida com uma leveza única.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Menos preocupada e menos dolorosa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Eles vivem bem, e felizes.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Cláudia Rocha Gonçalves&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-8243763460395644236?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/8243763460395644236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=8243763460395644236' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/8243763460395644236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/8243763460395644236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/07/bem-vindos-ao-cairo.html' title='Bem Vindos ao Cairo'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-159095588613674309</id><published>2011-07-20T06:19:00.000-07:00</published><updated>2011-07-20T06:19:20.675-07:00</updated><title type='text'>JÁ PENSOU COMO FICARÁ A CHINA DO FUTURO?</title><content type='html'>&lt;span style="color: black; font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;img height="300" id="ecx_x0000_i1025" src="http://65.55.113.183/att/GetInline.aspx?messageid=55f8bf62-b2c2-11e0-bc9e-00237de49b9e&amp;amp;attindex=0&amp;amp;cp=-1&amp;amp;attdepth=0&amp;amp;imgsrc=cid%3a2F361BDE-57EF-45AD-8CC7-970CCB26093E&amp;amp;shared=1&amp;amp;hm__login=j-m62&amp;amp;hm__domain=hotmail.com&amp;amp;ip=10.4.85.8&amp;amp;d=d190&amp;amp;mf=0&amp;amp;hm__ts=Wed%2c%2020%20Jul%202011%2013%3a12%3a01%20GMT&amp;amp;st=j-m62&amp;amp;hm__ha=01_baa84db9d4c43ee657a2e5a8e6f386ac34bbecc3a6e7cb96fbb19e53270849be&amp;amp;oneredir=1" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;u style="color: #660000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;JÁ PENSOU COMO FICARÁ A CHINA DO FUTURO?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;   &lt;br /&gt;&lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 12.0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;img height="27" id="ecx_x0000_i1026" src="http://65.55.113.183/att/GetInline.aspx?messageid=55f8bf62-b2c2-11e0-bc9e-00237de49b9e&amp;amp;attindex=1&amp;amp;cp=-1&amp;amp;attdepth=1&amp;amp;imgsrc=cid%3a66310190-D1A5-4999-9DEF-932816F28786&amp;amp;shared=1&amp;amp;hm__login=j-m62&amp;amp;hm__domain=hotmail.com&amp;amp;ip=10.4.85.8&amp;amp;d=d190&amp;amp;mf=0&amp;amp;hm__ts=Wed%2c%2020%20Jul%202011%2013%3a12%3a01%20GMT&amp;amp;st=j-m62&amp;amp;hm__ha=01_c9dee718c168139068e072d71e09c4c5af53fc7909a190941f2bb5d33288d8fb&amp;amp;oneredir=1" width="43" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&amp;nbsp;Um   determinado produto que o Brasil fabrica em um milhão de unidades, uma só   fábrica chinesa produz quarenta milhões...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;A   qualidade já é equivalente. E a velocidade de reação é impressionante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Os   chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas....&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Com   preços que são uma fração dos praticados aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da região   onde está instalada estão altos demais: *100 dólares*.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Um   operário brasileiro equivalente ganha *300 dólares *no mínimo que acrescidos   de impostos e benefícios representam quase *600 dólares*.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Quando   comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero   benefícios.... estamos perante uma escravatura amarela e alimentando-a...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horas extraordinárias? Na China...? Esqueça !!!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;O   pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego que trabalha horas extras   sabendo que não vão receber nada por isso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atrás dessa "postura" está a grande armadilha chinesa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&amp;nbsp;Não   se trata de uma estratégia comercial, mas sim de uma estratégia de   "poder" para ganhar o mercado ocidental .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os chineses estão tirando proveito da atitude dos 'marqueteiros' ocidentais,   que preferem terceirizar a produção ficando apenas com o que ela "agrega   de valor": *a marca*.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dificilmente você adquire atualmente nas grandes redes comerciais dos Estados   Unidos da América um produto "made in USA". É tudo "made in   China", com rótulo estadunidense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e   vendendo por centenas de dólares...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Apenas   lhes interessa o lucro imediato e a qualquer preço.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Mesmo   ao custo do fechamento das suas fábricas e do brutal desemprego. É o que   pode-se chamar de "estratégia preçonhenta".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a   China assimila essas táticas, cria unidades produtivas de alta performance,   para dominar no longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto as grandes potências mercadológicas que ficam com as marcas, com o   design...suas grifes, os chineses estão ficando com a produção, assistindo,   estimulando e contribuindo para o desmantelamento dos já poucos parques   industriais ocidentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve, por exemplo, já não haverá mais fábricas de tênis ou de calçados   pelo mundo ocidental. Só haverá na China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, num futuro próximo veremos os produtos chineses aumentando os seus   preços, produzindo um "choque da manufatura", como aconteceu com o   choque petrolífero nos anos setenta. Aí já será tarde de mais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Então   o mundo perceberá que reerguer as suas fábricas terá um custo proibitivo e irá   render-se ao poderio chinês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perceberá que alimentou um *enorme dragão *e acabou refém do mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Dragão   este que aumentará gradativamente seus preços, já que será ele quem ditará as   novas leis de mercado, pois será quem manda, pois terá o monopólio da produção   .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo ela e apenas ela quem possuirá as fábricas, inventários e empregos é   quem vai regular os mercados e não os "preçonhentos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iremos, nós e os nossos filhos, netos... assistir a uma inversão das regras   do jogo atual que terão nas economias ocidentais o impacto de uma bomba   atômica... chinesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa altura em que o mundo ocidental acordar será muito tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse dia, os executivos "*preçonhentos*" olharão tristemente para   os esqueletos das suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando   "copas" na praça da esquina, e chorarão sobre as sucatas dos seus   parques fabris desmontados..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então lembrarão, com muita saudade, do tempo em que ganharam dinheiro   comprando "balatinho dos esclavos" chineses, vendendo caro suas   "marcas-grifes" aos seus conterrâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então, entristecidos, abrirão suas "marmitas" e almoçarão as suas   marcas que já deixaram de ser moda e, por isso, deixaram de ser poderosas   pois foram todas copiadas....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*REFLITAM E COMECEM A COMPRAR -*JÁ*-OS PRODUTOS DE FABRICAÇÃO NACIONAL,   FOMENTANDO O EMPREGO EM SEU PAÍS, PELA SOBREVIVENCIA DO SEU AMIGO, DO SEU   VIZINHO E ATÉ MESMO DA SUA PRÓPRIA... E DE SEUS DESCENDENTES.*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não valorize apenas preço e qualidade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valorizem o produto português (ou do seu país)!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Influencie   outros a mudarem seus conceitos como consumidor!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Pense num futuro próximo (2 a 5 anos)!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;img height="181" id="ecx_x0000_i1027" src="http://65.55.113.183/att/GetInline.aspx?messageid=55f8bf62-b2c2-11e0-bc9e-00237de49b9e&amp;amp;attindex=2&amp;amp;cp=-1&amp;amp;attdepth=2&amp;amp;imgsrc=cid%3a751CE70B-EA9F-4AFC-A391-D08659F74C24&amp;amp;shared=1&amp;amp;hm__login=j-m62&amp;amp;hm__domain=hotmail.com&amp;amp;ip=10.4.85.8&amp;amp;d=d190&amp;amp;mf=0&amp;amp;hm__ts=Wed%2c%2020%20Jul%202011%2013%3a12%3a01%20GMT&amp;amp;st=j-m62&amp;amp;hm__ha=01_7c2a2e37a21db40af94658ebc6c7fb1ca9831e87fd2ef7306c201b3927c55c32&amp;amp;oneredir=1" width="200" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-159095588613674309?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/159095588613674309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=159095588613674309' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/159095588613674309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/159095588613674309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/07/ja-pensou-como-ficara-china-do-futuro.html' title='JÁ PENSOU COMO FICARÁ A CHINA DO FUTURO?'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-6461290810443632163</id><published>2011-07-18T12:34:00.000-07:00</published><updated>2011-07-18T12:34:58.653-07:00</updated><title type='text'>A Praia do Barreiro – José Augusto Pimenta 1886</title><content type='html'>&lt;h2&gt;&lt;span style="color: #3366cc;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;a href="http://barreiroweb.com/bweb/wp-content/uploads/2011/07/praianorte.jpg" rel="lightbox[2877]"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-medium wp-image-2881" height="221" src="http://barreiroweb.com/bweb/wp-content/uploads/2011/07/praianorte-300x221.jpg" title="praianorte" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;u style="color: #990000;"&gt;&lt;i&gt;“Toda  a praia é muito abundante de  differentes mariscos, sobresahindo a  todos elles o excellente mexilhão e as  deliciosas ostras.”&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style="color: #20124d; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“A praia do Barreiro, a mais procurada   de quantas existem ao sul do Tejo, podendo rivalisar com muitas das que  são  reputadas como as melhores do nosso paiz, é vasta, aceiada em si,  completamente  plana e recta, de fina areia branca, e sem uma única  pedra que em qualquer  momento possa servir d’embaraço á navegação.”&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #20124d; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“O limite norte e poente do concelho é  formado pela praia, a  qual, em consequência do grande movimento d’esta  villa, está sempre povoada de  muitos barcos pertencendo só ao Barreiro,  vinte e quatro fragatas especialmente  destinadas ao trafico do caminho  de ferro do sul e sueste, além de quatorze  barcos de pesca, entre  grandes bateiras e bateis tripulados por doze a dezeseis  homens cada  uma, possuindo ainda, talvez, cerca de vinte outros barcos de   differentes lotações, que se entregam á cabotagem no rio, bem como ao  transporte  reciproco de passageiros entre Lisboa e Barreiro.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://barreiroweb.com/bweb/wp-content/uploads/2011/07/IMAGE01.jpg" rel="lightbox[2877]"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-medium wp-image-2878" height="214" src="http://barreiroweb.com/bweb/wp-content/uploads/2011/07/IMAGE01-300x214.jpg" title="IMAGE01" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;Toda  a praia é muito abundante de differentes mariscos,  sobresahindo a  todos elles o excellente mexilhão e as deliciosas ostras.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A pescaria foi sempre a principal  industria exercida pelos  habitantes d’esta villa; assim em 1702 ainda  existiam 49 bateiras de pesca,  conhecidas mais vulgarmente pelo nome de  &lt;i&gt;moletas&lt;/i&gt;, enormes barcos d’uma  construcçào muito especial,  pezada, mas própria para as grandes labutações com  as vagas,  construccão que, pelo seu todo, e especialmente pelo apparato bellico   que apresenta á proa, parece conservar ainda as formas primiti­vas,  trazidas de  épochas muito remotas, talvez. coevas da fundação da villa.  Hoje, porém, acha-se  muito limitada e re­duzida a um pequeno numero de  barcos que ainda vão pescar ao  Oceano onde permanecem por muitos dias  em cada viagem, enviando diariamente, por  barcos especiaes denominados  envia­das, que vêm ao mercado de Lisboa, grandes  quantidades do melhor  peixe que n’esta cidade se consome.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #20124d; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Tal industria, porém, tende a  desapparecer com grande rapi­dez,  devido não tanto á diminuição do  peixe nas aguas da barra, mas especialmente á  falta de braços; pois que  ao affanoso e mal remunerado mister de pescadores,  cheio de perigos e  onde a cada instante jogam a vida, preferem as officinas do  caminho de  ferro, nas quaes existem, na actualidade, muitos artistas de mé­rito,   filhos d’este concelho, e isto em todos os multíplices ramos de artes  que alli  se exercem.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #20124d; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;O Barreiro é muitíssimo concorrido na  épocha balnear por grande  numero de famílias do Alentejo e da capital;  não obstante as aguas da sua praia  serem pouco agitadas, com tudo é  este o motivo principal porque muitos a  procuram de preferencia.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #20124d; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Uma das maiores necessidades d’esta  villa, e que já se vae  tornando quasi que urgente, é a construccão  d’uma muralha em todo o comprimento  da praia pelo lado do norte em  frente da povoação; as aguas do Tejo sobem de  anuo para armo d’uma  maneira considerável, e n’alguns pontos, nas occasiões de  prea­mar de  aguas vivas, já se extendem a pouquíssimos metros de distancia das   habitações.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #20124d; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Ha dois annos que a respectiva camará  começou a arborisaçào d’esta  praia com acácias espinhosas, arvores que  se desinvolvem muito bem n’estes  terrenos essencialmente arenosos; logo  que possa conseguir-se a muralha, o que  mais tarde se tornará d’uma  imperiosa necessidade, e a arborisaçào de toda a  praia, deve ficar um  admirável &lt;b&gt;&lt;i&gt;bouleyard &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;de approximadamente um  kilometro de comprimento por bastantes metros de largo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #20124d; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Esta praia é formada pelas aguas do  Oceano, que, penetrando  impávidas pelo largo canal da barra, formam o  magnifico porto de Lisboa,  enchendo esta formosa bahia, que banha o  Bar­reiro, e onde vêm turvar-se as  crystallinas aguas do Tejo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #20124d; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;E’ deslumbrante e esplendido o panorama  que se desfruta d’este  ponto e que não tem a mais pequena analogia com o  de nenhuma outra praia do  nosso paiz.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #20124d; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;D’um e d’outro lado, á direita e á  esquerda, apparecem mais ou  menos, por entre montes ou extensas  planícies verde­jantes, um sem numero de  grupos de «asas apinhadas  aquém e além, formando outras tantas povoações de  maior ou menor  im­portância d’um lado se vê o Seixal, Cova da Piedade, Almada,   Cacilhas. etc.; do outro o Lavradio, Aldegallega, Alcochete e outras  povoações;  á esquerda as bem cuidadas quintas do In­fante D. Augusto, e  a quinta real do  Alfeite, com os seus ma­gníficos palácios; á direita,  quasi defronte, os pinhaes  cerrados do Montijo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://barreiroweb.com/bweb/wp-content/uploads/2011/07/Project21.jpg" rel="lightbox[2877]"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-medium wp-image-2880" height="213" src="http://barreiroweb.com/bweb/wp-content/uploads/2011/07/Project21-300x213.jpg" title="Project21" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Ao  fundo, fechando o quadro, a altiva cidade de Lisboa, a mais  formosa  entre as cidades do mundo como lhe chama Ale­xandre Herculauo, com os   seus palácios, torres e zimbórios, er­guendo-se, á maneira de Roma,  orgulhosa e  imponente sobre as suas bellas collinas, ladeadas por  innuneras povoações que se  descortinam desde Villa Franca até Cintra.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #20124d; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;El-rei D. Luiz na sua ultima visita ao  Barreiro, realisada em  15 de Janeiro de 1877, percorrendo quasi toda a  praia, a pé, ficou deveras  surprehendido com a agradável perspectiva  que apresenta Lisboa, vista a esta  distancia; nas noites calmosas do  estio nào é menos agradável apreciar o effeito  produzido pela  iluminação da cidade, reflectindo-se nas aguas do nosso pátrio  rio.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #20124d; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Extendido de permeio fica o aurífero e  velho Tejo de outras  eras, que viu partir as frotas para a índia, e  tantas vezes presenceou a chegada  das naus de ouro do Brazil, agora tão  humilde e socegado, servindo de espelho a  tão pittorescas margens.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #20124d; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A cada instante se vêem sulcar cm  differentes rumos, centenares  de barcos de todos os tamanhos e  construcções, er­guendo alvas velas de  differentes formas e feitios, ou  correndo pressurosos para um e outro lado,  lançando no espaço nuvens  de fumo, outras vezes fazendo echoar no tympano o  troar dos seus  canhões em signal de regosijo, ou commemoraçào d’algum facto   importante.”&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt; &lt;u style="color: #990000;"&gt;Texto extraído do livro de &lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;u style="color: #990000;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;José Augusto Pimenta&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;u style="color: #990000;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt; &lt;b&gt;do Ano de 1886&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-6461290810443632163?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/6461290810443632163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=6461290810443632163' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6461290810443632163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6461290810443632163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/07/praia-do-barreiro-jose-augusto-pimenta.html' title='A Praia do Barreiro – José Augusto Pimenta 1886'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-4407947928966074234</id><published>2011-07-15T14:10:00.000-07:00</published><updated>2011-07-15T14:10:23.354-07:00</updated><title type='text'>Lei do Caminhão de Lixo</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;Por Arnaldo Jabor&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Um  dia peguei um táxi para o aeroporto.&amp;nbsp;Estávamos rodando na faixa certa  quando um carro preto saiu de repente do estacionamento direto na nossa  frente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;O taxista pisou no freio bruscamente, deslizou e escapou de bater em outro carro, foi mesmo por um triz! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;O motorista desse outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo. E ele o fez de maneira bastante amigável. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Indignado  lhe perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu  carro, a nós e quase nos manda para o hospital?!?!' &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo de "A Lei do Caminhão de Lixo.” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, de raiva, traumas e desapontamento. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar e às vezes descarregam sobre a gente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Nunca tome isso como pessoal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Isto não é problema seu! É dele! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Apenas sorria, acene, deseje-lhes sempre o bem, e vá em frente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Fique tranquilo... respire E DEIXE O LIXEIRO PASSAR. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragar o seu dia. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;A vida é muito curta, não leve lixo com você! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustrações. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;A vida é dez por cento do que você faz dela e noventa por cento da maneira como você a recebe! &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Tenha uma boa semana e lembre-se: livre-se dos lixos!". &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-4407947928966074234?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/4407947928966074234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=4407947928966074234' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/4407947928966074234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/4407947928966074234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/07/lei-do-caminhao-de-lixo.html' title='Lei do Caminhão de Lixo'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-5305959509497052407</id><published>2011-07-15T08:46:00.000-07:00</published><updated>2011-07-15T08:46:25.700-07:00</updated><title type='text'>O QUE SÃO AGÊNCIAS DE RATING - contada aos pequininos</title><content type='html'>&lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div style="color: #cc0000;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-weight: bold;"&gt;O QUE SÃO AGÊNCIAS DE RATING?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div&gt;   &lt;div style="margin-right: 84.75pt;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-weight: bold;"&gt;Todos   os dias o Miguel, filho do dono da mercearia, rouba pastilhas elásticas ao   pai para as vender aos colegas na escola.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-right: 84.75pt;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-weight: bold;"&gt;Os   colegas, cujos pais só lhes dão dinheiro para uma pastilha, não resistem e   começam a consumir em média cinco pastilhas diárias, pagando uma e ficando a   dever quatro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-right: 84.75pt;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-weight: bold;"&gt;Até   que um dia, quando já todos devem bastante dinheiro ao Miguel, ele conversa   com o Cabeças - alcunha do matulão da escola, um tipo que já chumbou quatro   vezes - e nomeia-o como a sua agência de &lt;i&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;rating&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-right: 84.75pt;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-weight: bold;"&gt;Basicamente,   cada vez que um miúdo quer ficar a dever mais uma pastilha ao Miguel, é o   Cabeças que dá o aval, classificando a capacidade financeira de cada um dos   putos com "A+", "A", "A-", "B"...e   por aí fora.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-right: 84.75pt;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-right: 84.75pt;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-weight: bold;"&gt;A   Ritinha, que já está com uma dívida muito grande e com um peso na consciência   ainda maior, acaba por confessar aos pais que tem consumido mais pastilhas do   que devia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-right: 84.75pt;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-weight: bold;"&gt;Os   pais, percebendo que a Ritinha está endividada, estabelecem um plano de ajuda   para que ela possa saldar a sua dívida, aumentando-lhe a semanada mas   obrigando-a a prometer que não irá gastar mais enquanto não pagar a dívida   contraída.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-right: 84.75pt;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-right: 84.75pt;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-weight: bold;"&gt;O   Cabeças quando descobre isto, desce imediatamente o &lt;i&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;rating&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; da Ritinha junto do Miguel que,   por sua vez, passa a vender-lhe cada pastilha pelo dobro do preço. A Ritinha,   já viciada em pastilhas, prolonga o pagamento da sua dívida, dividindo o   Miguel o lucro daí obtido com o Cabeças que, sendo o mais forte, é respeitado   por todos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-5305959509497052407?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/5305959509497052407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=5305959509497052407' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/5305959509497052407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/5305959509497052407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/07/o-que-sao-agencias-de-rating-contada.html' title='O QUE SÃO AGÊNCIAS DE RATING - contada aos pequininos'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-7297033191262879269</id><published>2011-07-11T06:21:00.000-07:00</published><updated>2011-07-11T06:21:07.457-07:00</updated><title type='text'>Factores de reprodução social em sistemas rurais: trabalho, produção e pecado em aldeias camponesas</title><content type='html'>&lt;div style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="http://bp3.blogger.com/_v5D4iHsJtk0/R7Y7vrEJJRI/AAAAAAAAAzE/9aosKNUD57U/s400/DSC06415.JPG" class="alignleft" height="294" src="http://bp3.blogger.com/_v5D4iHsJtk0/R7Y7vrEJJRI/AAAAAAAAAzE/9aosKNUD57U/s400/DSC06415.JPG" width="400" /&gt;&amp;nbsp;  &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Embora num sistema rural se possa definir pela cultura que nele  surge como dominante, seja porque proporciona o sustento ou o dinheiro,  seja porque ocupa a maior parte do tempo de trabalho, e por fim, da  criação da sociedade e cultura, com ele coexistem outras actividades  produtivas que o complementam. No caso das aldeias, que tenho estudado  no Chile e em Portugal, produtoras de uvas e de vinho, ou nas aldeias  produtoras de leite que estudei na Galiza, o milho, as batatas, as  azeitonas, as hortaliças, os animais, as matas, compõem o contexto mais  amplo dentro do qual se desenvolve o trabalho principal. A produção de&amp;nbsp;  tecnologia e a renovação dos instrumentos são também parte do processo  de trabalho.&lt;span id="more-1116752"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="pd-rating" id="pd_rating_holder_4050572_post_1116752" style="display: inline-block;"&gt;&lt;div id="pd_rate_4050572_post_1116752" style="float: left;"&gt;&lt;div id="PDRTJS_4050572_post_1116752_msg_2" style="color: black; float: left; font: normal normal /16px; padding: 0px 4px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="float: left;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Qualquer processo produtivo nas aldeias  camponesas, que no presente subsistem, deve ser entendido neste  contexto. Consequentemente, o trabalho da vinha faz parte de um conjunto  heterogéneo de actividades, pelas quais se define a relação dos  produtores com ela. Não obstante, tanto o conjunto como a sua  especificidade ocorrem dentro de conjunturas históricas de  rentabilidade, às quais se vinculam os diferentes conceitos de  propriedade desenvolvidos ao longo da história, assim como as suas  correspondentes formas contratuais, que determinarão as dimensões da  exploração rural. O produto principal de uma exploração rural (aquele  que mais lucro dá ao trabalhador directo e mais renda ao proprietário)  está muito bem controlado tanto pelo receptor da renda como pelas  técnicas disponíveis.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Num sistema camponês, o trabalho  (seja produção de leite, de uvas ou de vinho) é realizado pelo conjunto  dos membros do grupo doméstico. Porém, o cultivo da vinha e a produção  de leite impõem um limite ao número de trabalhadores que pode viver  sobre o mesmo tecto e ser alimentado com base no produto principal.  Especialmente no caso da vinha, que sazonalmente necessita de um grande  número de pessoas, os membros das casas, durante o ciclo&amp;nbsp; agrícola,  devem dedicar-se ao trabalho noutras actividades menos rentáveis. Tanto a  vinha como o pasto exigem uma alta concentração de trabalhadores e dado  os constrangimentos impostos pelo próprio grupo doméstico, devem  obter-se a partir de contratos, de entreajuda, de formas corporativas  entre iguais ou de outras alternativas&amp;nbsp;&amp;nbsp; que permitam&amp;nbsp; reunir um&amp;nbsp; grupo  de&amp;nbsp; trabalho&amp;nbsp;&amp;nbsp; suficientemente numeroso nas estações que o exigem. Estes  agrupamentos efectuam-se dentro das possibilidades tecnológicas e de  capital com que os sistemas rurais contam: as formas de angariar  trabalhadores não deverão comprometer a unidade patrimonial (quer seja  em usufruto ou em propriedade), mas ao mesmo tempo, hão-de permitir a  circulação de pessoas, de instrumentos de trabalho e de saberes de forma  fluida e garantida. Trata-se de uma estrutura que os produtores criam e  regulam, combinando elementos materiais e ideais no processo de  trabalho. Tal estrutura, proponho, está definida num código de carácter  religioso: a religião expressa publicamente a racionalidade reprodutiva,  dá-a a conhecer e garante-a, definindo direitos e obrigações e  atribuindo tarefas. Examinaremos, de seguida, o modelo geral que emerge  desta hipótese, analisando os factores gerais do processo reprodutivo  rural.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;h2 style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;2 – A terra&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não há dúvida que, num sistema  camponês de reprodução, a terra é um factor básico. Contudo, não parecem  ser, nem a qualidade, nem o tamanho que a convertem num factor  reprodutivo melhor ou pior; à qualidade ou ao seu valor ecológico,  têm-se os homens adaptado, recolhendo o que ela dá. Da quantidade também  se livram os homens, organizando processos de trabalho que permitam  dispor da força de trabalho necessária para cultivá-las; ou ainda,  estabelecendo alianças que a incrementem quando não é suficiente. Além  disso, no passado, idealizaram-se técnicas artesanais para incrementar o  rendimento da terra como o adubo (assim como os fertilizantes de hoje  em dia, baseados em técnicas industriais), ou como o sistema de rega,  que, em conjunto como uma técnica, definem direitos e deveres (Netting,  1981-a, 1982-b; Tax, 1970; Grenwood, 1976; Hansen, 1977). No que se  refere à quantidade, quando o grupo de trabalho, que sobre ela se  reproduz (o grupo doméstico), se manifesta insuficiente, formam-se  grupos como os criados – instituição bem difundida na Península Ibérica  até épocas recentes -, constituem-se também grupos de entreajuda,  através das redes do parentesco e vizinhança (Iturra, 1978 e 1979); e  finalmente, quando a terra é pouca, surgem a emigração, o controlo da  fertilidade e o controlo do casamento.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pode-se igualmente afirmar que  nos novos sistemas economico-políticos, quando se criam regimes de  assistência aos trabalhadores do campo, a ajuda estatal à velhice, a não  extensão do capital financeiro ao trabalho camponês submetido a um  mercado generalizado de mercadorias, neste caso, não importa que a terra  seja grande ou pequena. Porque a natureza, por si mesma, não é um  recurso reprodutivo, e a terra é apenas um recurso produtivo: são os  processos de trabalho e a distribuição dos ganhos, que fazem dela um  factor reprodutivo. O exemplo mais claro é o dos latifúndios, pois  vários milhares de trabalhadores têm vivido na condição de pobres em  explorações agrícolas imensas durante centenas de anos (Martinez Allier,  1968; Cutileiro, 1971; Malefakis, 1976; Barros, 1979). Assim sendo,  quando aludo à terra, refiro-me às ideias económicas e jurídicas que  definem as relações dos homens sobre o território, estabelecem as  relações dos primeiros sobre o segundo, e estabelecem como resultado  final a hierarquia social que ordena ou disciplina o acesso.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para avaliar o factor terra como  factor reprodutivo, é necessário distinguir entre camponês e  trabalhador da terra, para abarcar globalmente os dois sistemas  principais que têm existido no Sul da Europa, a pequena propriedade e o  latifúndio. É necessário diferenciar também o campesinato de instalação  recente daquele que, desde há muito, está instalado. Quanto à primeira  distinção quero, contudo, chamar a atenção para o facto de os conceitos  induzirem em erro: existem explorações de grandes dimensões na Galiza e  no Norte de Portugal, como se da Andaluzia ou do Alentejo se tratasse. É  que o latifúndio é um sistema de trabalho, como afirmam&amp;nbsp; Sevilla-Guzmán  (1979) e de Barros (1979), ou Barraclough (1966) em relação à América  Latina, da mesma forma que o é a pequena propriedade do Norte ibérico ou  de Itália. Quando distingo a instalação dos camponeses nas terras da  sua maior ou menor duração, refiro-me a quem controla o processo  reprodutivo no trabalho camponês. Na pequena agricultura, o controlo do  trabalho e do que se deve plantar é assumido por determinadas pessoas,  cujo poder deriva da aplicação de categorias etico-económicas, ou então  da crença baseada no sagrado. Assim, por exemplo, até à reforma de 1926,  em Espanha, que aboliu os foros, ou a de 1968, em Portugal, que  extinguiu legalmente a enfiteuse, tinham esse direito o &lt;em&gt;rei, conde, duque, bispo, padre, patrucio, hereu, cabezoleiro, morgado, capelães, reguengos&lt;/em&gt;3. Este&amp;nbsp; sistema&amp;nbsp; desmoronou-se&amp;nbsp; lentamente&amp;nbsp; através de&amp;nbsp; reformas&amp;nbsp; sucessivas,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;entre os séculos XVIII e XIX, enquanto  que o latifúndio foi abolido por lei de uma vez, recolhendo os diversos  ajustes locais que se haviam produzido ao longo dos vários séculos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As categorias éticas ou as de  carácter sagrado vinculam as pessoas com a terra, independentemente da  sua capacidade para dirigir a produção, dos seus conhecimentos ou do seu  interesse. A justificação deste facto encontra-se na ordem natural, nas  ideias medievais generalizadas, nas definições dos fisiocratas  franceses, portugueses ou espanhóis, reproduzidas num discurso de  carácter ideológico, e que haviam já sido definidas pelo tomismo  original e pelo neotomismo dos juristas canónicos (Escoto, 1639; Suarez,  1671). Ambos os sistemas foram, desde há muito tempo, contestados por  revoltas populares (Maria da Fonte e A Patuleia, em&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Portugal e as revoltas na Galiza, entre  outras), até serem substituídos por outras categorias éticas renovadas,  que atribuem a autoridade para dirigir o trabalho produtivo a pessoas  com o título cultural e quotidiano de pai, mãe, avô, avó, tio, tia,  irmão mais velho, filha casadoura, genro trabalhador, nora fértil, entre  outros. Estas mudanças concretizaram-se, por outro lado, na consagração  laica do direito sagrado ao uso, abuso e alienação da terra, coisa que  Napoleão nos recordou depois de tantos séculos de definições de  Agostinho de Hipona sobre as relações dos homens com os bens. O que se  consagrou, por outras palavras, foi o sagrado direito do indivíduo à  propriedade, categoria definida pelo professor de ética de Glasgow, Adam  Smith (1776), e aprofundada por outro filósofo moral, John Stuart  (1861), e traduzido para o Sul da Europa pelo liberalismo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Vemos, por fim, o conceito que  subsume todas as actividades que se relacionam com a terra. Esta ideia  de propriedade que regulamenta a relação dos recursos humanos com os  naturais, é o que permite explicar que os sistemas de trabalho do Sul e  do Norte ibéricos sejam diferentes, ainda que coincidam com a orientação  económica: o produto de vários trabalhadores é reclamado pelo  proprietário do latifúndio, da mesma forma que diversas unidades de  exploração pagam a quem possui o domínio eminente ou ao proprietário de  melhor direito.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ainda que hoje vejamos o passado  com olhos romanos, da mesma forma que vemos a racionalidade reprodutiva  com olhos católicos, enganando-nos em ambos os casos, é preciso  distinguir os diferentes conceitos de propriedade, se queremos entender  como se reproduz o sistema rural. Recentemente, eu cogitava (Iturra,  1985), tentando entender como é que tantas pessoas da aldeia que estudei  em Portugal nasciam jornaleiros, viviam enquanto proprietários e  morriam jornaleiros; como é que, a tantos proprietários, não era  possível aplicar a correlação de Bourdieu (1962) entre estado da  exploração e celibato, aplicada a Portugal por O’Neill (1984) com a  máxima de «património – matrimónio» (quer dizer, quem tem propriedade  casa, quem não tem não casa), extrapolada da situação histórica  específica aí estudada, onde o camponês é&amp;nbsp; proprietário desde longa  data. Mostrei, com dados específicos, para as aldeias da Galiza (1979) e  Portugal (1985), que nem sempre há, necessariamente, correlação entre  casamento e propriedade: nem todos os proprietários casam, assim como  nem todos os não proprietários são celibatários ou têm filhos bastardos.  O assunto com interesse é outro: os diferentes grupos sociais estão,  historicamente, relacionados de forma muito diversa com a terra,  inclusive, no seio de um mesmo país e têm, em consequência, diversos  conceitos acerca do direito de propriedade (Manuel António Hespanha,  1978, 1980 e 1982; Manuel Murguía, 1982; Michel Foucault, 1966 e 1976,  entre outros), e do que esses direitos envolvem (Ramón Villares, 1976;  Nuno Monteiro, 1985). No Antigo Regime, o acesso à terra define-se de  forma hierárquica dentro dos moldes juridicamente possíveis (foro,  arrendamento, parceria, plena propriedade), em função da qualidade das  pessoas. Com as revoluções burguesas, passa a ser prioritária a  capacidade dos indivíduos para ter riqueza ou, pelo menos, para reunir  dinheiro a partir de outras actividades e poder, assim, comprar terra.  Nas aldeias que tenho estudado, Vilatuxe na Galiza, Pinheiros (São João  do Monte) em Portugal, Talca no Chile, tenho podido comprovar que a  libertação da dependência pessoal de um grande proprietário (dependência  idealmente formulada, mas materialmente necessária, já que o camponês  que não tem terra para trabalhar morre, a menos que procure outras  alternativas nem sempre existentes nas economias globais portuguesas e  espanholas), dá-se quando um grupo doméstico, representado por um  indivíduo, compra a sua liberdade em terra.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No Antigo Regime, e também  antes, a terra faz parte da ordem natural; pertence em última instância  ao rei, que vai concedendo prerrogativas (forais), suficientes para que  algumas pessoas tenham acesso à terra, e que estas, por sua vez, a  concedam a outros para que a trabalhem: é a cadeia, bem conhecida, dos  diferentes graus de ser camponês. Esta forma de acesso à terra,  materialmente necessária dada a tecnologia e idealmente definida pelo  Direito Canónico e pela doutrina dos juristas eclesiásticos, é ensinada  ao povo através do catecismo (a versão vulgarizada dos cânones), do  conjunto de milagres e do temor ao fogo divino. Sistematiza-se nos  conceitos de bem e mal que o próprio povo consagra. Não é por  casualidade que o maior pecado no Minho seja «levantar os marcos  divisórios da propriedade», tal como descreve Fátima Sá (1983).  Portanto, não são apenas o Papa e os sínodos que definem o bem e o mal,  o&amp;nbsp; povo também o faz, na sua prática reprodutiva.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O acesso à terra, ideado a  partir do sagrado e ordenado juridicamente, tem como garantia a noção de  pecado e, no segundo âmbito, a de crime. Trata-se de dois conceitos  morais que podem merecer castigo público nos tribunais ou em  autos-de-fé, o que lhes confere um poder extraordinário&amp;nbsp; sobre a&amp;nbsp;  conduta,&amp;nbsp; pelo que&amp;nbsp; proponho&amp;nbsp;&amp;nbsp; considerá-los&amp;nbsp; como&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;factores de reprodução, já que intervêm  na regulamentação do acesso à terra, disciplinam as pessoas e emanam da  materialidade das relações homens/território. Esta regulamentação moral  do acesso à terra/ética que define como deve ser a Natureza – um recurso  a ser trabalhado – , encontra-se ainda expressa, de forma mais clara,  no regime burguês de propriedade individual, pois nela as designações do  parentesco são a categoria da hierarquia de acesso à terra:  filho/filha; mais velho/do meio/mais novo; filho presente/ausente;  filho/filha que casa primeiro e tem um filho; filhos/filhas dos séculos  XX, XIX, XVIII, etc. São conceitos que no processo de transmissão  hereditária expressaram, individualizando, qual a pessoa&amp;nbsp; que fica em  determinado lugar, quem terá acesso à terra e quem será excluído. Nos  meus trabalhos acerca de Vilatuxe, Pinheiros e Talca, demonstrei que os  ideais que definem o acesso à terra, diferenciam-se das estratégias que  os trabalhadores devem idear para fazer frente à conjuntura da história  económica. Durante o Antigo Regime, na Galiza, o herdeiro era o filho  mais velho, enquanto que na actualidade, herda quem sabe mais de  aritmética e de cheques, ou então quem ficou em casa acompanhando a  velhice dos pais; em Pinheiros é herdeiro o filho ou filha que produz  primeiro um filho seu (Iturra, 1980, 1983). Importa salientar que se  trata de uma formulação geral, porque o acesso à terra é conjuntural e  heterogéneo, e é sobretudo, manipulador das normas canónicas e civis,  como veremos noutro ponto. Entretanto, queria apenas mencionar que  existe um corpo doutrinal central dogmático, que está presente nas  relações entre trabalhadores, sendo o catecismo o código que regulamenta  as relações económicas que existem entre eles, aspecto este que  pretendo clarificar de seguida.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;h2 style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;3 Os trabalhadores&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se queremos saber como se  reproduzem as condições da reprodução social, quer dizer, a sua dimensão  processual, teremos de perguntar-nos também como se fazem os  trabalhadores, pois eles são condição da reprodução. O grupo doméstico,  como diria Goody (1958, 1976, 1979), e Fortes (1958), a família e o  casamento, como diria mais tarde o próprio Goody (1983), assim como a  maior parte dos investigadores da temática rural (Chayanov, 1925;  Polanyi, 1957; Nash, 1966; Franklin, 1969; Dalton, 1971, 1972; Shanin,  1973; Tepicht, 1975; Galeski, 1977; Gudeman, 1978). Ou, por fim, as  formas que regulamentam a circulação do conhecimento no seio da família,  das pessoas através do casamento, e das terras pela herança, que, como  diria Bourdieu (1976), constituem os factores que assumem a reprodução  das pessoas e do sistema social.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na Antropologia Social, a  introdução da dimensão temporal na análise da sucessão de gerações  (Fortes, 1949; Goody, 1958; Evans-Pritchard, 1962), ou de sistemas  sociais (Goody, 1976), permitiu estudar de que forma os grupos  domésticos e o seu contexto global dão continuidade, ou melhor,  modificam, a estrutura socio-económica. Mais tarde, investigadores como  Bourdieu (1962), Laslett (1977) e O’Neill (1984), preocuparam-se com as  formas não oficiais da reprodução humana. Em dois trabalhos diferentes  tentei analisar como as condições da história económica afectam a  escolha de cônjuges e herdeiros (Iturra, 1980), e as de produzir o  produto final, o trabalhador (idem, 1985). Nesta aproximação, os  trabalhos de Flandrin (1975), Foucault (1976), Ariés (1980),&amp;nbsp; Handman  (1983), , Vernier (1985) têm sido importantes contribuições na linha  seguida por Medick (1984), que formulou com os interesses, parecem  orientar as emoções, delimitando assim o processo reprodutivo dos  produtores. A contribuição para a análise dos autores mencionados  insere-se na linha de definição do contexto em que tem lugar a  reprodução social; um exemplo de síntese deste tipo é o magnífico texto  de Godelier, &lt;em&gt;La &lt;/em&gt;&lt;em&gt;production &lt;/em&gt;&lt;em&gt;des Grandes &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Hommes (1982)&lt;/em&gt;.  O problema é o seguinte: certamente que há um conjunto de factores que  incidem no processo de reprodução social, especificamente, dos homens.  Contudo, e do ponto de vista do contexto em que se reproduzem, são  aqueles indivíduos que virão a ficar com a terra e no grupo doméstico  onde aprenderam as técnicas de trabalho (os trabalhadores, em suma),  para&amp;nbsp; contribuir especificamente para a continuidade do processo  reprodutivo. Por este motivo, quando me refiro a eles, falo de  trabalhadores e de «produção de produtores». Considero que para abordar a  sua análise devem considerar-se três elementos de um mesmo processo: o  primeiro, o sistema heterogéneo da reprodução humana; o segundo, a  aprendizagem; e o terceiro, a colaboração redistributiva de funções que  ocorre entre os membros do grupo doméstico para executar o trabalho  produtivo, aspectos estes que tratarei adiante.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Através dos dados das aldeias  que tenho estudado (Iturra, 1985, 1986), e nos estudos de O’Neill (1984)  e Rowland (1984), para a Península Ibérica, é possível verificar o que  tenho denominado um sistema &lt;em&gt;reprodutivo heterogéneo&lt;/em&gt;. O  matrimónio, do ponto de vista legal e também cultural, é a forma mais  evidenciada de produzir seres humanos, surgindo nos meus dados como uma  das formas possíveis, entre várias, para produzir produtores. Na  realidade, é a forma ritual de declarar quem é aliado de quem, e a que  terras vai ficar adscrito, dependendo do estatuto do cônjuge:  proprietário eminente, proprietário do uso, trabalhador sem terra ou  proprietário directo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A filiação faz parte das formas  reprodutivas, pois responde à necessidade de mostrar publicamente de  quem é filho/a cada uma das pessoas e, portanto, que vínculo terá para  com os bens. O estatuto que cada indivíduo venha a adquirir define se  este será senhor da terra ou trabalhador que deve obediência aos outros  para aceder à terra ou a um salário, ou se ficará na terra ou se deverá  emigrar. A filiação regula a relação com os bens que, em conjunto com o  trabalho, permitem a continuidade da vida. É por essa mesma razão que  parece ser também necessário evitar a relação de filiação declarada  legalmente, a fim de não vincular as pessoas com os bens. Pessoas que,  por outro lado, é necessário produzir para assegurar a manutenção do  processo de trabalho. Entre os bens transmitidos não se conta apenas a  terra; há também os direitos que no Antigo Regime, e ainda hoje, se  transmitem de pais a filhos, como são os contratos de enfiteuse e  algumas formas de parceria.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na análise de um período de  cinquenta anos que realizei em relação a uma aldeia portuguesa,  deparei-me com o facto de um terço das pessoas nunca ter casado; e  destas, todas as mulheres jornaleiras e uma ou outra proprietária  tiveram um ou mais filhos apesar de não estarem casadas. Quanto à  situação dos homens, esta é um pouco mais difícil de investigar, embora  tenha podido comprovar nos registos entre 1868 e 1864 que se consignava o  nome do pai, ainda que não houvesse vínculo ritual público. A partir de  1867, os pais não casados constam como padrinhos das crianças com quem  tinham tido filhos até essa data. Trata-se do ano em que o&amp;nbsp; primeiro  Código Civil Português estabelece que os filhos que consigam provar a  sua filiação (mediante prova escrita ou testamento, ou então pela pessoa  lesada desde que o prove através de arquivo), terão direito aos bens do  pai, se os houver. Desta forma, a deslocação do pai biológico, e a sua  conversão em pai ritual, chamado padrinho, constitui uma forma de manter  a produção de trabalhadores (a um filho sem vínculo com os bens não lhe  resta outro destino senão ser trabalhador), permitindo, ao mesmo tempo,  cumprir com os deveres de assistência que a moral prescreve. Na  actualidade, nos poucos casos de filhos sem pai social, os irmãos do  progenitor são padrinhos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Casamento, bastardia, incesto,  gravidez da mulher do outro, adopção e filiação ritual constituem,  juntamente com o celibato, são estratégias complementares de um sistema  de reprodução de tipo heterogéneo que parecem ir contra o sistema ético  com que as pessoas regulam as suas relações, e que a Igreja Católica  parece defender tão tenazmente. Contudo, há diversas situações que é  necessário clarificar para evitar pensar que existe descontinuidade  lógica entre as ideias que orientam as relações e as próprias relações.  Uma explicação possível é a paixão e o desejo, mas não seria lógico que  um sistema racional de reprodução se baseasse na abstinência, quando,  por outro lado, a própria abstinência e o desejo estão previstos para  regular em cânones e nas práticas. Assim sendo, a fornicação de qualquer  tipo (ainda que analise apenas a reprodutiva), só será considerada  crime se for possível provar publicamente em tribunal eclesiástico ou  civil (Can. 2757 do Código de Direito Canónico de 1917). Além disso, a  confissão é um acto através do qual um tribunal socializa a reparação da  falta; ou seja, a confissão e a comunhão frequentes da pecadora são o  signo do perdão, a aceitação por&amp;nbsp; parte do grupo social de condutas  teologicamente incorrectas. Procura-se, não obstante, evitar o casamento  da mulher que teve filhos sem filiação oficial, a menos que seja com o  próprio pai da criança, ou quando esta é fruto de um incesto forçado e  injusto. Assim acontece, pelo menos, nos casos que surgem do cruzamento  dos dados que recolhi.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O que me interessa realçar aqui é  o facto de, ao nível dos trabalhadores, a reprodução ser uma prática  heterogénea, tanto no que diz respeito ao número de práticas existentes,  como nos aspectos com os quais se liga, especialmente, o patrimonial.  Não se trata de que um esperma qualquer fecunde um óvulo qualquer, mas  sim de estabelecer que esperma (de qual homem) casará com o óvulo (de  qual mulher). Ideologia historicamente oculta, mas persistentemente  imposta pela patrística da Igreja Católica. Reprodução que poderá ser,  por vezes, impossibilitada por causas naturais. Situação igualmente  prevista pela Patrística. Quando a aliança é impossível, então  dissimula-se como se fosse inexistente, e o fruto dessa união é  declarado unilateralmente, ainda que a bilateralidade seja pública e  notória. Isto só é possível em sistemas culturais onde o poder da  palavra escrita tem tanta relevância como a própria procriação. A partir  do momento em que os camponeses passaram a ser proprietários da terra, o  sistema heterogéneo viu-se reduzido a uma só prática, a do casamento,  normalmente entre gente que ainda não tem filhos, ou que só possui  aquilo que o sistema de regulamentação da fertilidade não fiscalizou a  tempo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um segundo momento que há que  fazer ressaltar na reprodução dos trabalhadores é o da sua doutrinação.  Ainda que no fundo só existia um corpo doutrinal, há três tipos de  mestres nesta prática: a família, a Igreja e o Estado, que ensinam de  forma a não deixar dúvidas nos espíritos, os princípios que, em primeiro  lugar, definem as relações sociais, hierarquia, obediência e  autoridade. Há também, o princípio da solidariedade ou caridade, que se  aprende entre as virtudes. Não obstante, parece-me que o princípio da  maldade primordial do homem é tão reiterado em palavras e práticas, que o  da caridade passa a ser a sua sombra positiva.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A criança, desde que nasce até  que, já maduro, morre, passa por um conjunto de rituais bem  especificados na idade e no tempo, os quais já&amp;nbsp; referi detalhadamente  (Iturra, 1985). Não existe aqui apenas um conhecimento dos códigos de  comportamento, que são minuciosamente ensinados (catecismo),  rigorosamente controlados (confissão) e redefinidos escatológicamente  (comunhão ou eucaristia), como também há neste ensino uma dimensão  totalmente prática. Por exemplo, a divisão do tempo litúrgico serve de  referência às actividades produtivas ao longo do ciclo agrícola. Desta  forma, enquanto que a criança recebe o código moral público de  comportamento, são-lhe ministrados também os aspectos práticos da  reconciliação social mediada pela penitência, que assegura o cumprimento  do código ético a nível público, e do ciclo mítico que orienta o ciclo  cósmico, agrícola.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A religião, como teoria da  actividade, faz parte da racionalidade reprodutiva, antes da teoria do  liberalismo se ter introduzido na produção rural, baseando-se nos  conceitos de direitos e deveres que se devem aos que&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;detêm a autoridade. Da sociedade do  Antigo Regime sobreviveram as categorias domésticas enquanto directrizes  da produção, às quais se aplica a noção de Deus estóico que no Ocidente  representa a verdade. A doutrinação do produtor consiste na alienação  da sua vontade mediante noções como as de hierarquia e autoridade,  representadas conjunturalmente por determinadas pessoas. Esta ideia da  religião como “ópio do povo” (Marx, 1884), tem correspondência com uma  realidade consistente: as ideias mobilizadoras do trabalho rural, feitas  teologia pela Igreja ao longo do tempo, e que têm um conteúdo que  mobiliza as pessoas na sua entrega à vontade do soberano. Trata-se,  pois, de um paradigma teísta, que antecede e é contrário ao paradigma  burguês que lhe sucederá. E se tais noções são mobilizadoras, é porque  conseguem sistematizar as ideias e dirigi-las para os aspectos  pragmáticos da actividade produtiva material.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nas análises que tenho  desenvolvido acerca da conduta ritual, tenho podido observar que, tanto  no passado como no presente, esta é praticamente universal em todos os  grupos sociais onde tenho trabalhado. Só se afastam dela as pessoas que  contam com bens próprios comprados (a partir do século XIX), ou aquelas  que dispõem de um grupo de trabalho suficiente para realizar a  actividade produtiva, pelo que podem desinteressar-se do conjunto mais  vasto do grupo social. Contudo, esta falta de solidariedade para com os  demais ameaça de extinção a sua estirpe, já que não casam, não festejam,  nem contam com colaboração no trabalho e na doença. Afastam-se  igualmente aqueles que atravessaram os limites do permitido na vida  privada (coisa que, normalmente, é mais frequente do que a Doutrina  Católica permite), como o são os casos de incesto, de prostituição e  homossexualidade reconhecidos publicamente, quando o transgressor  abandona abertamente o Direito Canónico e, ficando isolado dos outros,  acaba por ter de partir. Estes casos, que o limite da minha exposição  não me deixa aprofundar, são a prova de que as normas doutrinais devem  ser cumpridas, mas que podem transgredir-se em privado, sempre que não  afectem o domínio público.&amp;nbsp; É claro que doutrina e&amp;nbsp; a falta podem  manipular-se como provam as variáveis definições de pecado (registadas  anualmente pelos sínodos regionais), ou as manipulações efectuadas com o  ritual quando, por exemplo, pelo casamento se legitima um bastardo, ou  como no caso de um registo que encontrei de um nascimento que havia sido  feito quatro anos após a morte do progenitor, ou ainda os casos de  assassinato que se ocultam porque o seu autor controla ou redistribui  recursos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em síntese, e sem poder entrar  na miríade de casos que parecem contradições, mas que não são mais que  alternativas relacionadas com os factores históricos da racionalidade  reprodutiva, quero realçar que o produtor é fabricado no grupo social,  pelo que a sua presença individual no mundo é apenas parte de um  processo mais geral.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O terceiro momento, refere-se à  atribuição de tarefas a cada componente de um grupo doméstico, como um  dos aspectos que contribui também para a reprodução dos trabalhadores. A  tecnologia do sistema rural&amp;nbsp; pode apenas usar-se a partir da força de  trabalho que o grupo doméstico possui ou, se falta, complementada pelos  parentes e vizinhos. Ora, as ideias morais codificadas na doutrina e na  lei canónica permitem a existência de um grau de confiança suficiente  para que se possam dividir tarefas entre os membros do grupo doméstico.  Ao mesmo tempo que anulam as forças antagónicas que, se disputassem por  um mesmo pedaço de terra, aniquilariam e dividiriam também a força de  trabalho.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tanto na Galiza como em  Portugal, tenho podido observar a colaboração, que existe entre pessoas  distintas que circulam por meio dos laços de consanguinidade, e que se  adapta a distintas conjunturas históricas. Assim sendo, quando a  propriedade eminente é do &lt;em&gt;conde&lt;/em&gt; ou do &lt;em&gt;morgado&lt;/em&gt;, os  casamentos entre parentes próximos (que implicam a manipulação da lei  canónica), são prática habitual que assegura a concentração de recursos:  terras, animais, foreiros e trabalhadores. Quando a propriedade se  concentra num indivíduo e, como resultado da desamortização ou do  desinteresse da classe proprietária, a terra vai ficando abandonada e  vaga, o produtor emigra, abandonando, de forma prolongada, o grupo  doméstico, e regressa para comprar a fazenda vizinha que já ninguém  cultiva. São estes os momentos em que, na variabilidade típica da  aliança matrimonial, se volta à exogamia e se importam maridos para a  aldeia, enquanto que os homens da casa partem para poder reunir o  dinheiro que permitirá a lenta compra de terras por parte dos parentes  que ficam em casa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O trabalho é feito pelos  residentes do grupo doméstico, o produto é aplicado em pagamentos&amp;nbsp; e na  reprodução agrícola, enquanto que a renda é colectada individualmente,  tal como prescreve a concepção dos juristas burgueses. A terra continua a  ser trabalhada e consumida por um grupo, cuja racionalidade reprodutiva  está contida nos preceitos religiosos, já que estes sistematizam os  direitos e deveres do parentesco, o que se pode apreciar melhor nas  distintas formas de ajuda e colaboração no trabalho. Assinalarei,  finalmente, que esta reflexão, baseada nos meus estudos sobre a pequena  agricultura, tem uma dimensão diferente em zonas de conquista e de  missão, aspectos que não posso aqui desenvolver.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;h2 style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;4 – O trabalho&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os grupos domésticos, por vezes,  não são suficientes para realizar o trabalho, tanto na pequena  agricultura como no latifúndio. Quanto a estes últimos, tenho observado  na América Latina e no Alentejo que a casa se divide em dois tipos de  trabalhadores: os que partem (em número que depende dos constrangimentos  do produtor), para trabalhar nas terras do proprietário, e os que ficam  em casa para trabalhar as terras, das quais se possui o usufruto, ou  que pertencem à família (Barraclough, 1966; Barros, 1979). Na pequena  agricultura segue-se um sistema semelhante, tanto no Antigo Regime como  quando já existe a propriedade directa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os grupos domésticos não têm  pessoal suficiente para realizar o trabalho necessário, nem todo o  conhecimento que as diversas tarefas requerem, nem tão-pouco os  instrumentos. Mais ainda, no seu desenvolvimento através do tempo, cada  grupo doméstico vai perdendo pessoal jovem por casamento ou por  emigração (o que contribui também para a reprodução), e é afectado  também pela morte dos mais velhos e das crianças. O grupo doméstico não  adquire mais trabalhadores pelo casamento do que aqueles que perde pelas  razões apontadas; e os que ganha por nascimento estão numa etapa da  vida em pouco podem contribuir para as tarefas agrícolas. Face à  necessidade de contar com mais pessoal, de suplementar os conhecimentos  técnicos e de juntar ferramentas, cada grupo doméstico recorre a outros  em busca de colaboração, sendo comum a chamada entreajuda.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A circulação de bens e de  trabalhadores constitui um aspecto essencial do processo de trabalho,  através de um código regulado pela racionalidade do parentesco, onde se  encontram categorias etico-económicas diversificadas entre pessoas que  devem umas às outras obrigações e direitos, seja em vida, seja na morte.  São categorias éticas porque as define a doutrina cristã sobre forma de  deveres aos quais não correspondem direitos; e são económicas porque  nelas se incluem os recursos produtores de bens. Porém, quando um grupo  doméstico necessita estabelecer cooperação, a que outro grupo doméstico  recorrerá e para que tipo de trabalhos? Os requisitos variam de uma  região para outra e dependem também do tipo de agricultura praticada,  embora em todos os casos haja sempre períodos do ano em que se concentra  mais trabalho. O ciclo agrícola tem uma série de etapas: preparação da  terra, sementeira, colheita, as actividades relacionadas com a  conservação da casa, caminhos, muros, assim como o cuidado dos animais e  a exploração da mata. Assim sucedia nas aldeias estudadas na Galiza e  em Portugal, dedicadas à produção de leite e de vinho, tanto na  actualidade como quando existia domínio eminente de um senhor.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O grupo doméstico do sistema  rural, quando detinha propriedade eminente, dividia o seu trabalho entre  os deveres para com o senhor e os da terra concedida; o da pequena  agricultura divide entre os trabalhadores especializados para a venda e  para a subsistência. O grupo doméstico da propriedade eminente podia  destinar aos seus trabalhadores tarefas de cooperação quando não  trabalhavam para o senhor. O grupo da pequena propriedade individual  reparte o trabalho em função dos conhecimentos especializados, da  capacidade para trabalhar (segundo a força física e a idade, mais do que  pelo sexo), e, eventualmente, em função do dinheiro, mesmo quando o  sentido da colaboração é poupar esta forma universal de pagamento de  economia do capital, com a qual confinam os camponeses. O tempo de  trabalho divide-se entre uns e outros, para poder ajudar outros grupos,  como constatei ao longo da observação de duzentos casos na Galiza e  duzentos e oitenta em Portugal. Esta necessidade de colaboração  verbaliza-se como uma obrigação entre parentes e vizinhos de se ajudarem  mutuamente. Contrastada com a acção, a definição verbal, que para todos  os efeitos é muito ampla, não coincide estritamente com ela,  precisamente porque nas aldeias rurais todos são parentes e vizinhos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esta verbalização que diz  respeito à obrigação de ajudar-se mutuamente não faz mais do que definir  ou repetir um código que já está escrito, sobre a honra devida aos pais  e aos superiores e sobre o amor ao próximo (S. Pio X), o que constitui  uma dimensão da relação social garantida mediante o castigo material  (exclusão do grupo de trabalho) e espiritual (condenação eterna). A  honra ao pai e à mãe e aos superiores inclui também o que nas palavras  de Radcliffe-Brown (1952), estudando os Maori, poderíamos denominar a  solidariedade devida aos membros de uma mesma geração. No preceito  doutrinal católico, os irmãos dos pais são conceptualizados e tratados  com o mesmo tipo de respeito que os progenitores, ainda que possa haver  um maior grau de flexibilidade na relação, tal como pude comprovar no  meu trabalho de campo. Quando tal relação se consolida através do  parentesco ritual padrinho/afilhado, os deveres que se estabelecem podem  ser inclusivamente maiores do que os que têm origem na filiação  directa. Se a isto juntarmos o casamento (pelo qual normalmente o  cônjuge ingressa na família da sua mulher, ainda que nem sempre na  casa), temos já uma pista acerca do que constitui a racionalidade do  trabalho: &lt;em&gt;o direito de dar&lt;/em&gt; que se estabelece a partir da rede  de relações de trabalho que se tece nas aldeias, devido aos  constrangimentos que tenho assinalado. Este direito formula-se,  normalmente, com algo que deve complementar-se com a obrigação de pagar,  seja em relações recíprocas ou não (o senhor dá e a ele se paga, e a  relação que se estabelece não é de reciprocidade).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O direito de dar, ou  simplesmente, a dádiva (Mauss, 1923-1924; Malinowski, 1922; Sahlins,  1965, entre outros), base da racionalidade dos sistemas de trabalho,  pode-se construir e orientar de modos diversos. Evidencia-se, em  primeiro lugar, o casamento, em que duas pessoas declaram diante de uma  testemunha privilegiada, sagrada, que querem viver juntas para sempre, e  isto implica cessão de bens entre elas, seja de forma unilateral ou  mútua, com acordos em relação aos dotes, ou então mediante acordos  matrimoniais (Iturra, 1980); implica também dar o corpo&amp;nbsp; para a  procriação e o trabalho. Uma segunda forma de construir a relação de dar  e receber, é a que se estabelece entre filhos e pais, com trocas  equivalentes de alimento e trabalho que são reguladas através do afecto  ou, simplesmente, através da autoridade dos pais e da obrigação que têm  de prover os primeiros: deixo para outra ocasião a análise dos elementos  pragmáticos da relação e sua abstracção no modelo bem definido da  Sagrada Família (onde o pai é casto, a mãe é virgem e o filho é a  verdade). Uma terceira forma de processar a obrigação de dar é a  projecção dos deveres filiais para com a casa, uma vez que os filhos a  deixem para contrair matrimónio fora: estabelece-se, assim, uma  obrigação mútua entre casas, que ao mesmo tempo é conflituosa, já que os  cônjuges que estão numa casa são filhos de outra e ambas necessitam de  colaboração. Enquanto os netos são pequenos, a relação é resolvida  conjunturalmente, embora&amp;nbsp; tenha observado que se há escassez de filhos  para colaborar, pede–se ajuda de preferência aos pais da mulher, pelo  que esta é considerada, pelos parentes do maridos, uma má nora, o que  significa que não cumpre as obrigações mútuas. Uma quarta forma de  construir a relação de trabalho é a que se estabelece quando os netos  são adultos e se repartem entre as casas dos avós, tios-padrinhos,  padrinhos e tios. Neste nível de parentesco estabelecem-se também e em  quinto lugar, relações construídas com base nas doações hereditárias. Em  populações onde ocorre o não casamento (celibato, maternidade  bastardia), há sempre um conjunto de proprietários de terra  (usufrutuários ou proprietários directos), que têm de assegurar a  continuidade da gestão com base em descendência criada por outras e  definida como continuadora através do parentesco ritual, estruturado  canonicamente.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No modelo até agora apresentado  sobre a racionalidade da cooperação, reconheço que faltam todas as  estratégias alternativas que noutros trabalhos tenho analisado, pois  nessa racionalidade, alteram-se nos casos de emigração, com as mudanças  na técnica e com a especialização dos parentes em distintos processos de  trabalho, uma vez que o direito de dar se processa de forma diferente,  ainda que os princípios de recrutamento sejam os mesmos. Na emigração  com regresso, os ganhos entregam-se à família que fica na aldeia e o  dinheiro investe-se em terra, na construção de uma casa ou um café: a  colaboração confia os recursos obtidos na economia da maximização para  aos recursos da reciprocidade (Iturra, 1984). No caso em que os parentes  estão em diferentes processos de trabalho, a racionalidade da ética  religiosa não tem mais eficácia económica do que orientar, é  reconvertida a partir da inclusão de outros indivíduos no mesmo processo  de trabalho, os quais, classificados como parentes em algum grau, se  aproximam da relação por meio da prescrição ética (obrigação de dar),  que renderá benefícios comuns na actividade económica. Esta é, como  comentava acima, a quinta forma de estruturar o direito de dar, de  orientar o processo de trabalho.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Há toda uma gama de colaboração  possível entre vizinhos, com base no conhecimento, na contiguidade de  terras, na posse de instrumentos ou, simplesmente, no facto de obter  benefícios em dinheiro no final do ciclo de produção. Este último,  impõe-se presentemente nas aldeias, onde o tractor é o grande parente  que, ao acelerar o trabalho dos outros, cria uma abundante clientela de  mão-de-obra, liberta do ciclo total das rotinas artesanais que ocupam o  tempo e as energias dos trabalhadores. O uso do tractor (que se é pago  em dinheiro pertence à racionalidade da economia do liberalismo burguês e  não camponês), efectua-se mais na linha de maximizar a força de  trabalho para o proprietário da máquina, do que em linhas éticas. No  domínio da economia camponesa pode ver-se que a racionalidade que  organiza as trocas entre não parentes responde a critérios de utilidade  dentro de uma troca de bens, em que se podem isolar moedas que servem  como mediadoras (Iturra, 1977; 1985).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em síntese, pode dizer-se que o  direito de dar (a dádiva, o dom da caridade), exerce-se entre vizinhos  como uma forma de dinamizar uma relação de trabalho que coloca uma  pessoa em dívida para com a outra se aceita a relação, e aceitá-la em  função de aspectos bem utilitaristas: ou por falta de parentes que  possam mobilizar recursos através da rede etico-económica orientada  canonicamente, ou então porque o doador é membro do mesmo processo de  trabalho que o recebedor. No segundo caso, a racionalidade da ética  religiosa explica-se de uma maneira geral através da solidariedade e do  amor, e mantém-se materialmente pelo benefício monetário que a  associação traz. Quanto ao primeiro caso, emoções ou interesses estão  convenientemente distribuídos e garantidos escatologicamente, como passo  a explicar.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;h2 style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;5 – A garantia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Até ao presente momento tenho  tentado demonstrar de que forma a reprodução do sistema rural, processo  de trabalho submetido a outro, tem uma racionalidade de publicidade nas  ideias religiosas. Por outras palavras, tenho tentado unir elementos do  processo produtivo a um sistema de pensamento que normalmente se estuda  como um fenómeno em si mesmo. A minha hipótese de trabalho parte da  ideia de que a religião é a teoria da actividade económica que, nas  relações sociais de hoje, se transforma lentamente numa racionalidade  teorizada a partir de uma perspectiva económica (Iturra, 1986). Existe  uma semelhança entre ambas as teorias: as duas orientam a actividade que  permite produzir a vida material, sistematizam as relações entre os  homens, dão estatuto às coisas e regulam a relação dos homens com elas.  Há entre ambas uma diferença: enquanto que a teoria religiosa da  actividade económica se centra nas pessoas e nas hierarquias  (maximiza-as), para vinculá-las às coisas, a teoria económica centra-se  nas coisas (maximiza-as), e atribui-lhes um valor, através do qual podem  ser adquiridos pelas pessoas. Entre as duas existe uma relação que não é  de continuidade, pois trata-se de dois sistemas que se cruzam em  diversos níveis: no tempo histórico (onde conjunturalmente coexistem com  maior preponderância de uma ou outra), e na própria racionalidade, já  que a teoria económica com que hoje se tentam governar as coisas é uma  derivação da ordem moral definida religiosamente. Adam Smith (1776), por  exemplo, substitui o príncipe pelo Estado, John Stuart Mill (1861)  realça a bondade como base da sua teoria da opção e John Maynard Keynes  (1936) desenvolve uma teoria da riqueza que, pelas vantagens que tem  para o sistema reprodutivo, se converte numa ética que faz predominar o  monetarismo e justifica o predomínio da riqueza sobre a Humanidade.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como sistema teórico das  relações com as coisas, a religião desenvolveu um braço armado que, por  vezes, era de temer – a Inquisição – que se manteve ainda depois do seu  desaparecimento nas águas, ora quentes, ora frias, da confissão (criada  no século XII). Porque, quer seja um problema de crença ou não na outra  vida – há diferenças entre esta outra vida definida pela Igreja e a do  povo ou, pelo menos, entre o ciclo tomista e a aldeia onde os mortos  residem, o cemitério -, quer seja pelo facto de a religião ser um  sistema metafórico e não escatológico, existe no domínio público uma  parte de código das relações que é repressivo ou, pelo menos, é  orientador e fixa opções. Neste contexto situa-se a noção de pecado, da  qual não estou em condições de falar, pelo menos do ponto de vista da  investigação que estou realizando.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O pecado aparece muito cedo na  mitologia cristã explicando geneticamente a Humanidade; como qualquer  cultura, a judaico-cristã distingue entre o bem e o mal: o primeiro é  premiado e o segundo castigado. Pertencendo a esta cultura, conhecemos  bem a existência das penas do Inferno que nos fazem viver como seres  culturais. Estas penas não só são prometidas pela palavra nos sermões  (que ao longo dos meus trabalhos de campo pude ouvir), como são também  prefiguradas fisicamente por meio de jejuns, penitências, genuflexões,  castigos e outras formas através das quais as sanções se têm expressado  ao longo dos séculos. Os ritos da Semana Santa, por exemplo, constituem  um bom quadro da desolação do corpo quando a alma perde a graça. Porém, a  pergunta que surge é até que ponto a noção de pecado garante o  funcionamento do código doutrinal porque se temem as penas futuras, e  até que ponto o garante, tornando públicas e socializando (quer dizer,  predicando), as razões pelas quais uma pessoa pode ser expulsa da  colaboração (comunhão), ou excluída da possibilidade de aceder à terra  através do casamento, da herança ou então, continuando os exemplos, do  sacerdócio. Será a crença aquilo que funcionou como garantia de que os  contratos orais sejam cumpridos e que os valores adscritos às categorias  etico-económicas sejam respeitados, ou será a prática da conduta que se  ajusta à ética? A dúvida assalta o investigador quando se apercebe,  como sucedeu nas minhas investigações, que podem aparecer dois  comportamentos éticos: um que se ajusta às normas e prescrições e que  demonstra publicamente um comportamento que honra a pessoa, e outro que  envergonha, que dá que falar. A heterogeneidade reprodutiva, as  contravenções dos preceitos rituais, o cumprimento pouco fiel das  normas, e algumas faltas contra a propriedade, são aspectos facilmente  esquecidos pelo povo, ou reajustados dentro de um código social  garantido oficialmente pela Igreja, que reorienta estes comportamentos  desajustados: o arrependimento redime. A educação não oficial dos jovens  através de outros jovens e adultos, a custódia da castidade  pré-matrimonial, a regulação da fertilidade matrimonial através do  recurso à prostituição, os&amp;nbsp; numerosos pactos com figuras malignas em  conjunto com promessas e votos e a predicação sagrada e a reprodução  humana criminal, são alguns dos muitos factos que proporcionam  continuidade ao comportamento e que resolvem o que a rigidez da  prescrição não contempla. Por outro lado, actos como o roubo, a invasão  da propriedade alheia, os atentados contra a saúde e a integridade  física, o bom nome ou a fama (todos eles contemplado no decálogo), são  normalmente sancionados de forma directa pelos ofendidos, que assim  passam a ser pecadores devendo então recorrer ao tribunal da confissão,  pelo menos se agridem na réplica, tornando-se agora vítima o primeiro  agressor.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Todos estes assuntos têm sido  bem legislados pelo Direito Canónico, que prevê tribunais consoante os  crimes, e também sínodos locais que cada ano redefinem as faltas. Assim,  como o preguiçoso ou&amp;nbsp; não cumpridor terá o seu castigo na terra ao ser  proscrito das alianças e cair na pobreza, assim, também, o que não  cumpre os deveres terá de pagar uma sanção cultural por cada falta  infringida na estrutura de relações. Para que tais faltas se conheçam,  se identifiquem no tempo, no espaço e nas diversas categorias de pessoa  de uma sociedade oral e cíclica como é a rural, tais faltas e seus  castigos inscrevem-se na memória pela penitência, que passa a ser o  tribunal mínimo que garante o cumprimento da racionalidade reprodutiva.  Desta forma, tais faltas são conhecidas, identificam-se no tempo, no  espaço e nas diferentes categorias de pessoas. Parece-me, portanto, que  se estrutura o trabalho nos sistemas rurais, inclusive os que se centram  na vinha, e assim parece estruturar-se a racionalidade reprodutiva, a  partir da garantia que o pecado proporciona.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center" style="color: blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;h2 style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;ARIÉS, Philippe (1080), 1983: “S. Paulo e a Carne”, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; Foucault, Ariés et al.(eds.), &lt;em&gt;Sexualidades Ocidentais&lt;/em&gt;, Lisboa, Contexto (Communications, 1980, Paris), págs. 47-51.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;BARRACLOUGH, Solón e DOMIKE, Anthonny, 1966: “Agrarian Structure in the Latin American Countries”, &lt;em&gt;in Land Economics&lt;/em&gt;, vol. 62.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;BOURDIEU, Pierre, 1962: “Célibat et condition paysanne”, &lt;em&gt;in Etudes Rurales&lt;/em&gt;. 5-6, avr.sept. págs. 32-135.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;1976: “Marriage Strategies and Strategies of Social Reproduction” ,&lt;em&gt;in&lt;/em&gt; R. Fortes and O. Ranum (eds.), &lt;em&gt;Family and Society&lt;/em&gt;, The John Hopkins Press, Ltd , Londres.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;CHAYANOV, Alexander V. (1925), 1974: &lt;em&gt;La Organización de la unidad económica campesina&lt;/em&gt;, Nueva Visión, Buenos Aires..&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;CUTILEIRO, José, 1971: &lt;em&gt;A Portuguese Rural Society&lt;/em&gt;, The University Press,&amp;nbsp; Oxford.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;DALTON, George, 1971: &lt;em&gt;Traditional tribal and peasant economies: and introductory survey of economic anthropology&lt;/em&gt;, Addison – Wesley Modules in Anthropology, págs. 1-35, Reading, Massachusetts.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;1972: “Peasantry’s in Anthropology and History” &lt;em&gt;in Current Anthropology&lt;/em&gt;, 13 (3-4), págs. 385-415.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;DE BARROS, Afonso, 1979: &lt;em&gt;A Reforma Agrária em Portugal&lt;/em&gt;, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;ESCOTO, John Duns, (1266-1308) (1639), 1910: &lt;em&gt;De rerum principio&lt;/em&gt;. Quarachi.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;1950: &lt;em&gt;Opera Omnia&lt;/em&gt;. Comissão Escotista (ed.) Roma, C. Balic.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;EVANS-PRITCHARD, Edward, 1962: “Anthropology and History”, &lt;em&gt;in Essays in Social Anthropology&lt;/em&gt;, Londres Faber, págs. 46-65.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;FLANDRIN, Jean Louis, 1975: &lt;em&gt;Les amours paysannes, &lt;/em&gt;&lt;em&gt;XVI-XIXe&lt;/em&gt;&lt;em&gt; siècle&lt;/em&gt;, Gallimard, Paris.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;FORTES, Meyer, 1949: “Time and Social Structure: an Ashanti case study”, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; M. Fortes (ed.), &lt;em&gt;Social Structure: studies presented to A R. Radcliffe – Brown&lt;/em&gt;, Londres.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;1958: “Introduction” &lt;em&gt;in The developmental cycle in domestic groups&lt;/em&gt;, Cambridge University Press.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;FOUCAULT, Michel, 1966: &lt;em&gt;Les mots et les choses&lt;/em&gt;, Gallimard, Paris.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;1976: &lt;em&gt;La volonté de savoir&lt;/em&gt;, Gallimard, Paris&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;FRANKLIN, S. H., 1969: &lt;em&gt;The European Peasantry, The Final Phase&lt;/em&gt;, Londres, Methuen.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;GALESKI, Boguslaw, 1977: “Quelques refexions sur la question agraire dans les démocraties populaires (1945-1975)”, &lt;em&gt;in Structures Sociales en Europe de L’Est&lt;/em&gt;. (Notes études documentaires, 4 Março, 1977), Paris. La Documentation Française.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;GODELIER, Maurice, 1982: &lt;em&gt;La Production des Grands Hommes&lt;/em&gt;, Fayard, Paris.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;GOODY, Jack, 1958: “The fission of domestic groups among the Lo Dagaba”, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; M. Fortes (ed.), &lt;em&gt;The developmental cycle in domestic groups&lt;/em&gt;, Cambridge University Press, Cambridge.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;1976: &lt;em&gt;Production and Reproduction. A comparative study of domestic domain.&lt;/em&gt;, Cambridge University Press, Cambridge.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;1979: &lt;em&gt;Domestic groups&lt;/em&gt;, Addison – Wesley Modules in Anthropology, Reading, Massachusetts.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;1983: &lt;em&gt;The development of the family and marriage in Europe,&lt;/em&gt; Cambridge University Press, Cambridge.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;GREENWOOD, J. Davydd, 1976: &lt;em&gt;Unrewarding wealth: the commercialization and collapse of agriculture in a Spanish Basque town&lt;/em&gt;, Cambridge University Press, Cambridge.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;GUDEMAN, Stephen, 1978: &lt;em&gt;The demise of a rural economy. From subsistence to capitalism in a Latin American Village&lt;/em&gt;, Routledge and Kegan Paul, Londres.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;HANDMAN, Marie-Elisabeth, 1983: &lt;em&gt;La violence et la ruse. Hommes et femmes dans un village grec.&lt;/em&gt;, Edisud, Aix-en-Provence.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;HANSEN, Edward C., 1977: &lt;em&gt;Rural Catalonia&amp;nbsp; under the Franco Regime. The fate of regional culture since the Spanish civil war&lt;/em&gt;, Cambridge University Press, Cambridge.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;HESPANHA, António Manuel, 1978: &lt;em&gt;A História do Direito na História Social&lt;/em&gt;, Livros Horizonte, Lisboa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;1980: “O Jurista e o legislador na construção da propriedade burguesa liberal em Portugal”, &lt;em&gt;in Análise Social&lt;/em&gt;, vol. XVI (61-62), págs. 211-236.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;KEYNES, John Meyner, 1976: &lt;em&gt;A General Theory of Employment, Interest and Money&lt;/em&gt;, Cambridge University Press, Cambridge.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Malinowski, Bronislaw, 1922: &lt;em&gt;Argonauts of the Western Pacific&lt;/em&gt;, Routledge and Kegan Paul, Londres.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;MARTÌNEZ Allier, Juan, 1968: &lt;em&gt;La estabilidad del latifundismo&lt;/em&gt;,Ruedo Ibérico, Paris&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;MILL, John Stuart (1861), 1962: &lt;em&gt;&amp;nbsp;Utilitarianism&lt;/em&gt;, William Collins and Sons, Glasgow.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;MONTEIRO, Nuno Gonçalo, 1985: “Lavradores, frades e forais. Revolução e regime senhorial na comarca de&amp;nbsp; Alcobaça (1820-1824)”, &lt;em&gt;in Ler História&lt;/em&gt;, 4, 31-88, Lisboa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;MURGUIA, Manuel, 1882: &lt;em&gt;El foro. Sus origines, historia y condiciones&lt;/em&gt;, Libreria de Bailly Bailliere, Madrid.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;NASH, Manning, 1966: &lt;em&gt;Primitive and peasant economic systems, &lt;/em&gt;Chadler Publishing Co., San Francisco.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;NETTING, Robert Mc e MCGUIRE, Randall, 1982-a, “Lovelling peasants? The maintenance of equality in a Swiss Alpine community” &lt;em&gt;in American Ethnologist&lt;/em&gt;, 9, 269-290.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;1982-b; “Territory, property and tenure”, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; R. McAdams, M. J. Smelser and D. J. Treiman, &lt;em&gt;Behavioral and social science research: a national resource, Washington, &lt;/em&gt;National Academy Press, &lt;em&gt;págs. &lt;/em&gt;&lt;em&gt;446-502.&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;O’NEILL, Brian Juan, 1984: &lt;em&gt;Proprietários, lavradores e jornaleiras. Desigualdade social numa aldeia transmontana&lt;/em&gt;, 1870-1978,&amp;nbsp; Dom Quixote, Lisboa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;PIO X, s/d,: &lt;em&gt;Primeiros Elementos da Doutrina Cristã&lt;/em&gt;, União Gráfica, Lisboa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;POLANYI, Karl, 1957: “Aristotle discovers the economy”, &lt;em&gt;in Trade and market in the early empires&lt;/em&gt;, Free-Press, págs. 54-94, Nova Iorque.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;RADCLIFFE-BROWN, Sir Archibald Reginald, 1952: &lt;em&gt;Structure and function in primitive society&lt;/em&gt;, Cohen and West, Ltd&lt;em&gt;, &lt;/em&gt;Londres.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;ROWLAND, Robert, 1984: “Sistemas Familiares e Padrões Demográficos em Portugal”, &lt;em&gt;in Ler História&lt;/em&gt;, 3, 13-32, Lisboa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;SÁ E MELO FERREIRA, Fátima, 1983: “Mudança política, religião e cultura popular”, &lt;em&gt;in Ler História, 2.&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;SEVILLA GUZMÁN, Eduardo, 1979: &lt;em&gt;La evolución del campesinato en España,&lt;/em&gt; Península, Barcelona.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;SHALINS, Marshall (1965), 1974: “Exchange value and the diplomacy of primitive trade” &lt;em&gt;in Stone Age Economics, &lt;/em&gt;Tavistock, págs. 277-314, London.&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;SHANIN, Theodor, 1973: “The nature and logic of the peasant economy”, &lt;em&gt;in The Journal of Peasant Studies&lt;/em&gt;, 1 (1), págs. 63-80, 1 (2), págs. 186-206.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;SMITH, Adam (1776), 1874: &lt;em&gt;An inquiry into the nature and causes of the wealth of nations,&lt;/em&gt; Routledge and Sons, London.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;SUÁREZ, Francisco (1617): &lt;em&gt;Metaphysical&amp;nbsp; disputations&lt;/em&gt;, s/e.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;TAX FREEMAN, Susan, 1970: &lt;em&gt;Neighbours: the social contract in a Castilian Hamlet,&lt;/em&gt; The University Press, Chicago.&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;TEPITCH, Jerzy, 1975: “A Project for research on the peasant revolution of our time”, &lt;em&gt;in The Journal of Peasant Studies&lt;/em&gt;, 2(3), págs. 258-269.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;VERNIER, Bernard, 1985: “Strategies matrimoniales et choix d’object incestueux: dot, diplôme, liberté sexuelle, prénom”, &lt;em&gt;in Acts de la recherche&lt;/em&gt;, Paris, Junho, págs. 3-28.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;VILLARES, Ramón, 1976: “No cincuentenario da lei de redención de foros (1926-1976). “Aproximación al problema”, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Grial, &lt;/em&gt;Fevereiro 1977, Compostela.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;* Publicado in Arxiu d’Etnografia de Catalunya, nº.6, 1988. (Traduzido do castelhano por Filipe Reis).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;________________________&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;1 – O presente texto foi apresentado como conferência nas I Jornadas  sobre Viticultura da Concha Mediterrânea, realizadas em Março de 1986. A  revisão e preparação do texto para edição foi feita por Dolors Comas  d’Argemir.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;2 – No Chile estudei o comportamento de camponeses que tinham passado  do sistema de trabalho latifundiário para o de cooperativas de reforma  agrária na região do Valle Central; este estudo foi realizado por uma  equipa interdisciplinar do Centro de Estudos Agrários e Camponeses da  Universidade Católica do Chile, onde era docente e investigador. Na  Galiza, vivi durante mais de um ano numa paróquia rural, província de  Pontevedra, onde estudei o comportamento de pequenos proprietários numa  perspectiva histórico-etnográfica, como investigador e docente do  Departamento de Antropologia Social do Trinity Hall (Universidade de  Cambridge, Inglaterra). Em Portugal, estudei o problema da racionalidade  reprodutiva numa aldeia de uma freguesia da Beira Alta, como  investigador do Instituto Gulbenkian de Ciências e do Departamento de  Antropologia Social do I.S.C.T.E. Neste caso, o estudo etnográfico de  dois anos levou-me a&amp;nbsp; colocar&amp;nbsp; um forte acento na pesquisa genealógica  de arquivo, assim como Direito Canónico e nas práticas religiosas,  enquanto orientadores da racionalidade reprodutiva. Algumas ideias que  desenvolvo baseiam-se também nas observações que realizei em contextos  urbanos e rurais da Escócia, enquanto estudante da Universidade de  Edimburgo, país onde as ideias religiosas têm uma grande importância na  sistematização da realidade.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;3 – Denomino categorias etico-económicas a estes cargos, onde  normalmente é pouco relevante conhecer a individualidade de quem os  ocupa como o &lt;em&gt;rei, conde, duque, morgado&lt;/em&gt;, ou onde os requisitos do ofício definem a capacidade necessária para desempenhá-los, como no caso do &lt;em&gt;bispo, patrucio, hereu, cabezoleiro&lt;/em&gt;, e, talvez, &lt;em&gt;capelães&lt;/em&gt;.  Apesar destes cargos possuírem uma elevada funcionalidade pragmática na  organização do trabalho numa sociedade do Antigo Regime, seja nas  ideias ou no quotidiano (e por isso gostaria de chamá-los &lt;em&gt;office&lt;/em&gt;),  são concebidos como inerentes ao sagrado na sociedade e na família,  como algo permanente que fundamente a conduta e não como resultado das  relações sociais. &lt;em&gt;Rei, conde, duque, bispo, padre, &lt;/em&gt;&lt;em&gt;capellán&lt;/em&gt;  (capelão, em português) são cargos bem conhecidos na concepção da  sociedade antiga. Alguns adquirem sentido em contexto mais locais. É o  caso do &lt;em&gt;patrucio&lt;/em&gt;, herdeiro da maior parte dos bens de uma casa,  que é como na Galiza se designa o primogénito (Iturra, 1980), da mesma  forma que o &lt;em&gt;erederue&lt;/em&gt; basco e o &lt;em&gt;hereu&lt;/em&gt; catalão. &lt;em&gt;Cabezoleiro&lt;/em&gt; era quem cobrava os foros em nome dos senhores, na Galiza. &lt;em&gt;Morgado&lt;/em&gt;  era, no Portugal do Antigo Regime, o varão primogénito que herdava, de  forma única, universal&amp;nbsp; e exclusiva, o património de um proprietário de  terras dedicadas à produção agrícola e que haviam sido declaradas fora  de toda a possibilidade de venda pelo rei. &lt;em&gt;Reguengo&lt;/em&gt; é a terra que está fora do comércio e que pertence ao rei em Portugal, enquanto rei e não enquanto indivíduo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-7297033191262879269?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/7297033191262879269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=7297033191262879269' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/7297033191262879269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/7297033191262879269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/07/factores-de-reproducao-social-em.html' title='Factores de reprodução social em sistemas rurais: trabalho, produção e pecado em aldeias camponesas'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_v5D4iHsJtk0/R7Y7vrEJJRI/AAAAAAAAAzE/9aosKNUD57U/s72-c/DSC06415.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-7390120629744239328</id><published>2011-07-07T05:15:00.000-07:00</published><updated>2011-07-07T05:15:13.979-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciganos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gitanos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Chabotos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lurdes Nicolau'/><title type='text'>Ciganos são heterogéneos e diferenciam-se entre si</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="image-right" style="width: 400px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img alt="Tradições culturais variam consoante os grupos" src="http://www.cienciahoje.pt/base/guest/phpthumb/phpThumb.php?src=/files/49/49846.jpg&amp;amp;w=400&amp;amp;f=jpg&amp;amp;q=95" title="" /&gt;&lt;div class="image-caption"&gt;&lt;b&gt;Tradições culturais variam consoante os grupos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Com  maior ou menor intensidade, os ciganos continuam a ser vítimas de  preconceitos e a ser estigmatizados pelos não ciganos, um pouco por todo  o lado, dando-se assim azo a um afastamento e falta de interacção.  Contudo, esta realidade também existe dentro da própria comunidade  cigana, que é&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt; “muito heterógenea”&lt;/strong&gt;, sendo que há grupos que se diferenciam entre si e negam a autenticidade da identidade cigana a outros.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #990000;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;b style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;  Este cenário foi registado por Lurdes Nicolau, doutoranda da  Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), que nos últimos  cinco anos investigou a vida de pessoas de etnia cigana, nomeadamente no  concelho de Bragança. Neste estudo, a também professora de ensino  básico propôs-se&lt;strong&gt; “a conhecer o grupo étnico cigano que  maioritariamente se encontra em Trás-os-Montes e compreender a  interacção que o mesmo estabeleceu com a população maioritária, tanto no  meio local -urbano e rural -, como no que concerne à instituição  escola”.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="news-body"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;  Em declarações ao &lt;strong&gt;«Ciência Hoje»&lt;/strong&gt;, Lurdes Nicolau explicou que este estudo surgiu depois de ter constatado que &lt;strong&gt;“os ciganos de Pamplona&lt;/strong&gt; [onde deu aulas a crianças desta etnia] &lt;strong&gt;eram diferentes dos que conhecia em Trás-os-Montes”.&lt;/strong&gt; Ao investigar sobre o assunto, deparou-se com &lt;strong&gt;“a inexistência de bibliografia científica acerca dos ciganos desta região portuguesa”&lt;/strong&gt;, pelo que decidiu &lt;strong&gt;“inteirar-se da situação e perceber qual a situação do nordeste transmontano”.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="image-left" style="width: 272px;"&gt;&lt;img alt="Lurdes Nicolau" height="257" src="http://www.cienciahoje.pt/files/49/49843.jpg" title="" width="272" /&gt;&lt;div class="image-caption"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Lurdes Nicolau&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Esta foi também uma forma que a aluna da UTAD encontrou para &lt;strong&gt;“’desomogeneizar’ os ciganos de Portugal”,&lt;/strong&gt; na medida em que eles são diferentes entre si. &lt;strong&gt;“Não vamos generalizar. Devemos tratá-los como indivíduos e não como um só grupo”&lt;/strong&gt;, alertou.&lt;strong&gt;  “Temos preconceitos e criamos estereótipos. Também os tinha quando  comecei a contactar com eles, mas há de tudo. Se os excluirmos, cada vez  ficam mais excluídos, pelo que é preciso desmontar preconceitos acerca  deles”,&lt;/strong&gt; disse ainda. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: red;"&gt;  &lt;u&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;Gitanos e Chabotos&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  Esta investigação permitiu verificar que, em Trás-os-Montes, há dois  grupos que se auto-diferenciam entre si, através de aspectos culturais,  religiosos, económicos, físicos, morais e linguísticos. Trata-se dos  Gitanos, grupo maioritário e que corresponde aos feirantes, e dos  Chabotos, que outrora eram &lt;strong&gt;“’ambulantes’”&lt;/strong&gt;. São estas as denominações que cada um dos grupos atribui ao outro, sendo que ambos se auto-denominam ciganos. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  De acordo com Lurdes Nicolau, nenhum deles reconhece o outro como cigano, não havendo assim qualquer tipo de interacção.&lt;strong&gt; “Pelo contrário, as fronteiras estão bem demarcadas, de forma que locais frequentados por uns são evitados pelos outros”&lt;/strong&gt;, reforçou. Além disso, atribuem características distintas aos demais.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Os Gitanos são muito agressivos, de acordo com os Chabotos. Já estes são muito sujos, de acordo com os primeiros”, &lt;/strong&gt;exemplificou.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="image-right" style="width: 400px;"&gt;&lt;img alt="Aspecto das barracas e casas degradadas (Imagem: Lurdes Nicolau)" src="http://www.cienciahoje.pt/base/guest/phpthumb/phpThumb.php?src=/files/49/49844.jpg&amp;amp;w=400&amp;amp;f=jpg&amp;amp;q=95" title="" /&gt;&lt;div class="image-caption"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Aspecto das barracas e casas degradadas (Imagem: Lurdes Nicolau)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Nesta zona transmontana também foi identificado outro grupo de ascendência cigana: os caldeireiros.&lt;strong&gt;  “Devido à falta de elementos no seio do próprio grupo, casaram com  aldeanas e, na actualidade, perderam ou omitem os elos com os seus  ancestrais. Também eles eram ‘ambulantes’ e desenvolveram um dialecto  que denominam ‘latim’ e, segundo os mesmos, difere do que falam os  Chabotos e os Gitanos”&lt;/strong&gt;, explicou a investigadora. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #990000;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: red;"&gt;  &lt;u&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;Do meio urbano ao rural&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  Os ciganos que hoje vivem nos meios urbano e rural eram, até há 30 anos, do mesmo grupo. Segundo a professora, &lt;strong&gt;“quando começaram a sedentarizar-se é que se separaram”&lt;/strong&gt;, vivendo agora em realidades distintas. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  Aqueles que vivem nos três bairros urbanos estudados, enfrentam &lt;strong&gt;“condições de extrema pobreza” &lt;/strong&gt;e&lt;strong&gt; “vivem isolados nos bairros, sem relações inter-culturais e sociais”&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;Contudo,  Lurdes Nicolau sublinhou que esta realidade não deve ser generalizada e  corresponde apenas ao foco do seu estudo, podendo por isso haver outros  ciganos do meio urbano que vivem noutros moldes.&lt;strong&gt; “Há alguns com boas condições, não vamos tipificar”&lt;/strong&gt;, sendo que ela própria é conhecedora de exemplos disso.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  Nas aldeias, as condições sócio-económicas são também precárias, mas &lt;strong&gt;“algumas casas são razoáveis”.&lt;/strong&gt; No entanto, alguns ciganos estão bem integrados.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="image-left" style="width: 400px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img alt="Alunos de etnia cigana numa escola de Bragança (Imagem: Lurdes Nicolau)" src="http://www.cienciahoje.pt/base/guest/phpthumb/phpThumb.php?src=/files/49/49845.jpg&amp;amp;w=400&amp;amp;f=jpg&amp;amp;q=95" title="" /&gt;&lt;div class="image-caption"&gt;&lt;i&gt;Alunos de etnia cigana numa escola de Bragança (Imagem: Lurdes Nicolau)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;“Numa das aldeias, dos nove agregados estudados, seis eram mistos, o que é sinal de interacção e integração”,&lt;/strong&gt; afirmou, sublinhando que noutras localidades já eram excluídos, pelo que ciganos e não ciganos tinham o seu próprio espaço, &lt;strong&gt;“não se misturando”.&lt;/strong&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  Quanto à escola, Lurdes Nicolau constatou &lt;strong&gt;“o que se verifica ao nível nacional e internacional”&lt;/strong&gt;, disse, explicando que &lt;strong&gt;“no  ensino básico há uma grande concentração de alunos de etnia cigana, mas  a partir daí os números baixam, dados o abandono escolar e o absentismo  muito altos”.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Para demonstrar a&amp;nbsp;discrepância relativamente à  restante população,&amp;nbsp;a investigadora referiu que, em Bragança, o  insucesso escolar dos alunos ciganos está estimado em 45 por cento,  enquanto a taxa para os restantes alunos é de 1,7 por cento.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #990000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #990000;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Por Carla Sofia Flores em&lt;/b&gt; &lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Ciencia Hoje &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-7390120629744239328?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/7390120629744239328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=7390120629744239328' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/7390120629744239328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/7390120629744239328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/07/ciganos-sao-heterogeneos-e-diferenciam.html' title='Ciganos são heterogéneos e diferenciam-se entre si'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-3750482764841187091</id><published>2011-07-06T12:59:00.000-07:00</published><updated>2011-07-06T12:59:54.400-07:00</updated><title type='text'>Espécies desconhecidas estão em hotspots</title><content type='html'>&lt;div class="more" style="width: 200px;"&gt;   &lt;img src="http://www.agencia.fapesp.br/fotos/2011/27/foto_dentro14136_0.jpg" /&gt;&lt;div class="legend" style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Maioria  das espécies ainda não descobertas vive em regiões consideradas  prioritárias para a conservação da biodiversidade, indica pesquisa  publicada na &lt;/i&gt;&lt;i&gt;PNAS&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="network"&gt;    &lt;div class="addthis_toolbox addthis_default_style"&gt;      &lt;a class="addthis_button_printfriendly at300b" href="http://www.addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;amp;winname=addthis&amp;amp;pub=unknown&amp;amp;source=tbx-250&amp;amp;lng=pt-BR&amp;amp;s=printfriendly&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fagencia.fapesp.br%2F14136&amp;amp;title=Esp%C3%A9cies%20desconhecidas%20est%C3%A3o%20em%20%3Ci%3Ehotspots%3C%2Fi%3E%20%7C%20Ag%C3%AAncia%20FAPESP%20%3A%3A%20Revistas%20Cient%C3%ADficas&amp;amp;ate=AT-unknown/-/-/4e146938c78a8201/1&amp;amp;frommenu=1&amp;amp;uid=4e146938a6ea37e3&amp;amp;pre=http%3A%2F%2Fdu108w.dub108.mail.live.com%2Fdefault.aspx%3Frru%3Dinbox&amp;amp;tt=0" target="_blank" title="Send to Printfriendly"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_printfriendly"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;A maioria das espécies ainda não descobertas vive em &lt;/span&gt;&lt;i style="color: #274e13;"&gt;hotspots&lt;/i&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;  conhecidos – regiões que foram identificadas pelos cientistas como  prioritárias para conservação da biodiversidade. A conclusão é de um  estudo que será publicado em breve na revista &lt;/span&gt;&lt;i style="color: #274e13;"&gt;Proceedings of the National Academy of Sciences&lt;/i&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: #274e13;" /&gt;&lt;br style="color: #274e13;" /&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; De acordo com os autores da pesquisa, os resultados reforçam que os  esforços recentes de conservação têm sido bem direcionados e deverão  ajudar a diminuir as incertezas a respeito das prioridades na área.  Outra conclusão do trabalho é que o risco de extinção para muitas das  espécies ainda não conhecidas é maior do que se estimava até então.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: #274e13;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“O estudo mostra que a maioria das espécies desconhecidas se esconde  em algumas das paisagens mais ameaçadas no mundo. Isso aumenta  significativamente o número de espécies ameaçadas ou em risco de  extinção”, disse Stuart Pimm, professor da Nicholas School of the  Environment na Universidade Duke e um dos autores.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: #274e13;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Com recursos limitados e ameaças crescentes à natureza, pesquisadores  que atuam no estudo da biodiversidade há tempos decidiram identificar  áreas nas quais as ações de conservação pudessem salvar o maior número  de espécies.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: #274e13;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Essas áreas consideradas prioritárias são chamadas de &lt;i&gt;hotspots&lt;/i&gt;  da biodiversidade: locais com número incomum de espécies endêmicas e  nos quais as taxas de perda de hábitat são extremas. O problema é que o  conhecimento das espécies é seriamente incompleto, com um número muito  elevado de espécies desconhecidas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: #274e13;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“Sabemos que temos um catálogo da vida incompleto. Se não conhecemos  quantas espécies existem, ou onde elas vivem, como poderemos estabelecer  locais prioritários para conservação? E se as áreas que ignoramos forem  as que têm mais espécies desconhecidas”, disse outro autor do estudo,  Lucas Joppa, da Microsoft Research em Cambridge, Reino Unido.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: #274e13;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Para lidar com esse dilema, Joppa e colegas criaram um modelo  computacional que integra efeitos taxonômicos durante o transcorrer do  tempo de modo a estimar quantas espécies de plantas com flores – que  formam a base do conceito de &lt;i&gt;hotspot&lt;/i&gt; de biodiversidade – ainda existem para serem descobertas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: #274e13;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Em seguida, o conjunto de dados foi comparado com os dados existentes  de regiões atualmente identificadas como prioritárias para a  conservação. Os dois conjuntos de dados bateram.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: #274e13;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;O modelo estimou que seis regiões identificadas como &lt;i&gt;hotspots&lt;/i&gt; –  do México ao Panamá; Colômbia; do Equador ao Peru; do Paraguai ao sul  do Chile; o sul da África; e Austrália – contêm 70% de todas as espécies  desconhecidas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: #274e13;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“É um grande alívio saber que os locais em que mais investimos  recursos são os mesmos que abrigam a maioria das espécies ainda não  descobertas”, disse David Roberts, da Durrell Institute of Conservation  and Ecology na Universidade de Kent, Reino Unido, outro autor da  pesquisa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: #274e13;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“Os resultados do estudo realmente validam todo o tempo e esforço que  temos colocado na luta pela preservação da biodiversidade global.  Agora, podemos continuar a tentar salvar esses locais únicos e  ameaçados”, disse Norman Myers, da Universidade Oxford, que lançou o  conceito de &lt;i&gt;hotspot&lt;/i&gt; em 1998.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; O artigo &lt;/span&gt;&lt;i style="color: #274e13;"&gt;Biodiversity hotspots house most undiscovered plant species &lt;/i&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;(doi/10.1073/pnas.1109389108), de Lucas Joppa e outros, poderá ser lido na &lt;/span&gt;&lt;i style="color: #274e13;"&gt;PNAS&lt;/i&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt; em&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.1109389108" target="_blank"&gt;www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.1109389108&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-3750482764841187091?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/3750482764841187091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=3750482764841187091' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/3750482764841187091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/3750482764841187091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/07/especies-desconhecidas-estao-em.html' title='Espécies desconhecidas estão em hotspots'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-2371734745353528140</id><published>2011-07-01T03:56:00.000-07:00</published><updated>2011-07-01T03:56:30.887-07:00</updated><title type='text'>Viajar de Paris a Nova Iorque em apenas 1h45</title><content type='html'>&lt;h2 style="color: #990000;"&gt;&lt;u&gt;Sonic Star: Avião mais rápido do mundo apresentado em Paris&lt;/u&gt;&lt;/h2&gt;&lt;em&gt;&lt;div class="image-left" style="width: 350px;"&gt;&lt;img alt="Protótipo deverá iniciar voos experimentais em 2014." height="210" src="http://www.cienciahoje.pt/files/49/49812.jpg" title="" width="350" /&gt;&lt;div class="image-caption"&gt;&lt;b&gt;Protótipo deverá iniciar voos experimentais em 2014.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;O  Sonic Star é o avião mais rápido do mundo e foi recentemente revelado  ao público no Musée de L'Air et de L'Espace, no Aeroporto de Paris, Le  Bourget. Pode fazer a ligação entre Paris e Nova Iorque em apenas 1h45,  ultrapassando &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;“duas vezes”&lt;/strong&gt; o seu polémico antecessor, o Concorde – que precisava de 3h45 para o mesmo trajecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os técnicos da &lt;a href="http://hypermach.com/"&gt;HyperMach&lt;/a&gt;, aqui  apresentado pela Aerospace Industries, garantiram mesmo, durante a 49ª  Feira Internacional de Aviação, que pode dar a volta ao mundo em apenas  cinco horas e que é possível ver a curvatura da Terra durante um voo.  Este revolucionário modelo tecnológico funcionará com baixo consumo de  combustível, o que contribuiu para o bem-estar ambiental e económico,  relativamente a outros meios de transporte aéreos (que percorrem a mesma  distância).&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Ainda não se sabe qual será o valor para  viajar neste primeiro avião híbrido a alta velocidade supersónica. No  entanto, sabe-se que apenas estará reservado para uma pequena elite, já  que não será um avião de linha, mas uma espécie de jacto privado com  capacidade para transportar 20 pessoas. O SonicStar dispõe de luxuosas  instalações e irá gerar uma quantidade massiva de energia eléctrica  usando as propriedades electromagnéticas das turbinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o desaparecimento do Concorde, em 2003, vários engenheiros  tentaram conseguir recriar carburadores económicos de alta velocidade. A  empresa a cargo do projecto anunciou que o supersónico atingirá Mach  3,5 – uma velocidade suficiente para viajar entre Nova Iorque e Sidney  em pouco mais de quatro horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único problema é que o sucessor do Concorde só deverá estar em  condições de cruzar os ares dentro de dez anos, por volta de Junho de  2021. Contudo, o primeiro protótipo deverá iniciar voos experimentais em  2014.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-2371734745353528140?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/2371734745353528140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=2371734745353528140' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/2371734745353528140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/2371734745353528140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/07/viajar-de-paris-nova-iorque-em-apenas.html' title='Viajar de Paris a Nova Iorque em apenas 1h45'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-6803335541284042845</id><published>2011-06-14T11:01:00.001-07:00</published><updated>2011-06-14T11:01:49.135-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lula'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dilma'/><title type='text'>Momentos de Fé</title><content type='html'>&lt;img alt="Charge do Simon &amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; Momentos de fé" height="365" src="http://jornale.com.br/simon/wp-content/uploads/2010/08/charge-2608.jpg" width="400" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-6803335541284042845?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/6803335541284042845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=6803335541284042845' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6803335541284042845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6803335541284042845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/06/momentos-de-fe.html' title='Momentos de Fé'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-2250153537832205541</id><published>2011-06-12T15:10:00.001-07:00</published><updated>2011-06-12T15:10:43.486-07:00</updated><title type='text'>Entediado? Talvez essa seja uma coisa boa</title><content type='html'>&lt;div class="entry-content" style="color: black;"&gt;                    &lt;img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-54085" height="480" src="http://hypescience.com/wp-content/uploads/2011/06/tedio-e1307555095600.jpg" title="tedio" width="600" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Para que serve o tédio? Nada, é claro. Se você acha que esse  sentimento é o pior do mundo, há quem discorde. Peter Toohey, autor do  novo livro “O Tédio: Uma História Animada” (tradução livre para  “Boredom: A Lively History”), argumenta que pode haver alguns benefícios  surpreendentes em experimentar o tédio. Se você não consegue imaginar  quais, leia essa entrevista:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;O que poderia ser um benefício do tédio?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Peter Toohey:&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt; O tédio é primo da repulsa. Quando as  pessoas estão entediadas, elas ficam meio desgostosas, dizem que “não  aguentam mais” ou que “estão cheias”. Então, o que o tédio é projetado  para fazer é protegê-lo contra determinadas situações que possam ser  prejudiciais. Ele faz você mudar sua situação. É um aviso para agir. Uma  das vantagens mais evidentes é que muitos ligam o tédio à criatividade.  Você tem que chegar a miséria absoluta para algo sair de seu cérebro.  Um monte de gente fala sobre o valor do devaneio, do sonhar acordado;  isso pode ser o produto de situações entediantes ou meio chatas, e suas  melhores ideias podem surgir daí.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;Qual a sua definição de tédio?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PT:&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt; Eu acho que é o que eu sugeri: uma sensação leve de  desgosto. As pessoas ficam desgostosas com o tédio. Ele é causado por  circunstâncias temporariamente inevitáveis ou previsíveis. Se imagine  preso em uma sala de aula ouvindo uma longa palestra. Mas é temporário, e  isso não vai lhe causar um grande dano. O oposto do tédio é estar  completamente envolvido em uma atividade que lhe absorve.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;Algumas pessoas pensam que o tédio é um problema moderno. Isso é verdade?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PT:&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt; Eu não penso assim. Se o tédio é uma emoção, então  ele está lá por um bom propósito evolutivo. Todos nós vamos senti-lo,  alguns menos do que outros. Ele é um produto do esclarecimento, e  aparece nessa palavra pela primeira vez no século 17. Não se falava  muito sobre isso na Grécia ou em Roma, mas há exemplos. Há uma inscrição  em uma cidade italiana onde a população local agradece a uma  personalidade por salvá-la do tédio eterno, em latim. Isso no século 2.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;Será que algumas pessoas são mais propensas ao tédio?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PT:&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt; Dizem que sim. Isso está ligado ao nível de  dopamina, um neurotransmissor (ligado tanto ao tédio quanto a  excitação). Quando a dopamina é baixa em uma pessoa, um de seus sintomas  é o tédio. Além disso, há um teste chamado “teste de propensão ao  tédio”, usado por psicólogos o tempo todo, no qual as pessoas que têm  baixa pontuação têm baixos níveis de dopamina.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #0b5394; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;Existem dicas para superar o tédio?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PT:&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt; Não. Há a dica “mantenha-se ocupado”. Isso é bom,  mas se você estiver realmente entediado, você não consegue se manter  ocupado. Há uma relação estabelecida entre a monotonia e a plasticidade  do cérebro: a monotonia é ruim para a neuroplasticidade. Mas como você  incentiva a plasticidade do cérebro? Parece que a melhor maneira de  fazer isso é o exercício aeróbico. Talvez uma quantidade justa de  exercício na vida de uma pessoa pode torná-la um pouco a prova de tédio.  É triste, né?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;[&lt;a href="http://bodyodd.msnbc.msn.com/_news/2011/06/07/6797513-bored-that-might-be-a-good-thing-new-book-suggests"&gt;MSN&lt;/a&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-2250153537832205541?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/2250153537832205541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=2250153537832205541' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/2250153537832205541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/2250153537832205541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/06/entediado-talvez-essa-seja-uma-coisa.html' title='Entediado? Talvez essa seja uma coisa boa'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-8776092618216945745</id><published>2011-06-09T09:53:00.001-07:00</published><updated>2011-06-09T09:53:50.718-07:00</updated><title type='text'>«Novo Capítulo»</title><content type='html'>&lt;span style="color: #979797; font-family: Tahoma,Verdana; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="color: #979797; font-family: Tahoma,Verdana; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Este  domingo fechou-se um capítulo na história da democracia portuguesa com a  saída de cena de José Sócrates e virou-se a página para um futuro - que  se adivinha difícil - com Passos Coelho ao leme do Governo.  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="color: #979797; font-family: Tahoma,Verdana; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A vitória do PSD foi bastante mais clara do que se antecipava e a  derrota do PS mais expressiva. Mérito para o líder social-democrata,  quanto mais não seja por ter conseguido descolar após um início de (pré)  campanha titubeante. Ao «silenciar» Nobre e Catroga, Passos Coelho  conseguiu assumir o protagonismo que necessitava para vencer e esvaziou  dois dos maiores «aliados» dos socialistas...isto apesar de uma campanha  eleitoral extremamente fraca, por parte de todos.  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="color: #979797; font-family: Tahoma,Verdana; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Sócrates, obviamente, é o grande derrotado nas urnas. Após a  improvável vitória de 2009, mais por demérito de Ferreira Leite, o líder  socialista não conseguiu repetir o «número» e deixa o PS com o pior  resultado eleitoral desde 1987 (22,24%), quando Cavaco conquistou a  primeira maioria absoluta. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="color: #979797; font-family: Tahoma,Verdana; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A verdade é que Sócrates mostrou-se gasto na campanha, em  particular após debate com Passos Coelho, e só a máquina do PS conseguia  disfarçar (mal) a derrota. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="color: #979797; font-family: Tahoma,Verdana; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A eleição de hoje tem outro derrotado: Francisco Louçã. O  retrocesso do Bloco para os níveis de 2005 numa conjuntura favorável aos  partidos que se alimentam do voto de protesto pode indicar o princípio  do fim do BE, um case-study para politólogos em que trotskistas,  maoístas e outros istas andavam todos juntos numa união contra-natura.  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="color: #979797; font-family: Tahoma,Verdana; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Para Paulo Portas, o veterano dos líderes partidários nacionais,  os resultados têm um sabor agridoce, com uma subida nos resultados mas  com o PSD a conseguir números muito acima do desejado pelos  democratas-cristãos. O peso negocial do CDS-PP fica aquém das  expectativas de Portas...  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="color: #979797; font-family: Tahoma,Verdana; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Jerónimo de Sousa conduziu a CDU a mais um resultado consistente com o bónus de ultrapassar o BE.  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="color: #979797; font-family: Tahoma,Verdana; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Quem certamente suspirou de alívio foi Cavaco Silva, que poderia  ter um cenário catastrófico na segunda-feira com PSD e CDS-PP a não  conseguirem maioria absoluta e a necessitarem de um PS com quem se  recusavam a colaborar...  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="color: #979797; font-family: Tahoma,Verdana; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Uma nota ainda para a abstenção, a mais elevada de sempre em  legislativas, sinal de que o divórcio entre eleitores e eleitos não  cessa de crescer. Para muitos portugueses, a paciência esgotou-se para  enfrentar as eleições com a lógica do «mal menor». Não vão votar, pura e  simplesmente. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="color: #979797; font-family: Tahoma,Verdana; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Agora chegou a altura de ver o que Passos Coelho vale como líder  de Governo. Primeiro, exige-se-lhe que escolha um Executivo com  qualidade; segundo, que apresente um programa de governação coerente com  o que prometeu; terceiro; que saiba travar os apetites por todo o tipo  de cargos entre as hostes laranjas. Ah, e já agora, que mostre firmeza  perante aquela figura ímpar que reina na Madeira.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #979797; font-family: Tahoma,Verdana; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #3789b9; font-family: Tahoma,Verdana; font-size: 11px; font-weight: bold;"&gt;&lt;u&gt;Pedro Curvelo&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-8776092618216945745?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/8776092618216945745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=8776092618216945745' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/8776092618216945745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/8776092618216945745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/06/novo-capitulo.html' title='«Novo Capítulo»'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-7244234175261143138</id><published>2011-06-07T12:25:00.000-07:00</published><updated>2011-06-07T12:25:04.191-07:00</updated><title type='text'>Notas de despedida‏</title><content type='html'>&lt;div&gt;  &lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="font-size: 24.0pt; font-weight: bold;"&gt;1. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Enquanto professor e enquanto cidadão português estou particularmente satisfeito por ver partir, espero que para sempre, o político português que eu considero ter sido o pior primeiro-ministro, desde 1974. Já o disse, como muitos outros o disseram (e primeiro do que eu), e hoje repito: Sócrates não só governou desastradamente o país, culminando essa governação com a bancarrota, como fez com que o discurso e o ambiente políticos descessem a níveis inimagináveis.&amp;nbsp;Para além disto, com Sócrates, a falta de autenticidade, de seriedade e de competência andaram sempre de mãos dadas com a mais gigantesca operação de &lt;i&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;marketing&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(leia-se encenação e falsificação da realidade)&amp;nbsp;que o país alguma vez presenciou. Simultaneamente, criou e desenvolveu um mastodôntico polvo político que tudo quis dominar e quase tudo dominou. Esse polvo alimentou e foi alimentado por um enorme exército de voluntários zelotas que, nos diversos organismos do Estado, se transformaram em candidatos a pequenos déspotas dispostos a tudo. Os tentáculos da governação do Partido Socialista atingiram uma dimensão que eu não julgava possível, em democracia.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="font-size: 24.0pt; font-weight: bold;"&gt;2. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A Educação foi, para além das Finanças, o domínio onde todos os malefícios da política de Sócrates mais se fizeram sentir. Na realidade, foi na política educativa que se concentrou tudo o que havia e houve de pior na sua governação: arrogância sem limites, incompetência inimaginável, ignorância e aventureirismo. Em 30 anos de docência, nunca tinha assistido a nada de semelhante. Portugal vai demorar décadas a recuperar de tanta estolidez política.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="font-size: 24.0pt; font-weight: bold;"&gt;3.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; O discurso de partida de Sócrates foi mais uma encenação indecente. Sem a noção do grotesco, o arrazoado de falsidades que proferiu incomodou, nauseou. No decurso daquela infindável representação, só uma coisa terá sido verdadeira: o alívio que manifestava por não ter de ser ele a reparar a medonha herança que lega ao país. Ele sabe o estado em que deixa Portugal, sabe o mal que lhe fez, sabe a miséria que vamos passar, por sua responsabilidade. Sabe isso melhor do que ninguém, e, por essa razão, sente alívio — quando devia sentir vergonha, mas Sócrates desconhece esse sentimento.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="font-size: 24.0pt; font-weight: bold;"&gt;4. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Ao fim de seis anos, Sócrates — o homem que diariamente inventava recordes — conseguiu o seu verdadeiro e derradeiro recorde: conseguiu que o país acumulasse por ele um nível de desprezo que não acumulou por nenhum outro político em 37 anos de democracia.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;Sócrates vai embora. Espero que nunca mais volte. Espero que tenha o bom senso de emigrar definitivamente. Portugal será, seguramente, um país melhor sem ele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;In,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; "O Estado da Educação"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;    &lt;div class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-7244234175261143138?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/7244234175261143138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=7244234175261143138' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/7244234175261143138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/7244234175261143138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/06/notas-de-despedida.html' title='Notas de despedida‏'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-7199336903793825013</id><published>2011-05-25T09:50:00.000-07:00</published><updated>2011-05-25T09:50:11.181-07:00</updated><title type='text'>Vitória em Ásculo</title><content type='html'>&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Estava a observar os naturais festejos da direita com a estrondosa   vitória do PP em Espanha ao mesmo tempo que os juros deles e de Itália   sobem, indiferentes às politicas locais, numa corrida para ver quem  chega primeiro à próxima&amp;nbsp; bancarrota. Se, como há grandes hipóteses de  ocorrer, o PSD vencer as eleições e formar  governo com o CDS,  assistiremos durante os próximos doze meses a  um previsível festim de  culpabilização e diabolização do PS pelo  “estado em que encontrámos  isto”, o que justificará o abandono ou a “impossibilidade de  implementação” de muitas  medidas do “extraordinário” programa eleitoral  do PSD, que entusiasma  tanta gente,&amp;nbsp; e a tomada de outras que lá não  estão e vão passar a  estar.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Cinismos políticos à parte, a questão que me ocorre, no  entanto, é a  seguinte: nada no programa eleitoral do PSD e CDS permite  perceber  onde é que vão desencantar o crescimento económico que  necessitamos  para sair desta situação. Pior, é bastante provável que os   investimentos em ciência, tecnologia, parque escolar, renováveis, rede  de carros  eléctricos, qualificação via novas oportunidades, etc etc,  sejam riscados do mapa das prioridades simplesmente porque são  símbolos  da governação de Sócrates que importará abater, para além da  fixação  miópica nos baixos custos de produção que a direita lê no &lt;em&gt;FT&lt;/em&gt;  ser  a “nossa única hipótese”. Este, receio bem, é o nosso trágico  destino. O  que significa que daqui a dois anos, quando a desculpa PS  estiver gasta, teremos mais uma governação  falhada, uma economia  provavelmente em crise profunda, uma fortíssima  contestação social e, o  que é mais importante,&amp;nbsp; os três partidos do arco da governação  queimados  pela crise. E depois, o que é que fazemos?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;In: Aspirina B&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-7199336903793825013?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/7199336903793825013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=7199336903793825013' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/7199336903793825013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/7199336903793825013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/05/vitoria-em-asculo.html' title='Vitória em Ásculo'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-8065791324069886254</id><published>2011-05-11T12:30:00.000-07:00</published><updated>2011-05-11T12:40:21.448-07:00</updated><title type='text'>Sócrates domina o cofre eleitoral nacional...</title><content type='html'>&lt;img alt="Desenhos do cartoonista sueco Riber Hansson" class="img_capa" height="299" src="http://www.tvi24.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13427117/202" width="400" /&gt;                               &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #783f04;"&gt;Sócrates consegue dominar plenamente o cofre nacional eleitoral, e fazer do PSD um mero grupinho de rapaziada especializada em tentar pilhar galinhas no quintal do vizinho...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #783f04;"&gt;Por este caminho vamos ter um Sócrates novamente lider da governação, e um PSD entregue ao seu destino de eterno derrotado nas pontas finais!!! &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="color: #990000;"&gt;Com a devida venia a José Bandeira, autor do carton... &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-8065791324069886254?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/8065791324069886254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=8065791324069886254' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/8065791324069886254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/8065791324069886254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/05/socrates-domina-o-cofre-eleitoral.html' title='Sócrates domina o cofre eleitoral nacional...'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-1835870342935958401</id><published>2011-04-29T07:28:00.000-07:00</published><updated>2011-04-29T07:28:00.385-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tempo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='emoções'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Esperança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futuro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sentimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Felicidade'/><title type='text'>Pessoas com esperança tomam decisões melhores que pessoas felizes</title><content type='html'>&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Felicidade versus esperança&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Pessoas felizes são mais propensas a comer doces, enquanto as pessoas esperançosas escolhem mais as frutas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Mas por que ter esperança leva a decisões mais saudáveis, ao menos em termos de dieta, do que ser feliz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Segundo duas cientistas norte-americanas, isso ocorre porque, quando  as pessoas sentem esperança, elas estão pensando sobre o futuro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;"A maioria de nós está consciente que frequentemente caímos vítimas  do comer emocional, mas como é que podemos escolher salgadinhos pouco  saudáveis quando estamos nos sentindo bem?" discutem Karen Page  Winterich (Universidade do Estado da Pensilvânia) e Kelly L. Haws  (Universidade do Texas).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Emoções do presente e emoções do futuro&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Como pesquisas anteriores haviam estabelecido uma conexão entre a  tristeza e a má alimentação, as autoras queriam dar uma olhada mais  geral na complicada relação entre emoções positivas e consumo de  alimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;"Nós demonstramos a importância do aspecto temporal no qual as  emoções positivas se focam e descobrimos que as emoções positivas com  foco no futuro diminuem o consumo de alimentos pouco saudáveis no  presente," escrevem elas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Para entender por que alguém que está se sentido bem seria mais  propenso a escolher uma barra de chocolate e deixar de lado uma fruta,  as cientistas abordaram a diferença entre os sentimentos positivos que  surgem quando pensamos no passado ou no presente (orgulho e felicidade) e  a esperança, que é uma emoção mais orientada para o futuro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Tempo e sentimento&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;No primeiro estudo, participantes esperançosos consumiram menos chicletes do que as pessoas que estavam se sentindo felizes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;No segundo estudo, as autoras descobriram que os consumidores que  estavam mais focados no passado escolheram comidas pouco saudáveis,  mesmo se estivessem sentindo esperança.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;No terceiro estudo, elas tiraram o quadro do tempo da emoção  positiva, trabalhando com participantes levados a se sentir esperançosos  com relação ao passado ou fazendo-os experimentar orgulho no futuro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Finalmente, as autoras compararam as emoções positivas focadas no  futuro (esperança e orgulho antecipado) com as emoções negativas focadas  no futuro (medo e vergonha antecipada).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Sua cintura agradece&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ao combinar todos os resultados, as pesquisadoras concluíram que a  combinação de positividade e foco no futuro melhora o autocontrole.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;"Então, da próxima vez que você estiver se sentindo bem, não se  concentre demais em todas as coisas boas do passado. Em vez disso,  mantenha aquele brilho positivo e foque no seu futuro, especialmente em  todas as coisas boas que você imaginar que estão por vir. Sua cintura  vai agradecer! " concluem as autoras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-1835870342935958401?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/1835870342935958401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=1835870342935958401' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/1835870342935958401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/1835870342935958401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/04/pessoas-com-esperanca-tomam-decisoes.html' title='Pessoas com esperança tomam decisões melhores que pessoas felizes'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-2958949341478340339</id><published>2011-04-28T12:03:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T12:03:41.850-07:00</updated><title type='text'>Volta aos primórdios do Universo</title><content type='html'>&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;No início da formação do Universo, estrelas de grande massa (pelo  menos dez vezes a massa do Sol) e vida curta eram as principais fábricas  de elementos químicos que entravam na composição de novas estrelas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Além de grandes, esses corpos celestes também giravam depressa,  propõe um estudo liderado pela astrônoma brasileira Cristina Chiappini,  do Instituto Leibnitz para Astronomia de Potsdam, na Alemanha, publicado  na edição desta sexta-feira (28/4) da revista &lt;i&gt;Nature&lt;/i&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“A presença de alguns elementos em estrelas antigas só pode ser  explicada se as estrelas massivas da época tivessem rotação rápida”,  disse Cristina.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A ideia brotou do trabalho de &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.agencia.fapesp.br/10881"&gt;Beatriz Barbuy&lt;/a&gt;,  professora titular do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências  Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP), que em 2009  publicou um artigo no qual analisou estrelas muito velhas – por volta de  12 bilhões de anos – no centro da Via Láctea.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Barbuy coordena o Projeto Temático &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-tematicos/29797/evolucao-quimica-populacoes-estelares-galacticas/" target="_blank"&gt;"Evolução química e populações estelares galácticas e extragalácticas, por espectroscopia e imageamento"&lt;/a&gt;, apoiado pela FAPESP.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A pesquisadora examinou imagens captadas pelo Very Large Telescope  (VLT), do Observatório Europeu do Sul (ESO), que registram os espectros  de elementos que compõem a atmosfera dos corpos celestes. Notou uma  abundância excessiva de bário e lantânio, elementos pesados que precisam  de um processo lento para se formarem.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Só que essas estrelas nasceram no início da formação do Universo,  quando ainda não tinha passado tempo suficiente para que esses elementos  se formassem da forma tradicionalmente aceita. “Mas ninguém percebeu  essa dica no meu trabalho, até que a Cristina o leu com atenção”, disse  Barbuy.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Chiappini, que fez o doutorado no IAG com Bolsa da FAPESP, leu e logo  percebeu a ligação com o trabalho do grupo do Observatório de Genebra, a  que está associada, com modelos de alta rotação de estrelas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A rotação poderia explicar a presença desses metais porque funciona  como uma batedeira. A rotação da estrela mistura as camadas nas quais o  ferro se formou com outras ricas em nêutrons, que são adicionadas ao  ferro, dando origem a elementos mais pesados.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Chiappini então entrou em contato com Barbuy e pediu que verificasse  por meio dos espectros a quantidade de outros metais, como ítrio e  estrôncio, nessas estrelas antigas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A professora do IAG voltou às imagens e o que viu se encaixou  exatamente no modelo de Chiappini: só estrelas de grande massa em  rotação vigorosa poderiam gerar aqueles elementos nas quantidades  necessárias para compor as anciãs ainda vivas hoje.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Mais tempo de observação&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Não é a única explicação possível, mas é a mais plausível. A  conclusão é ainda mais forte porque dois pesquisadores do grupo de  Genebra, proponentes de outro modelo para explicar a evolução química da  galáxia, também assinam o artigo na &lt;i&gt;Nature&lt;/i&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“O modelo deles explica a evolução de algumas estrelas nesse  aglomerado, mas o nosso explica todas”, disse Chiappini. Para Barbuy, o  trabalho quebra um paradigma aceito pela maior parte dos pesquisadores  na área.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“Há 30 anos, um autor falou que as estrelas velhas são compostas por  elementos formados por um processo rápido, e mostramos que não é assim”,  afirmou.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;É um grande passo, mas as duas pesquisadoras brasileiras veem a  publicação do artigo como um início de algo maior. Com a repercussão que  o trabalho deve ter, elas esperam conseguir mais tempo de observação no  VLT e no Hubble, telescópios disputados por pesquisadores do mundo todo  e cujo uso é determinado por mérito.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“Precisamos melhorar os modelos. Mas incluir outros metais é um processo muito lento”, disse Chiappini.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Não é para menos. Os elementos que as estrelas criam – e lançam no  gás do Universo quando morrem – não só formam outras estrelas como  também o Sol, a Terra e os corpos de seus habitantes. Não é uma busca  modesta.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #0b5394; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;O artigo &lt;i&gt;Imprints of fast-rotating massive stars in the Galactic Bulge&lt;/i&gt; (doi:10.1038/nature10000), de Cristina Chiappini e outros, pode ser lido na &lt;i&gt;Nature&lt;/i&gt; em&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.nature.com/" target="_blank"&gt;www.nature.com&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-2958949341478340339?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/2958949341478340339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=2958949341478340339' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/2958949341478340339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/2958949341478340339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/04/volta-aos-primordios-do-universo.html' title='Volta aos primórdios do Universo'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-8062003587941305287</id><published>2011-04-27T01:51:00.000-07:00</published><updated>2011-04-27T01:51:19.259-07:00</updated><title type='text'>Chegando ao fim: Era do petróleo parece viver seus últimos 50 anos</title><content type='html'>&lt;div style="color: #783f04;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Não é novidade que o petróleo no mundo  está acabando, e previsões recentes apontam que teremos no máximo meio  século de consumo deste combustível fóssil nas taxas atuais. Essa  tendência naturalmente faz com que se preveja uma subida no preço. Uma  estimativa do banco HSBC, na Grã-Bretanha, aponta que haverá um  significativo aumento no preço do barril até que os bio-combustíveis se  tronem correntes e economicamente viáveis.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #783f04; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;O  que eles indicam, na verdade, é o seguinte: já há condições materiais  para que combustíveis alternativos (e aí se incluem não só os  bio-combustíveis, mas também petróleo sintético extraído de carvão, que  não é renovável) suplantem o petróleo. Mas isso só acontecerá quando o  preço do barril do “ouro negro” ultrapassar 150 dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente,  o preço está em 115 dólares (baseado na última cotação Europeia). Pode  parecer que ainda falta muito para chegar aos 150, mas é bom lembrar que  esse mesmo preço era de apenas 74 dólares há menos de um ano. Essa  situação é agravada com as constantes guerras no Oriente Médio, e ainda  mais com os recentes conflitos no Norte da África, especialmente a  Líbia. Estas agitações colaboram diretamente para a ascensão no preço do  barril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório do HSBC afirma que a queda na  disponibilidade de petróleo vai alterar o quadro geopolítico mundial.  Aqueles que têm menos fontes naturais, ou acesso e recursos de extração,  vão perder espaço no jogo de interesses econômicos mundiais. Nesse  particular, quem deve sair perdendo é a Europa, que é altamente  vulnerável e dependente da energia não-renovável extraída de outros  lugares do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por essa razão que está se investindo pesado  em novas alternativas. Ainda assim, investimento maior ainda é para  achar novas fontes de petróleo, ainda não exploradas. A bola da vez são  terras remotas no norte do Canadá, quase no Ártico, onde parece haver  uma grande reserva de areia betuminosa descoberta recentemente.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Da Redação com Live Science&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-8062003587941305287?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/8062003587941305287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=8062003587941305287' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/8062003587941305287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/8062003587941305287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/04/chegando-ao-fim-era-do-petroleo-parece.html' title='Chegando ao fim: Era do petróleo parece viver seus últimos 50 anos'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-7152822414650785778</id><published>2011-04-22T10:12:00.000-07:00</published><updated>2011-04-22T10:12:10.364-07:00</updated><title type='text'>Poema erótico de Drummond de Andrade</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-weight: bold;"&gt;'Satânico é meu pensamento a teu respeito, e ardente é o meu desejo&lt;br /&gt;de apertar-te em minha mão, numa sede de vingança incontestável pelo&amp;nbsp;que me&lt;br /&gt;fizeste ontem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-weight: bold;"&gt;A noite era quente e calma e eu estava em minha cama, quando,&lt;br /&gt;sorrateiramente, te aproximaste. Encostaste o teu corpo sem roupa no&lt;br /&gt;meu corpo nu, sem o mínimo pudor! Percebendo minha aparente indiferença,&lt;br /&gt;aconchegaste-te a mim e mordeste-me sem escrúpulos. Até nos mais íntimos&lt;br /&gt;lugares. Eu adormeci.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-weight: bold;"&gt;Hoje quando acordei, procurei-te numa ânsia ardente, mas em vão. Deixaste em&lt;br /&gt;meu corpo e no lençol provas irrefutáveis do&amp;nbsp; que entre nós ocorreu durante&lt;br /&gt;a noite.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-weight: bold;"&gt;Esta noite recolho-me mais cedo, para na mesma cama te esperar. Quando&lt;br /&gt;chegares, quero te agarrar com avidez e&amp;nbsp; força. Quero te apertar com todas as&lt;br /&gt;forças de minhas mãos. Só descansarei quando vir sair o sangue quente do teu&lt;br /&gt;corpo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-weight: bold;"&gt;Só assim, livrar-me-ei de ti, mosquito Filho da Puta! '&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-7152822414650785778?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/7152822414650785778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=7152822414650785778' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/7152822414650785778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/7152822414650785778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/04/poema-erotico-de-drummond-de-andrade.html' title='Poema erótico de Drummond de Andrade'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-6682420829313265955</id><published>2011-04-18T08:27:00.000-07:00</published><updated>2011-04-18T08:27:05.689-07:00</updated><title type='text'>Cana-de-açúcar resfria o clima</title><content type='html'>&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Boa notícia para o etanol. Uma pesquisa feita por cientistas do  Departamento de Ecologia Global da Carnegie Institution, nos Estados  Unidos, concluiu que a cana-de-açúcar ajuda a esfriar o clima.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;O estudo, publicado neste domingo na segunda edição da revista &lt;i&gt;Nature Climate Change&lt;/i&gt;,  nova publicação do grupo editorial britânico, aponta que o esfriamento  do clima local se deve à queda da temperatura no ar em torno das plantas  à medida que essas liberam água e à reflexão da luz solar de volta ao  espaço.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;O trabalho, liderado por Scott Loarie, procurou quantificar os  efeitos diretos no clima da expansão da cana-de-açúcar em áreas de  outras culturas ou de pecuária no Cerrado brasileiro.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Foram utilizadas centenas de imagens feitas por satélites que  cobriram uma área de quase 2 milhões de metros quadrados. Os cientistas  mediram temperatura, refletividade e evapotranspiração, a perda de água  do solo por evaporação e a perda de água da planta por transpiração.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“Verificamos que a mudança da vegetação natural para plantações e  pastos resulta no aquecimento local porque as novas culturas liberam  menos água. Mas a cana-de-açúcar é mais refletiva e também libera mais  água, de forma parecida com a da vegetação natural”, disse Loarie.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“Trata-se de um benefício duplo para o clima: usar cana-de-açúcar  para mover veículos reduz as emissões de carbono, enquanto o cultivo da  planta faz cair a temperatura local”, destacou.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Os cientistas calcularam que a conversão da vegetação natural do  Cerrado para a implantação de culturas agrícolas ou de pecuária resultou  em aquecimento médio de 1,55º C. A troca subsequente para a  cana-de-açúcar levou a uma queda na temperatura do ar local de 0,93º C.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Os autores do estudo enfatizam que os efeitos benéficos são  relacionados ao plantio de cana em áreas anteriormente ocupadas por  outras culturas agrícolas ou por pastos, e não em áreas convertidas da  vegetação natural.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O artigo &lt;i&gt;Direct impacts on local climate of sugar-cane expansion in Brazil&lt;/i&gt;&lt;i&gt;Nature Climate Change&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; em &lt;/b&gt; (doi:002010.1038/nclimate1067), de Scott Loarie e outros, pode ser lido na &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.nature.com/nclimate" target="_blank"&gt;www.nature.com/nclimate&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-6682420829313265955?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/6682420829313265955/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=6682420829313265955' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6682420829313265955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6682420829313265955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/04/cana-de-acucar-resfria-o-clima.html' title='Cana-de-açúcar resfria o clima'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-7284416003243402290</id><published>2011-04-05T19:03:00.001-07:00</published><updated>2011-04-05T19:03:28.383-07:00</updated><title type='text'>Cortar a mama às sanguessugas - Atenção ás facturas da EDP</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-weight: bold;"&gt;Vá à loja da EDP ... e" dê cá o papel do Audio-Visual. Tenho&lt;br /&gt;TVcabo.... pago 2 vezes... e não quero"&lt;br /&gt;Mas se concordar, força! Isso é outra coisa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será possivel??? Pergunta a minha amiga ML, mas eu já tive a resposta&lt;br /&gt;da EDP, invocando a legislaçãoi e informando o que já sabia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Factura da EDP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lê e reencaminha ao maior n.º de pessoas possível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já toda a gente reparou na factura DA EDP que recebe em Casa?&lt;br /&gt;Contribuição Audiovisual pelo valor de 3.42 Euros???... e vai aumentar para     Janeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porque temos nós, portuguesinhos, de pagar isto??? Eu não pedi nada&lt;br /&gt;de Audiovisual... Estou a pagar porquê e para quem???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para onde vai esse dinheiro???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais grave ainda. Porque é que as escadas de condomínios também     pagam&amp;nbsp;os tais&lt;br /&gt;chamados euros para&amp;nbsp;os audiovisuais. Temos televisão quando subimos as     escada de Casa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E outra, porque é que a casota de campo para apoio agrícola , também&lt;br /&gt;paga para&amp;nbsp;os meios audiovisuais? Só neste País. É&amp;nbsp;o que temos e     não há outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 milhão de facturas dá mais de 3 milhões de Euros...&lt;br /&gt;Onde anda esse dinheiro???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero saber...&lt;br /&gt;E se me disserem que é para a RTP eu exijo a devolução do dinheiro.&lt;br /&gt;Afinal pago a TVCabo para ter TV, outros pagam a TVTel, outros a Cabovisão,     etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.....mas há mais, e os contadores agrícolas espalhados por esses&lt;br /&gt;campos fora cada um a pagar esse imposto, deve ser para as plantinhas&lt;br /&gt;ouvirem música ... e as explorações agropecuárias... é que os&lt;br /&gt;animaizinhos parece que produzem melhor leite, ovos,&lt;br /&gt;carne... se calhar até se justifica!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;neste país tudo se paga, até as incompetências dos nossos     "desgovernantes".&lt;br /&gt;Incompetências, uma ova! Eles governam-se e os imbecis pagam!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;EXISTE UM DOCUMENTO NA EDP QUE     VOCÊS PODEM PEDIR E PREENCHER, A NÃO&lt;br /&gt;AUTORIZAR QUE A EDP FAÇA ESSA COBRANÇA.&lt;br /&gt;ISTO JÁ EXISTE HÁ MUITO TEMPO, BASTA PREENCHER O DITO DOCUMENTO, N.º&lt;br /&gt;DO CONTRIBUINTE E B.I., E JÁ ESTÁ!&lt;br /&gt;NO MÊS SEGUINTE JÁ NÃO VEM O AUDIOVISUAL PARA PAGAR&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-7284416003243402290?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/7284416003243402290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=7284416003243402290' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/7284416003243402290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/7284416003243402290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/04/cortar-mama-as-sanguessugas-atencao-as.html' title='Cortar a mama às sanguessugas - Atenção ás facturas da EDP'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-3551281159966891077</id><published>2011-04-05T12:35:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T12:36:24.093-07:00</updated><title type='text'>Em Portugal, é proibido partilhar o Wi-Fi com os vizinhos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-2XaT7uKvhlc/TZtvDTX6g9I/AAAAAAAABwA/ZfWdqR8NQew/s1600/Blogosfera.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-2XaT7uKvhlc/TZtvDTX6g9I/AAAAAAAABwA/ZfWdqR8NQew/s1600/Blogosfera.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 id="st_intro" style="color: #660000;"&gt;&lt;i&gt;Se costuma partilhar o seu acesso à Net por Wi-Fi com o  vizinho, saiba que está a cometer uma ilegalidade - pelo menos, à luz  dos contratos dos maiores operadores de telecomunicações portugueses.&lt;/i&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h3 class="f12 nobold" id="st_text" style="color: #45818e;"&gt;Hoje, a lei que regula as  telecomunicações e a distribuição de acessos à Net não faz qualquer  menção quanto à possibilidade de redistribuir um acesso à Net por Wi-Fi.  "A lei é omissa quanto ao assunto. Logo, os operadores são livres de  permitir ou aplicar restrições", explicou fonte da Autoridade Nacional  das Comunicações (Anacom) quando inquirida pela &lt;i&gt;Exame Informática&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Atualmente, basta ligar um computador num centro urbano com maior  densidade populacional para descobrir uma rede Wi-Fi na vizinhança. A  maioria desses acessos está protegida por sistemas criptográficos mais  ou menos complexos, mas nada invalida que dois ou mais vizinhos aceitem  partilhar um acesso à Net por Wi-Fi - sem terem de instalar calhas ou  furar paredes, pois as normas 802.11 a/b/n distinguem-se precisamente  por dispensarem qualquer cabo para distribuírem acessos à Net num raio  de algumas dezenas de metros. &lt;br /&gt;Os operadores tentam salvaguardar-se desta facilidade de  redistribuição de acessos à Net com cláusulas que tentam impedir a  partilha por Wi-Fi. Na PT, as Condições gerais de prestação de serviços  de comunicações electrónicas estipulam que a utilização do serviço deve  ser feita para "uso próprio, não podendo este ser cedido a terceiros,  nem utilizado para exploração comercial". &lt;br /&gt;O mesmo contrato da PT, que foi aprovado pela Anacom, acrescenta que  "o cliente é responsável pela utilização do(s) serviço(s), a qual, ainda  que efetuada por terceiros, com ou sem autorização do cliente, se  presume, para todos os efeitos contratuais e legais, efetuada por este".&lt;br /&gt;Na Zon, o contrato também impede a partilha do acesso à Net com  vizinhos ou amigos e responsabiliza os assinantes por qualquer uso  indevido. O que pressupõe que o cliente "se compromete a não utilizar os  produtos, serviços, equipamentos e quaisquer outros materiais  complementares/acessórios aos mesmos de forma ilícita. Salvo autorização  expressa e prévia da Zon TV Cabo, os produtos, serviços e equipamentos e  quaisquer outros materiais complementares/acessórios àqueles  disponibilizados pela Zon TV Cabo são para uso próprio do cliente, não  podendo ser cedidos a terceiros para fins comerciais ou outros, com ou  sem benefícios".&lt;br /&gt;Luís Pisco, jurista da associação de defesa dos consumidores Deco,  considera razoável a inserção destas cláusulas que, no limite, podem  impedir que uma simples visita use um acesso à Net doméstico: "Não  desvirtua o serviço e permite respeitar o normal funcionamento dos  operadores. Em contrapartida, só é legítimo exigir a um operador que  garanta determinada qualidade de serviço se puder controlar minimamente  os acessos e as instalações que são feitas".&lt;br /&gt;O mais curioso é que os contratos poderão não ter muito mais força  que aquela que o papel lhes confere: hoje, os operadores de  telecomunicações não têm forma de fiscalizar uma eventual partilha de  acessos à Net através de redes Wi-Fi - porque os custos dessa  fiscalização são pura e simplesmente incomportáveis, tecnicamente  falíveis e juridicamente questionáveis, se não mesmo proibidos. &lt;br /&gt;Face a esta limitação, os operadores apenas podem reiterar que  qualquer caso de pirataria, excesso de tráfego, ou atividades ilícitas  são da exclusiva responsabilidade de quem assina o contrato - mesmo nos  casos em que a segurança é negligenciada ou o utilizador é alvo de uma  intrusão. Além disso, os operadores sabem que nem todos os utilizadores  terão interesse em partilhar os respetivos acessos à Net porque receiam  degradar a qualidade do serviço.&lt;br /&gt;À semelhança da Deco, nunca chegou à Anacom qualquer reclamação ou  pedido de alteração legislativa com o objetivo de tornar legal ou ilegal  o acesso à Net. &lt;br /&gt;Face ao atual cenário,&amp;nbsp;os operadores têm preferido tirar partido das  condições técnicas das redes sem fios para lançar novos serviços. Um  exemplo: o&amp;nbsp;Zon&amp;amp;Fon permite que assinantes da Zon revendam acessos à  Net a utilizadores que não aderiram ao serviço ou partilhar  gratuitamente os mesmos acessos com quem já faz parte do grupo de  clientes que hoje conta com mais de 300 mil &lt;i&gt;hotspots&lt;/i&gt; no País.&lt;br /&gt;Com base na facilidade de partilha de acessos por Wi-Fi, os  operadores têm vindo a apostar em soluções que fomentam o negócio. O que  abriu caminho a condições contratuais específicas para cibercafés,  empresas, clubes e edilidades, que determinam não só a indicação dos  fins do acesso público, como também a identificação das pessoas e a  distribuição de &lt;i&gt;passwords&lt;/i&gt;&amp;nbsp;a quem acede à Net por Wi-Fi.&lt;br /&gt;Ainda nos acessos para grupos, há operadores que já disponibilizam  pacotes comerciais para todo um condomínio com custos repartidos - mas  esta opção não está restrita ao Wi-Fi e geralmente contempla também  serviços de TV e telefone.&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="f12 nobold" id="st_text" style="color: #45818e;"&gt;In: Exame Informatica &lt;/h3&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-3551281159966891077?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/3551281159966891077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=3551281159966891077' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/3551281159966891077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/3551281159966891077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/04/em-portugal-e-proibido-partilhar-o-wi.html' title='Em Portugal, é proibido partilhar o Wi-Fi com os vizinhos'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-2XaT7uKvhlc/TZtvDTX6g9I/AAAAAAAABwA/ZfWdqR8NQew/s72-c/Blogosfera.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-5204114629852083958</id><published>2011-03-18T11:30:00.000-07:00</published><updated>2011-03-18T11:30:55.467-07:00</updated><title type='text'>Verdade sobre a mentira: a prática leva à perfeição</title><content type='html'>&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;Aprendendo a mentir&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Nossos cérebros são muito melhores em dizer a verdade do que em mentir.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Mas, se você mentir o bastante, pode superar essa tendência natural  para a veracidade e tornar o próprio ato de mentir mais fácil.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;E o ditado parece estar correto: a prática leva à perfeição, porque  quem mente mais e encontra poucos escrúpulos em fazê-lo pode nem mesmo  ser pego nos detectores de mentira.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;Resposta verdadeira dominante&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Estudos que usaram neuroimagens mostraram que o cérebro das pessoas  apresenta uma atividade muito mais intensa quando elas estão mentindo do  que quando estão falando a verdade.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A maior alteração foi verificada no córtex pré-frontal, o que sugere  que mentir exige um controle cognitivo extra para inibir o ato muito  mais natural de dizer a verdade.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;E, quando a pessoa mente, o cérebro apresenta uma atividade com ciclos muito mais longos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Os cientistas chamam essa natureza típica de resposta verdadeira dominante.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Na tentativa de descobrir se essa tendência natural para a verdade  pode ser alterada, Bruno Verschuere e seus colegas da Universidade  Ghent, na Bélgica, estudaram três grupos de estudantes.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;Treinando mentir&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Cada estudante teve que fazer um relatório escrito sobre suas  atividades diárias, na forma de um questionário. No questionário, os  pesquisadores intercalaram questões sobre um outro tópico.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Antes da atividade, foi pedido a um grupo de estudantes que sempre  dissesse a verdade nessas questões secundárias; o segundo grupo deveria  mentir; e o terceiro grupo deveria variar entre mentir e dizer a  verdade.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Nas perguntas sobre as atividades diárias, todos deveriam dar respostas verdadeiras.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A seguir, cada um foi perguntado sobre essas atividades, devendo  dizer se suas respostas eram verdadeiras ou se eles haviam mentido.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;Mentir se aprende&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Os pesquisadores descobriram que aqueles que deviam mentir mais nas  questões secundárias se tornaram mais adeptos da prática, mentindo  também nas questões sobre as atividades diárias.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A diferença normal no tempo de reação que existe entre dizer uma verdade e uma mentira desapareceu totalmente.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;"Em pessoas que mentem muito na vida real [como mentirosos  patológicos], esta resposta verdadeira dominante pode não ser tão forte  como nós teorizamos," diz Ewout Meijer, coautor da pesquisa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;Detectores de mentira&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Os resultados da pesquisa levantam a possibilidade de que pelo menos  algumas técnicas usadas em detectores de mentiras podem ser  relativamente ineficientes quando usados em mentirosos contumazes.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Isto é mais grave, segundo os pesquisadores, quando se leva em conta  que os detectores de mentiras são usados em pessoas suspeitas de crimes,  um grupo que apresenta uma taxa de características psicopatas bem mais  alto do que a média da população.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Segundo os cientistas, a saída pode ser melhorar os detectores de  mentira, intercalando questões simples que induzam a pessoa a dar  respostas verdadeiras. Isso interromperá sua mania de mentir e pode  reforçar a tendência natural de dizer a verdade.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-5204114629852083958?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/5204114629852083958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=5204114629852083958' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/5204114629852083958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/5204114629852083958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/03/verdade-sobre-mentira-pratica-leva.html' title='Verdade sobre a mentira: a prática leva à perfeição'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-5268623739714357809</id><published>2011-03-17T10:35:00.000-07:00</published><updated>2011-03-17T10:35:12.131-07:00</updated><title type='text'>Semente extraterrestre da vida</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos descobriu evidência da emissão, por meteorito primitivo, de nitrogênio, elemento químico fundamental encontrado em todos os organismos terrestres.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Sandra Pizzarello, da Universidade do Estado do Arizona, e colegas analisaram um meteorito que contém carbono e foi encontrado na Antártica. O estudo será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Para determinar a composição molecular de compostos insolúveis encontrados no meteorito, o grupo coletou amostras que foram tratadas com água em altas temperatura e pressão.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;A massa dos componentes resultantes foi analisada e os cientistas verificaram que emitia amônia (NH4) – um precursor importante para moléculas biológicas complexas, como aminoácidos e DNA – na água em torno.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Os pesquisadores analisaram os átomos de nitrogênio na amônia e determinaram que os isótopos atômicos não se encaixavam com os encontrados atualmente na Terra, descartando a possibilidade de que a amônia pudesse ter resultado de contaminação durante o experimento.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Estudos têm tentado sem sucesso identificar a origem da amônia responsável por desencadear a formação das primeiras biomoléculas na Terra.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;A nova pesquisa sugere que meteoritos, que carregam com eles registros da química nos primórdios do Sistema Solar, podem ter semeado a Terra com os precursores moleculares da vida.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O artigo Abundant ammonia in primitive asteroids and the case for a possible exobiology (doi:10.1073/pnas.101496110), de Sandra Pizzarello e outros, poderá ser lido na PNAS em&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.101496110"&gt;www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.101496110&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-5268623739714357809?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/5268623739714357809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=5268623739714357809' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/5268623739714357809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/5268623739714357809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/03/semente-extraterrestre-da-vida.html' title='Semente extraterrestre da vida'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-6964147932062361359</id><published>2011-03-03T12:55:00.000-08:00</published><updated>2011-03-03T12:55:04.235-08:00</updated><title type='text'>Filtro inovador para purificar água em situações de emergência</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;div&gt;  &lt;span style="color: #0b5394; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Desastres naturais como cheias, tsunamis e terramotos resultam muitas  vezes na propagação de doenças que derivam da escassez de água potável.  Para minimizar este problema, investigadores da &lt;a href="http://www.mcgill.ca/" target="_blank"&gt;Universidade McGill&lt;/a&gt;,  no Canadá, desenvolveram um filtro de papel, de baixo custo e portátil,  revestido com nanopartículas de prata para ser utilizado nestes  contextos de emergência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.mcgill.ca/pprc/members/gray/" target="_blank"&gt;Derek Gray&lt;/a&gt;,  investigador do Departamento de Química da universidade canadiana que  liderou o estudo, foi a primeira vez que se recorreu ao metal, já  utilizado para combater bactérias, para limpar a água de uma forma  sistemática.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="news-body"&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #0b5394; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;  Um artigo publicado no&lt;a href="http://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/es103302t?prevSearch=%2528Derek%2BGray%2529%2BNOT%2B%255Batype%253A%2Bad%255D%2BNOT%2B%255Batype%253A%2Bacs-toc%255D&amp;amp;searchHistoryKey=" target="_blank"&gt; "Journal of Environmental Science &amp;amp; Technology"&lt;/a&gt;  indica que a equipa de cientistas revestiu folhas de papel absorvente  poroso com uma camada de 5,5 milímetros de nanopartículas de prata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De seguida, depositaram bactérias vivas e, através de um microscópio  electrónico, verificaram que, para além das nanopartículas de prática  ficarem retidas no papel, o filtro é capaz de matar quase todas as  bactérias e tornar a água potável, de acordo com os padrões  estabelecidos pela Agência de Protecção Ambiental Americana (EPA).&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este filtro para a purificação da água não foi concebido para ser  utilizado no quotidiano, mas como uma forma de prestar assistência  rápida e em pequena escala em situações de emergência. Apesar de ter  funcionado no laboratório, &amp;nbsp;Derek Gray alertou para a necessidade de  serem feitos testes em campo. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;    &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-6964147932062361359?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/6964147932062361359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=6964147932062361359' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6964147932062361359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/6964147932062361359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/03/filtro-inovador-para-purificar-agua-em.html' title='Filtro inovador para purificar água em situações de emergência'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-2254658057170972903</id><published>2011-03-01T11:26:00.000-08:00</published><updated>2011-03-01T11:26:17.275-08:00</updated><title type='text'>O AMOR COMO MEIO, NÃO COMO FIM</title><content type='html'>&lt;b style="color: #20124d;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;É  hora de substituir o ideal romântico do amor que basta em si mesmo (por  isso não dura) por uma relação que traga crescimento individual. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Há algo de errado na  forma como temos vivido nossas relações amorosas. Isso é fácil de ser  constatado, pois temos sofrido muito por amor. Se o que anda bem tem que  nos fazer felizes, o sofrimento só pode significar que estamos numa  rota equivocada. Desde crianças, aprendemos que o amor não deve ser  objeto de reflexão e de entendimento racional; que deve ser apenas  vivenciado, como uma mágica fascinante que nos faz sentir completos e  aconchegados quando estamos ao lado daquela pessoa que se tornou única e  especial. Aprendemos que a mágica do amor não pode ser perturbada pela  razão, que devemos evitar esse tipo de contaminação para podermos  usufruir integralmente as delícias dessa emoção – só que não tem dado  certo. Vamos tentar, então, o caminho inverso: vamos pensar sobre o tema  com sinceridade e coragem. Conclusões novas, quem sabe, nos tragam  melhores resultados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Vamos nos deter em  apenas uma das idéias que governam nossa visão do amor. Imaginamos  sempre que um bom vínculo afetivo significa o fim de todos os nossos  problemas. Nosso ideal romntico é assim: duas pessoas se encontram, se  encantam uma com a outra, compõem um forte elo, de grande dependência,  sentem-se preenchidas e completas e sonham em largar tudo o que fazem  para se refugiar em algum oásis e viver inteiramente uma para a outra  usufruindo o aconchego de ter achado sua metade da laranja. Nada parece  lhes faltar. Tudo o que antes valorizavam – dinheiro, aparência física,  trabalho, posição social etc. – parece não ter mais a menor importncia.  Tudo o que não diz respeito ao amor se transforma em banalidade, algo  supérfluo que agora pode ser descartado sem o menor problema. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Sabemos que quem quis  levar essas fantasias para a vida prática se deu mal. Com o passar do  tempo, percebe-se que uma vida reclusa, sem novos estímulos, somente  voltada para a relação amorosa, muito depressa se torna tediosa e  desinteressante. Podemos sonhar com o paraíso perdido ou com a volta ao  útero, mas não podemos fugir ao fato de que estamos habituados a viver  com certos riscos, certos desafios. Sabemos que eles nos deixam em  alerta e intrigados; que nos fazem muito bem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;De certa forma, a  realização do ideal romntico corresponde à negação da vida. Visto por  esse ngulo, o amor é a antivida, pois em nome dele abandonamos tudo  aquilo que até então era a nossa vida. No primeiro momento até podemos  achar que estamos fazendo uma boa troca, mas rapidamente nos aborrecemos  com o vazio deixado por essa renúncia à vida. A partir daí, começa a  irritação com o ser amado, agora entendido como o causador do tédio,  como uma pessoa pouco criativa e desinteressante. O resultado todos  conhecemos: o casal rompe e cada um volta à sua vida anterior, levando  consigo a impressão de ter falido em seus ideais de vida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Os doentes acham que a  saúde é tudo. Os pobres imaginam que o dinheiro lhes traria toda a  felicidade sonhada. Os carentes – isto é, todos nós – acham que o amor é  a mágica que dá significado à vida. O que nos falta aparece sempre  idealizado, como o elixir da longa vida e da eterna felicidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Diariamente, porém, a  realidade nos mostra que as coisas não são assim, e acho importante  aprendermos com ela. Nossas concepções têm de se basear em fatos, nossos  projetos têm que estar de acordo com aquilo que costuma dar certo no  mundo real. Fantasias e sonhos, ao contrário, têm origem em processos  psíquicos ligados à lembranças e frustrações do passado. É importante  percebermos que o que poderia ser uma ótima solução aos seis meses de  idade, como voltar ao útero materno, será ineficaz e intolerável aos 30  anos. A bicicleta que eu não tive aos 7 anos, por exemplo, não irá  resolver nenhum dos meus problemas atuais. É preciso parar de sonhar com  soluções que já não nos satisfazem a adaptar nossos sonhos à realidade  da condição de vida adulta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Se é verdade, então,  que o amor nos enche de alegria, vitalidade e coragem – e isso ninguém  contesta –, por que não direcionar essa nova energia para ativar ainda  mais os projetos nos quais estamos empenhados? Quando amamos e nos  sentimos amados por alguém que admiramos e valorizamos, nossa  auto-estima cresce, nos sentimos dignos e fortes. Tornamo-nos ousados e  capazes de tentar coisas novas, tanto em relação ao mundo exterior como  na compreensão da nossa subjetividade. Em vez de ser um fim em si mesmo,  o amor deveria funcionar como um meio para o aprimoramento individual,  nos curando das frustrações do passado e nos impulsionando para o  futuro. Casais que conseguem vivê-lo dessa maneira crescem e evoluem, e  sob essa condição seu amor se renova e se revitaliza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: #20124d; font-size: 10pt;"&gt;&lt;strong&gt;Flávio Gikovate&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="color: #ccffff;"&gt;&lt;strong&gt;Flávio Gikovate&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="color: #ccffff;"&gt;&lt;strong&gt;Flávio Gikovate&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-2254658057170972903?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/2254658057170972903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=2254658057170972903' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/2254658057170972903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/2254658057170972903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/03/o-amor-como-meio-nao-como-fim.html' title='O AMOR COMO MEIO, NÃO COMO FIM'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-3053813760974361933</id><published>2011-02-28T05:22:00.000-08:00</published><updated>2011-02-28T05:22:21.251-08:00</updated><title type='text'>Nova fibra óptica</title><content type='html'>&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Um grupo de cientistas dos Estados Unidos anunciou o desenvolvimento  de uma nova classe de fibra óptica. Trata-se da primeira fibra com o  interior de seleneto de zinco, um composto amarelo claro com  propriedades semicondutoras.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Em artigo a ser publicado na revista &lt;i&gt;Advanced Materials&lt;/i&gt;, John  Badding, professor de química na Universidade Penn State, e colegas  descrevem a nova classe de fibra óptica que permite, segundo os autores,  manipulação mais eficiente da luz e poderá ser usada no desenvolvimento  de tecnologias de laser mais versáteis para uso em medicina ou como  sensores ambientais e químicos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Segundo Badding, as fibras atuais são limitadas por empregarem vidro  em seu interior. “Vidro tem um arranjo de átomos aleatório. Por outro  lado, o seleneto de zinco é altamente ordenado, o que permite com que a  luz seja transportada por comprimentos de onda mais elevados,  especialmente no infravermelho médio”, disse.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Diferentemente do vidro, cujo elemento básico é a sílica, o seleneto  de zinco é um composto semicondutor. “Sabemos há muito tempo que se  trata de um composto de muita utilidade em potencial, capaz de manipular  luz de maneira impossível para a sílica. A questão era conseguir  aplicar o seleneto de zinco em uma estrutura de fibra, algo que até  então não havia sido feito”, disse Badding.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Por meio do uso de uma nova técnica de depósito químico de alta  pressão, desenvolvido por outro autor da pesquisa, Justin Sparks, também  da Penn State, os cientistas foram capazes de depositar seleneto de  zinco no interior de capilares de vidro, formando a nova classe de  fibras ópticas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;O grupo verificou que a nova fibra se mostrou mais eficiente na  conversão de luz de uma cor a outra. “O seleneto de zinco, por meio de  um processo chamado de conversão  de frequência não linear, tem mais  capacidade de alternar as cores”, disse Badding.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #073763;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Em novos testes, os pesquisadores descobriram que a nova fibra é mais  versátil não apenas no espectro visível, mas também no infravermelho,  com comprimentos de onda maiores. A tecnologia atual de fibra óptica não  transmite luz infravermelha.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #073763; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A novidade abre caminho para o desenvolvimento de fibras que atuem  como lasers infravermelhos. Os autores do estudo apontam que tal  tecnologia poderá se mostrar útil em detectores de poluentes e de  toxinas, em radares ou na área médica, principalmente em cirurgias.  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-3053813760974361933?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/3053813760974361933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=3053813760974361933' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/3053813760974361933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/3053813760974361933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/02/nova-fibra-optica.html' title='Nova fibra óptica'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-4021523731847488701</id><published>2011-02-20T16:25:00.001-08:00</published><updated>2011-02-20T16:25:43.943-08:00</updated><title type='text'>Aprender com as galinhas ou a teoria de Darwin e o SIADAP</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 13.5pt;"&gt;David Sloan Wilson considera que a teoria de Darwin não só é válida no&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div&gt;      &lt;div class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 13.5pt;"&gt;campo da biologia, como tem aplicação a imensos domínios da ciência e&lt;br /&gt;da vida – ética, política e religião incluídas. Mais: defende que não&lt;br /&gt;é necessária formação na área de biologia para a entender e que, uma&lt;br /&gt;vez assimilada, aclara o raciocínio e potencia a capacidade analítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria evolutiva pode, por exemplo, ser aplicada aos aviários.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;Wilson recorre a uma experiência de William Muir que ilustra duas vias&lt;br /&gt;na criação selectiva de galinhas para aumentar a produção de ovos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Identificar a galinha mais produtiva em cada gaiola (cada gaiola&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;contém nove galinhas) e usar essas galinhas “de topo” para reprodução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Identificar quais as gaiolas mais produtivas e usar todas as&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;galinhas dessa gaiola para reprodução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senso comum dirá que o primeiro método é o que permite optimizar a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;produtividade – porém, aplicando-o durante seis gerações, Muir obteve&lt;br /&gt;uma gaiola com três galinhas carecas, que tinham matado as colegas de&lt;br /&gt;gaiola e passavam mais tempo a arrancar penas umas às outras do que a&lt;br /&gt;pôr ovos. Percebeu que a boa performance das “galinhas-alfa” era&lt;br /&gt;conseguida pela opressão das colegas de gaiola e quando se colocavam&lt;br /&gt;essas “campeãs” na mesma gaiola o resultado era o conflito permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As gaiolas obtidas pelo segundo método de selecção apresentavam, em&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;contrapartida, nove galinhas saudáveis e pacatas, cada uma delas com&lt;br /&gt;capacidade poedeira boa mas não “de topo” – mas que, multiplicada por&lt;br /&gt;nove, batia todas as outras gaiolas. O segundo método seleccionara&lt;br /&gt;conjuntos de galinhas com propensão para a coexistência harmoniosa,&lt;br /&gt;factor nada despiciendo no espaço sobrelotado do aviário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dando seguimento aos conceitos de Wilson e livre curso à extrapolação,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;torna-se evidente que a experiência com as galinhas tem trágicas&lt;br /&gt;afinidades com o Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho da&lt;br /&gt;Administração Pública (SIADAP)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os indivíduos são valorizados pela performance individual e é&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;irrelevante que sejam execráveis como pessoas, criem um ambiente&lt;br /&gt;insuportável, se aproveitem do esforço dos colegas para construir&lt;br /&gt;currículo e em vez de trabalhar passem a vidinha em “acções de&lt;br /&gt;formação”. Note-se que o SIADAP, ao impor quotas às boas&lt;br /&gt;classificações que um chefe pode atribuir aos subordinados, torna&lt;br /&gt;semelhantes todas as “gaiolas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado não quer saber de gaiolas produtivas, quer é identificar e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;promover as galinhas-alfa de cada uma – ou seja, opta pelo primeiro&lt;br /&gt;método de selecção. E assim, em vez de “premiar o mérito” e tornar a&lt;br /&gt;AP mais eficaz, acabará com três galinhas carecas à bulha, rodeadas de&lt;br /&gt;galinhas exangues e pilhas de processos por despachar.&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: navy; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Análise de José Carlos Fernandes ao livro de David Sloan Wilson “A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;Evolução para Todos” publicado na TimeOut)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-4021523731847488701?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/4021523731847488701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=4021523731847488701' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/4021523731847488701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/4021523731847488701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/02/aprender-com-as-galinhas-ou-teoria-de.html' title='Aprender com as galinhas ou a teoria de Darwin e o SIADAP'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-8741767318718032750</id><published>2011-02-20T13:23:00.001-08:00</published><updated>2011-02-20T13:23:01.762-08:00</updated><title type='text'>Quando as sondagens comandam o destino de um País</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:OfficeDocumentSettings&gt;   &lt;o:AllowPNG/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt; 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font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;As sondagens são assim o fiel depositário do futuro, e é precisamente nelas que pesa o destino de um governo, de um governante, de um partido no governo de um País, e do destino do próprio País.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;É perfeitamente ridícula a analise da situação com base nos índices de sondagens, que por norma em Portugal, acabam por ter resultados tão erráticos que mais parecem o boletim “mentereológico”, realizado com base na velha máxima do dedo fora da janela ao romper da aurora para se tentar saber se fara chuva ou sol, ou se a temperatura media do ar ira permitir uma saída de casa em mangas de camisa.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;A acreditar nas sondagens, jamais Cavaco Silva teria obtido uma maioria absoluta, Sócrates não teria oportunidade de governar no primeiro mandato com maioria, e quem sabe; Soares jamais teria sido eleito Presidente da Republica frente a Freitas do Amaral nos idos anos 80 do século passado.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Com base nessas mesmas sondagens, observa-se agora uma divisão de poder politico, que apresenta um País radicalmente dividido, e preparado para uma autentica salsada governativa, sob pena de; se estar perante uma situação de impasse, ou pior do que isso; numa situação de ingovernabilidade a boa maneira italiana.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Perante este emaranhado de irracional incerteza, os partidos, e os seus lideres não assumem arriscar um milímetro na nobre arte do derrube governamental, sob pena de seguirem a tragédia do saudoso PRD, (partido criado a imagem dos velhos partidos presidencialistas, e que teve presença efêmera na politica nacional...) quando decidiu derrubar um governo, e se viu eclipsar da politica, para além de ajudar a abrir o caminho para a primeira maioria absoluta de um só partido politico verificada em Portugal nos idos de 87.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;A quem mais agrada esta incerteza, é aos partidos charneira, ditos marginais que observam com muito agrado a possibilidade de se chegarem a “gamela” do poder, para compartilhar o seu quinhão. Falo do CDS/PP, e do BE, que cada um per si estão já de namoro adiantado com o PSD e com o PS, respetivamente, e nem sequer o fato de ser o BE o instrumento de aparente desestabilização nacional, com a ameaça de apresentação de uma moção de censura ao governo, deixa de ser significativo na estratégia de Sócrates, para se tornar mais uma vez vitima, e com essa vitimização fazer passar junto do eleitorado a imagem de marca de um ser atacado e que não pode fazer mais e melhor devido a esses constantes ataques... pessoais e políticos...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Para o cidadão comum o que aparenta é um ataque cerrado do BE as politicas de Sócrates, mas para mim o que surge como muito mais obvio é um autentico trabalho de Maquiavel entre Sócrates e Louça, para forçar o PSD a mostrar a sua real natureza de momento, e se posicionar num beco sem saída.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Esta estratégia maquiavélica, coloca o PSD entre a espada e a parede, pois se por um lado ao votar favoravelmente a moção de censura iria ser acusado de desestabilizador, por outro, ao não apoiar essa mesma moção, vai ser olhado pelo eleitorado oposicionista como; mais uma vez a muleta do próprio PS, defendendo a manutenção do seu governo, a custa de chumbo na moção... por via de uma abstenção envergonhada.&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Eu não gostaria de estar hoje na pele de Pedro Passos Coelho que depois de ver o poder a distancia de um estender de mão, percebe agora que esse mesmo poder pode afinal não ser mais do que uma mera miragem no meio do oásis politico, podendo inclusivamente, face as sondagens mais otimistas, chegar a tocar no poder sem efetivamente dispor de capacidade governativa, tornando-se num autentico joguete nas mãos do Presidente da Republica por um lado, e de uma oposição maioritária por outro...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Conquistar o poder, mas não governar efetivamente, é fazer a triste figura de palhaço pobre que só serve para colocar as crianças a rir, e esse pode ser o papel futuro do líder do PSD.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;As tais ditas cujas sondagens colocam o PSD na frente do PS, mas deixam uma margem de manobra maioritária baseada em credibilidade e aceitação, a uma forte oposição, que hoje é maioria, e que pode continuar a ser poder, mesmo que na sombra... baseada no chamado contra-poder.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #002060; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“João Massapina” &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800543237079263254-8741767318718032750?l=jmassapina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmassapina.blogspot.com/feeds/8741767318718032750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800543237079263254&amp;postID=8741767318718032750' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/8741767318718032750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800543237079263254/posts/default/8741767318718032750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmassapina.blogspot.com/2011/02/quando-as-sondagens-comandam-o-destino.html' title='Quando as sondagens comandam o destino de um País'/><author><name>João Massapina - Blog's</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10994516821567193308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_-YfJXU9wcAk/SoW5nt4NclI/AAAAAAAABiw/gRpYu75UC64/S220/DSCF5619.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800543237079263254.post-4923068703928907074</id><published>2011-02-19T14:05:00.000-08:00</published><updated>2011-02-19T14:05:48.512-08:00</updated><title type='text'>Canção para uma voz</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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